Posted by oculos on Oct 13, 2011 in
Apple,
Mac,
iPad,
iPhone
Primeiramente, devo dizer que nunca vi um update me causar tanto problema. Só consegui deixar o iPhone pronto depois de quase 20 horas de labuta. O iPhone era restaurado, mas o iTunes insistia em dizer que a restauração havia sido interrompida, e que precisava retomá-la. Quando fiz a terceira restauração, emputeci, e coloquei que era um novo iPhone. Aí tive que selecionar novamente o que queria sincronizar, o que é um saco.
Nesse momento, o iPad está a ser sincronizado.
O novo iOS pareceu excelente. As notificações são muito boas, e achei que o telefone ficou mais rápido. Algumas coisas precisam ser mais estudadas – Por que não se pode mandar mensagens privadas via Twitter, apenas mensagens públicas?
O iCloud é outro que não vi lá muita graça. Mas, enfim, vamos usando pra ver como fica. Não vi qual a proposta de se compartilhar documentos entre devices iOS, quando seria ideal a troca de documentos entre iOS e desktop.
Outra coisa chata: consegui finalmente usar meu apple id .mac para alguma coisa – MENOS para e-mail. Sonhava em reativar meu e-mail @mac, mas não foi dessa vez.
Enfim, com uma miríade de Apple IDs (necessários ao longo tempo porque a Apple não permite a compra por nós outros de música na Apple Store americana, e a brasileira não tem músicas…), tá ficando insuportável atualizar os aplicados. 3 Apple IDs dão trabalho…
Já em outro aspecto: meu Mac está LENTO, o Safari está imprestável e o sistema vai pelo mesmo caminho. E isso em um MacBook pro de apenas 2 anos. Encomendei memória (estou com 4gb, vou para 8gb), pra ver se há alguma esperança desse computador volta a ser útil – agora é só fonte de raiva. Eu sei que a culpa deve ser minha por nunca ter instalado um sistema a partir do zero – trata-se do mesmo usuário já há uns 7 anos. Mas eu que não me atrevo a instalar um sistema zerado e importar manualmente as minhas coisas.
Nossas vidas hoje estão nos computadores – portanto, não quero arriscar deixar de importar alguma coisa. Se a memória resolver o problema, ótimo. Se não, só mesmo vendendo um rim e comprando uma máquina nova, que sem dúvida será um MacBook Air. Mas onde colocar os mais de 550gb do atual Mac em um computador com apenas 256gb, esse é o dilema.
…
PS Visitamos ontem a Opera Software. Fantástica a visita! Fomos tão bem recebidos, e o pessoal é tão entusiasmado com o produto que me pego agora usando o browser deles!
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Posted by oculos on Mar 12, 2011 in
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Logo que comecei a usar o Mac, há cerca de 14 anos atrás (parece que foi ontem), uma das coisas com as quais me acostumei logo foi o conceito de janelas. Tal conceito já existia no Amiga, meu computador anterior ao meu primeiro Mac.
Sim, o Windows tem janelas. Mas as janelas no Windows foram perdendo um pouco a importância desde a versão 3.11. Naquela versão, tudo no Windows era feito em alguma janela. Hoje também.
Mas o que eu quero dizer é que no Windows, o comum é usar um aplicativo que toma a tela toda. Não é muito comum rodar aplicativos em pequenas janelas, lado a lado. Normalmente, cada aplicativo acaba tomando a tela toda. É assim com o Word, com qualquer navegador, etc.
No Mac, sempre meus amigos reclamavam que minha área de trabalho (Desktop) era muito caótica, porque tinha muita coisa aberta ao mesmo tempo (isto é, sendo exibidas de uma só vez). É que, para a Apple, a idéia era usar ao máximo a metáfora da mesa do escritório – ou seja, replicar na tela do computador um ambiente de trabalho comum, com documentos, calculadoras, pilhas de arquivos, etc.
Por isso, é comum usuários do Mac visualizarem, ao mesmo tempo, lista de contatos de instant messengers, janela do navegador, player de música, e-mail, etc. Hoje em dia, graças ao grande número de programas que utilizamos, às vezes é meio que estressante usar tanta coisa ao mesmo tempo. Mas, confesso, quando uso Windows, me sinto meio que limitado em produtividade em relação a ter tudo ali, à mão, pronto pra ser clivado e arrastado de um canto pra outro.
Minha confissão acima, agora, está sendo questionada por mim mesmo graças à própria Apple. Explico: no iPad, só é possível visualizar um aplicativo por vez. Pra muita gente, isso se tornou um fator de limitação do aparelho. E, devo admitir: é mesmo. Gosto de manter a janela do Skype aberta enquanto estou fazendo outra coisa no computador. Ou a do twitter. Mas, graças a essa “limitação” do iPad, com esse aparelho hoje eu consigo ler sem ter minha atenção desviada, consigo escrever sem saber que fulano ou sicrano acabou de se conectar, e consigo até jogar paciência sem perdê-la…
Ler meus feeds de RSS, por exemplo, é mil vezes mais confortável no iPad do que no computador.
Parece um contra-senso, mas visualizar apenas uma coisa por vez tem o seu lugar. Mesmo no Mac, percebi que usar processadores de texto com recurso de full screen (como o excelente WriteRoom) fazem com que as palavras fluam com mais facilidade.
É claro que isso tem também um lado ruim: ir de um lado para o outro é sempre mais complicado quando apenas um aplicativo tem lugar na tela. Clicar em um link enviado no instant messenger é uma tarefa chata, porque significa múltiplas idas e vindas. Também não é possível ver a imagem de alguém por video-conferência e, ao mesmo tempo, ler as notícias ou ver um documento.
Porém, a própria Apple percebeu que há muita gente que se surpreendeu com esse tipo de abordagem na interface dos programas, e já promete para o Lion (próxima versão do MacOS X) o recurso de usar aplicativos em tela cheia, ou melhor, tomando toda a área visível da tela. Eu me imagino muito usando isso no e-mail, por exemplo.
Mas e você, o que acha? Um aplicativo por tela, ou vários? O que é mais produtivo? Usar só um aplicativo por tela é um retrocesso?
Perguntas, perguntas, perguntas…
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Ninguém aplaudiu! Pôôô...
Tags: Apple, Mac, MacOS X, MacOS X Lion, full screen apps, iPhone, ipad
Posted by oculos on Feb 11, 2011 in
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Enfim, sucumbi ao Kindle.
Eu sou um consumidor voraz da Apple, e a pergunta natural é: preferiu o Kindle ao iPad?
Bom, embora análises sobre o iPad e o Kindle como leitores de livros digitais existam aos montes na internet, deixa eu dar aqui o meu pitaco:
O Kindle e o iPad não são competidores – ou melhor: os dois aparelhos, em si, não competem um com o outro. Eu penso no iPad mais como um substituto do netbook, como disse Jobs. A leitura de livros digitais é apenas uma das funções do aparelho. Assim como processamento de textos, planilhas eletrônicas, retoques de fotos, etc., serem usos/tarefas que o iPad dá conta, claro que são melhor realizadas em um computador. Assim como é possível ler livros no iPad, em algumas situações, ler no Kindle é muito melhor.
Explico: o que eu gosto no Kindle são quatro coisas específicas:
- o Kindle é leve. MUITO leve. Eu não me incomodo com o peso do iPad para ler (embora muita gente se incomoda com seu peso), mas segurar o Kindle para ler é mais confortável.
- a tela do Kindle não tem reflexos, ou, pelo menos, esses não são tão fortes quanto os do iPad. Ler no iPad em sala com muita iluminação, ou próximo a uma janela, é um exercício de buscar o melhor ângulo. Com o Kindle, o problema não é tão grande.
- a bateria do Kindle dura uma eternidade, enquanto que o iPad nem sempre aguenta um dia de leitura.
- no Kindle posso usar um dicionário bilingue, o que não posso fazer no iPad, nem mesmo no aplicativo do Kindle para esse tablet. Para quem lê muito em inglês, é muito bacana poder descobrir o significado de alguma palavrinha marota que o autor usou.
O Kindle parece papel. Tanto assim que, ao recebê-lo, pensei que o que tava na tela era algum adesivo.
Mas o iPad tem seu lugar como leitor de eBooks. O que prefiro no iPad:
- as fontes do iPad são muito melhores, bem mais rebuscadas.
- ler à noite no iPad, pra mim, é melhor – não preciso ligar a luz, posso reduzir o brilho da tela, etc.
- o acesso à internet pelo iPad é mais confortável, e é possível fazer alguma pesquisa durante a leitura – o que também é possível pelo Kindle – só não é tão prático.
- eventuais ilustrações nos livros são fiéis, e não são reduzidas aos tons de cinza do Kindle.
- jornais e revistas são mostrados de forma muito mais legal no iPad.
O modelo que peguei é o menorzinho. Optei pela versão com 3G, só por precaução: o 3G faz falta no meu iPad, o que não seria necessário se a Apple fosse decente com seus usuários e permitisse o compartilhamento do 3G do iPhone pelo WiFi. Hoje em dia, o cidadão precisa pagar uns 3 planos de dados para seus gadgets funcionarem, caso opte pelo ecossistema da Apple, e isso é um absurdo. Parece que essa situação maluca vai mudar em breve, já que a Apple deverá implementar a função de hotspot no iPhone na próxima atualização do sistema, embora provavelmente ficará a cargo da operadora permitir ou não tal serviço. Aposto uma visita ao estábulo da cidade como a Oi não vai permitir, até porque não habilita o tethering via cabo/bluetooth para seus usuários, senão em planos BEM mais caros. A Amazon foi muito mais legal com seus usuários, dando o 3G de lambuja, sem necessidade de planos junto à operadora, a fim de que a experiência do usuário seja a mais agradável possível.
Ainda não comprei livros diretamente pelo aparelho da Amazon, porque já tinha livros comprados via site, e que já li ou ia ler através do iPad. Os livros foram baixados normalmente no aparelhinho.
Portanto, se você é um leitor voraz, e gostaria de ler ao ar livre, de dia, e não gostaria de recarregar o aparelho o tempo todo, o Kindle é seu amigo.
Mas se você quer ler revistas, jornais, quer ler mais à noite, e quer alternar toda hora entre livros e internet, o iPad ainda é imbatível no que se refere à interface. É a minha opinião.
P.S. – O Kindle permite, sim, a leitura de jornais e revistas. Mas esse tipo de conteúdo sempre tem muitas fotos, recursos multimidia, etc., e eu não gosto da interface do Kindle para esse tipo de conteúdo. Questão de gosto.
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Tags: Kindle, ipad
Posted by oculos on Dec 19, 2010 in
Apple,
Principal,
iPad
Com esee AirPlay, é incrível o que o iPad pode fazer!
Agora posso escutar rádio com ele, via Airport Express. Só isso já economiza o preço de um rádio dedicado.
O iPad já vinha substituindo a televisão pra mim. Agora substituiu o rádio. A app TuneIn Radio é muito bacana, e consegui escutar rádios daqui e do resto do mundo. E tirei a poeira de umas caixinhas de som que vieram de brinde no Ballantines de um amigo meu, e pronto: rádio no quarto!
Preciso só arrumar caixinhas melhores. O airport express velho de guerra ganhou uma nova utilidade, se bem que também tô pensando em utlizâ-lo para usar uma mpressora em casa, principalmente se o AirPrint passar a imprimr em qualquer mpressora compartilhada pelo Mac.
Escutar a Globo FM de Salvador e relembrar os tempos de faculdade, ou ouvir a NRK P3 e recordar das frias noites da Noruega, ou simlesmente ouvir música alternativa de qualidade, mas insuportável no Natal, da Couleur 3 da Suíça, realmente, é muito bom! E o melhor é fazer tudo isso pelo iPad, e continuar a usar o aparelho pra outras coisas.
Muito legal!
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Tags: Apple, Coleur 3, ipad
Posted by oculos on Dec 4, 2010 in
Apple,
iPad,
iPhone
Estou em Salvador nesse momento. Realizei uma operação para retirada da tireóide, embora nenhum problema grave existia com a mesma – apenas alguns nódulos benignos que recomendavam a retirada, antes que um nodulozinho maroto resolvesse aparecer. A convalescência está sendo muito boa, e, graças a Deus, parece não ter havido nenhuma seqüela. Para o bem e para o mal, minha voz continua a mesma! Segundo comentários, está sexy, parecida com a do Barry White! ehehehhehe
Quando aqui cheguei, percebi que o HD do meu MacBook está com problemas – talvez da tireóide, não sei. Então estou evitando usar o computador, a fim de fazer um backup em um HD externo e, posteriormente, trocar o HD interno do dito cujo. Portanto, estou usando o iPad em tempo integral, com o teclado sem fio da Apple.
Confesso que as únicas coisas que fazem falta com esse setup são:
- câmera para poder usar o Skype;
- fazer download de torrents.
O último item poderia ser feito com um jailbreak, mas ainda não há jailbreak do tipo untethered para o iPad que roda o iOS 4.2.1.
Devo dizer que o iPad é mais cômodo que um notebook em um hospital, muito embora tive alta logo, e quase não usei o aparelho por lá. Em casa, então, é muito confortável de se usar. Se tiver que escrever um texto maior, basta colocar o iPad escorado em algum canto e usar o teclado sem fio.
Portanto, se com o lançamento do MacBook Air de 11 polegadas eu fiquei na dúvida sobre qual seria a melhor companhia para viagens, hoje já não estou tão certo assim.
O que sei é que não quero mais usar o MacBook como minha máquina principal. Acho que é muito melhor usar uma máquina desktop em casa, e um notebook não tão poderoso para viajar, como o Air de 11 polegadas. Mas, na hora de ver filmes, ler revistas e jornais ou navegar, o iPad parece ser a opção mais confortável.
A única coisa chata é que, ultimamente, não consigo ler a Folha diretamente em sua versão HTML, e, pelo aplicativo para iPad, a experiência é tortuosa: o programa tem muitas falhas, vive se implodindo, e há edições, como a de hoje, que simplesmente não abrem.
De qualquer sorte, parece ser a melhor companhia para viagens desse tipo, e só falta mesmo uma câmera e um cliente de torrent para que um notebook se torne desnecessário.
Agora tem uma coisa: usar o iPad com teclado sem fio é muito mais cômodo que usar um notebook. Não sei se é porque tudo acontece instantâneamente – dá uma sensação de que tudo é feito mais rápido. A qualidade da tela também é muito boa.
P.S. – Eu andava meio arrependido por não ter comprado uma versão 3G do iPad – estava em falta na loja quando comprei o meu. Mas acho que foi uma boa escolha: pagar dois planos de dados mais a conexão fixa não me parece razoável. E, aqui em Salvador, o hospital tinha WiFi grátis disponível, o que fez o tempo passar bem mais rápido, e não perdi o contato com os entes queridos. Aqui, na casa da prima onde estou hospedado, há um roteador wifi. Portanto, as circunstâncias foram de sorte – não fosse isso, iria depender do 3G do iPhone. O 3G aqui em Salvador tem funcionado bem, usei o Yahoo Messenger para videoconferência via 3G, e funcionou muito bem! Ando tentado a fazer jailbreak do iPhone 4 e poder usá-lo como um hotspot, mas ando sem coragem de fazer essas estrupulias – quando alguma coisa dá errado, a gente perde tanto tempo consertando, e ando sem paciência para ficar consertando coisas. Já basta a preocupação agora em migrar os dados do MacBook para outro HD, que deve chegar em breve, para depois substituir o HD interno por outro confiável.
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Tags: Apple, iPhone, ipad, iphone 4, tireóide
Posted by oculos on Sep 27, 2010 in
Apple,
Livros
Faz tempo que não leio revistas semanais, já que a internet é fonte de notícias atuais e imediatas. Porém, é sempre bom ter conteúdo bem diagramado e off-line para se ler. Portanto, grande foi a minha satisfação ao ver que as editoras estão começando a lançar coisas pro iPad. A Saraiva lançou o seu leitor digital – leeeeeeeento, mas funciona.
E a Veja lançou também a revista em formato digital. Baixei para testar, já que não leio a Veja – virulentos demais pro meu gosto – é como ler o Notícias Populares da política. Mas o aplicativo deles é mais bonito, eficiente e bem resolvido que o da Época, publicação que assinaria devido aos textos menos doutrinários que os da Veja.
O aplicativo da revista Época, cuja primeira edição disponível para download foi gratuita, assim como foi o da Veja, é ruim. Passar as páginas é menos fluido. É lento também o redesenhamento da página ao se alterar a posição retrato-paisagem. Os textos tem letras por demais serrilhadas.
Mas teve um ponto forte: o uso de conteúdo multimídia foi BEM melhor que o da Veja, embora, às vezes, abusaram do “clique na imagem para mudar de notícia”. E o uso de vídeo para publicidade foi muito legal – principalmente os vídeos da Topper – hilários.
Enfim, espero que a IstoÉ, a Caros Amigos e a Carta Capital também ofereçam versões para iPad. E espero que venham logo mais livros! Chato ter que comprar livro em inglês só pela falta de livros digitais atuais em português. A exceção foi o Caim, de José Saramago, que comprei pela Saraiva, mas estou esperando para ver se o aplicativo fica mais legal de se usar.
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Um aplauso!
Tags: Saraiva, Veja, ipad, Época
Posted by oculos on Sep 21, 2010 in
Apple,
Mac,
Principal,
iPad,
iPhone
Já lá se vão quase 3 meses desde que adquiri o meu iPad, e chamou a minha atenção a quantidade de notícias que venho lendo a respeito da queda nas vendas dos Netbooks, e é fácil entender o porquê disso.
O iPad realmente torna desncessário o uso de um netbook para a maioria das coisas que as pessoas fariam com um netbook. No meu caso, uso o tablet da Apple principalmente para ler, ouvir música e assistir vídeos, além de consultar um banco de dados ou compromissos. A bateria dura uma eternidade. Como costumo ler na cama, ler as notícias com agregadores faz mais sentido no iPad do que no computador. Ler jornais no danado também. E ler revistas nele é fantástico. Enfim, o que funciona, funciona bem.
O ruim é blogar no iPad. Twittar funciona bem, porque a interface de alguns programas é de cair o queixo. O próprio Twitter oficial funciona muito bem. Blogar é ruim não por causa do teclado virtual. O problema é que, estando na cama, é muito chato encontrar uma boa posição para digitar. Gostaria que inventassem um suporte para usar o iPad na cama. Assim, usaria o teclado sem fio sem problema algum.
Faz falta também uma câmera no bicho, mas entendo que seja assim e entendo que seria difícil manter uma conversa coerente segurando o tablet a fim de encontrar a posição correta para a câmera. Mas não me importaria de usar uma tipo as primeiras iSight. Digo isso porque percebo que, com o iOS 4, pra 90% do que faço com o notebook vou poder usar o iPad. Só vai sobrar digitação de textos longos e um Photoshop eventual. Com o iPad, até brincar com piano virtual é mais fácil do que simplesmente rodar o GarageBand. Tudo é muito flúido, tudo funciona rapidinho. Com multitarefa, vou poder usar os instant messengers, skype, navegar no Safari e ouvir rádio – tudo ao mesmo tempo. E com uma velocidade que nenhum notebook me proporciona. Coisas que tenho feito, surpreendentemente, com o iPhone 4.
Esse aparelho é uma coisa… O iPhone 4 tem a tela mais bonita que já vi. O duro é acordar à noite para ler uma mensagem e ter a visão ofuscada pelo brilho do maluco. A velocidade do aparelho é igual, para mim, à do iPad. Tudo flui com rapidez e agilidade. Esses dias usei o fring para fazer uma videochamada com um amigo. Funcionou perfeitamente. Podia ouvir uma rádio virtual enquanto batia papo através do skype e do msn. Mudar de aplicativos é super fácil. e era mais convortável do que no notebook, pois estava no sofá de casa, com preguiça de carregar um computador só para bater papo.
Sinceramente: esses dias mexi com um Milestone rodando Android. Gostei do aparelho. Mas não é tão descomplicado, e a interface é confusa. O iPhone tem uma tela maravilhosa, uma interface polida e aplicativos fantásticos.
Apesar dos defeitos do iPhone (bluetooth capado, falta de relatório de recepção dos sms enviados e falta de tethering liberado), acho que está a anos luz dos outros aparelhos. Nem tive coragem de fazer um jailbreak – ele tem se bastado do jeito que veio de fábrica.
Uma hora vou testar o FaceTime com a Bia Kunze, já que, ao que parece, só conheço ela com outro iPhone 4…
É, parece que a Apple acertou mesmo: aparelhos fechados, mas que cumprem o que promete. Foi um longo caminho desde o Apple II que, curiosamente, era excelente por ser uma máquina aberta, expansível e igualmente adorável.
E olha uma coisa: se esse novo Apple TV e seu AirPlay funcionar com outros aplicativos, tipo VLC, aí, meu amigo, vai ser PUNK!
P.S. – Encomendei o trackpad novo da Apple. Meu ombro não anda bem, e acho que é resultado do uso do mouse no escritório.
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Tags: Apple, apple tv, iPhone, ipad, iphone 4
Posted by oculos on Aug 22, 2010 in
Livros,
Principal
Autor: Carlos Ruiz Zafon
Na verdade, li a versão em inglês, “The Shadow of the Wind”, porque queria testar o iPad como leitor de livros e estava justamente com esse livro pra ler em papel. Porém, como estava em viagem, preferi baixar a versão digital – livros em inglês sempre custam menos que em português, e menos que agumas palavras dêem trabalho, acaba valendo a pena.
Adorei o livro – um dos melhores que já li. Bom, muito bom mesmo. Vale a pena. Narra a história de um garoto que, ao ler seu primeiro livro, decide saber mais sobre o autor, e acaba enveredando pelo mistério que envolve a vida deste.
A coisa ruim é que o dicionário do iPad não traduz, apenas dá o significado das palavras em inglês, e o tradutor usou palavras mais sofisticadas que o original, presumo eu. Aliás, acho que foi um erro ter lido a versão em inglês. É que o livro era em espanhol, e imagino que o inglês atenuou um pouco a aspereza do idioma original, que com certeza seria preservada em português. Alguns diálogos pareceram-me formais demais, o que, imagino, não era o caso da versão espanhola/portuguesa.
Se não leu, leia. Fantástico, mesmo.
A propósito, ler no iPad, pra mim, era melhor que ler o papel. À noite, pra mim, era mais confortável. Era prático, porque levava pra sala de espera de consultório médico, ou enquanto aguardava alguma audiência, ou em quarto de hotel.
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Tags: A Sombra do Vento, Livros, ipad
Posted by oculos on Jul 25, 2010 in
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Mac,
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Os usuários de Mac sempre tiveram um grande problema até alguns anos atrás: tudo para nós era mais difícil quando se referia a padrões. Conversar com o antigo Palm Pilot era complicado, exportar arquivos de alguns aplicativos nem sempre era fácil, etc.
Hoje, parece que ocorre o modo inverso: O ecossistema formado pelo iTunes+iPhone+iPad tornou o Mac a plataforma mais conveniente quando se usam muitos gadgets, penso eu.
Talvez por essa razão, e para não ter dor de cabeça, sempre usava o sistema meio que da forma padrão. E a tendência seria essa…
Seria. O problema é que o Safari, browser padrão da Apple, embora, pra mim, seja o que possuí o texto mais gosto de se ler, a interface mais limpa e o melhor leitor de RSS (simples, conciso e fácil de categorizar), está insuportável nas últimas atualizações. Lento pra caramba, às vezes incompatível com alguns plugins (ou melhor, com alguns plugins sem funcionar direito) e complicado para se trabalhar quando se quer sincronizar RSS.
Agora com o iPad, boa parte da minha leitura noturna é feita usando o tablet. Melhor que ficar com notebook no colo. Steve Jobs tava certo – há algo de bom em segurar a página da web nas mãos. Quando preciso olhar algo no notebook, uso o VNC. Coisa de nerd.
Porém, algo do Safari é essencial: a categorização dos feeds RSS e sua exibição cronológica em categorias. Embora consiga sincronizar os bookmarks lindamente com o Safari do iPad, quando quero ver as notícias locais, por exemplo (tenho uma pasta com os feeds locais), tenho que ver um por um.
Poderia, claro, usar um leitor externo (e é o que vou fazer), mas como importar todos os meus feeds?
Aí o jeito agora foi usar o Firefox. O navegador é super rápido no Mac – bem mais que o Safari – não trava nem engasga, e, com um plugin (feedly), organizei meus feeds de uma forma legal, e sincronizei com o Google Reader. O Feedly não é exatamente o jeito mais gostoso de ler as notícias, nada tão simples e efetivo quanto o Safari, mas serviu para ajudar a migrar pro Firefox.
Eu não queria sincronizar com o Google Reader. Não quero mais tanta coisa na Google. Mas se o pessoal não fala a mesma língua, a gente tem que achar um tradutor, certo? Ora, se não consigo uma forma competente para gerenciar meus feeds entre diversos dispositivos, o jeito vai ser colocar tudo no Reader e poder, assim, usar o aplicativo que eu quiser para poder ler minhas páginas em qualquer canto – menos no Safari, que não conversa com o Google Reader, salvo se eu abrir a página da Google, o que não gosto de fazer, porque acho a forma de exibição horrível. Engraçado: a Google tem o melhor agregador de notícias, porque acessível em todo canto, mas tem uma forma de exibição que não me agrada.
Sinto muito em deixar o Safari. Gosto da forma que ele integra-se ao Mac, respeita as diretivas do sistema, enfim – é um bom produto. Mas ter um notebook rápido e se sentir navegando em uma carroça realmente é frustrante.
Gostaria, assim, de sugestões para o Firefox de métodos simples de ler RSS, respeitando categorias criadas. Alguém dá uma dica?
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Tags: Fiirefox, RSS, Safari, ipad
Posted by oculos on Jul 19, 2010 in
Apple,
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iPad
Minha primeira viagem sem o notebook. Vim somente de iPad.
Percebi que dá pra suprir quase todas as minhas necessidades. Claro, trouxe o teclado bluetooth, a fim de, em uma emergência, poder trabalhar com textos. E foi o que aconteceu: precisei corrigir alguns contratos.
A pena é que o Pages não suporta mudar a cor do fundo do texto, nem importa textos com fundos coloridos. Assim, fiquei impedido de vir os grifos que o cliente colocou em um contrato.
Tambêm estou chateado com o hotel. As conexões ethernet não funcionaram direito com meu adaptador Airport Express, e o sinal wireless era ruim em um dos quartos que fiquei.
O iPad é tudo o que um notebook deveria ser: rápido, leve e com uma bateria que dura horas. Venho a Belo Horizonte uma vez por ano para fazer a revisão dos olhos, e as vezes a espera pelos exames é entediante. Com o iPad podia jogar Scrabbles, ler (estou lendo “A Sombra do Vento”), checar e-mails, etc. Enfim, como eu disse em um post anterior, acho mesmo que o futuro da computação é algo como o iPad. Consigo imaginå-lo como meu computador principal, caso algumas outras interfaces pudessem ser integradas.
O chato, ainda, é a acentuação em português. Espero que atualizaem logo a firmware para incluir o português, e o layout US International PC.
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Tags: belo horizonte, ipad