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Quatro anos de corrida e o PS maior que o texto principal

Posted by oculos on Feb 5, 2012 in Corrida, Oslo, Principal

Agora em fevereiro completo 4 anos correndo. Eu sei que volta e meia volto a escrever sobre isso, como se fosse algum profeta, arauto ou religioso devoto e radical de uma seita qualquer. Mas vai ver é exatamente isso: escrevo sobre corrida, talvez para lembrar a mim mesmo porque quero continuar a correr, e porque preciso sempre acender uma vela nesse altar.

Acho que os melhores anos da minha vida vieram após começar a correr. Eu não acho que eu precisaria de um motivo para correr – correr basta por si só. Mas, após um período de stress em 2007-2008, após colesterol alto, após fim de um namoro, após atingir meu maior peso, correr parecia ser o escape, a promessa de redenção. E, de certa forma, foi.

Eu nunca fui disciplinado para nada, e não tinha fé alguma de que poderia sê-lo. Mas, curiosamente, conseguir sê-lo com a corrida, ainda que não tanto quanto deveria. E essa foi a primeira lição que aprendi: eu, também, posso ser disciplinado.

Agora, seis maratonas corridas (com duas previstas para esse ano), e, tendo chegado ao meu peso mais baixo desde que comecei a correr (16 quilos a menos), atingi o que Haruko Murakami chama de “running blues”. Já não tenho tanta vontade assim de correr. Mas corro. É como se fosse a corrida entregasse certa coesão a tudo o que faço, nÃo sei.

E não é que fiquei exatamente mais saudável depois que comecei a correr, se saudável significa não ter mais nenhum problema de saúde. Sim, minha alimentação é saudável, até onde se consegue manter uma alimentação saudável em um país onde a comida é, em grande medida, feita com molhos, produtos congelados e quase nada fresco. Mas desde que comecei a correr, tive várias intercorrências – desde asma, gastrite, a uma tireoidectomia. Nada provocado pela corrida. Aliás, cada problema de saúde, depois de superado, era um incentivo a correr não só pela saúde, já que nem sempre temos controle dela, mas sim porque correr em si basta. É, sem dúvida, uma religião, uma droga.

Não, não digo isso no sentido de vício, ou no sentido de corrida é mais um dos remédios de auto-ajuda que podem ser receitados para dar algum sentido à vida de alguém – embora até creio que isso tenha lá seu sentido. Também não me refiro ao efeito estimulante das endorfinas, algo já conhecido e que também já virou cliché (confesso que me sentiria muito mal em depender de um esforço monumental para correr só para produzir uma dose de um entorpecente). Digo que é uma religião porque, se nos rituais religiosos há certa catarse, há certa submissão a algo superior ou maior, nas pistas de corrida há certa diminuição nossa em razão de algo maior – chame-o de tempo, de distância, de suor, ou de desafio. Mas há também a atitude de trazer à pista, como se altar fosse, nossos problemas, nossos dilemas e aporrinhações, esperando que, através da auto-flagelação que é correr, alcancemos alguma luz, alguma absolvição, alguma misericórdia. E, desculpem-me por dizê-lo, frequentemente conseguimos alguma dessas coisas após a corrida. E logo eu, pessoa que não costuma comparar muita coisa às religiões deístas quer por crença, quer por devoção.

Mas não escrevo isso para fazer proselitismo. Odeio (mas com certa inveja) os promotores de lifestyles (e odeio ainda mais gente que usa expressões em inglês pra tudo). Odeio gente que diz que eu deveria defender o planeta, odeio gente que diz que eu deveria doar dinheiro para os pobres da África (ou de qualquer lugar – pobres, infelizmente, não faltam), ou que eu deveria ter melhor alimentação. Ou que deveria correr. Acho que o ódio é, em certa medida, porque essas pessoas estão corretas, assim como são nobres as causas que defendem. Mas não acho que eu, tão incerto que sou no que se refere à minha própria vida, tenho lá lastro para ficar dando palpite no que seria bom para os outros.

Se escrevo, é mais como um depoimento (ou como um pagamento de indulgência). Um relatório para mim mesmo, a fim de que compreenda que não se corre apenas para se chegar ao final de nada. Como Murakami, não ambiciono grandes tempos, grandes resultados. Corro, apenas, porque de certa forma, e não sei exatamente como, correr parece fazer de mim alguém melhor. Não melhor do que quem não corre, mas melhor do que eu seria sem a corrida.

E espero que o “running blues” seja apenas coisa de aniversariante da corrida. Que venham outros 4, 8, 12 anos de corrida.

E agora, em algo completamente diferente: descobri que adoro andar no transporte público de Oslo (bondes, principalmente), nas sextas e sábado à noite. Eles são inundados por hordas de gente jovem bêbada e falante, como se eu estivesse em uma praia baiana, e não em uma cidade onde os habitantes são silenciosos, via de regra, quando usam o transporte público – cada um com seu fone de ouvido e seu olhar distante.

No Brasil, não usava muito transporte público – aliás, usei no meu último mês, ao vender o carro e despertar certa curiosidade de meus colegas quando me viam andar de bicicleta ou pegar o ônibus. Cheguei a perceber certo olhar de solidariedade (ou pena) em um amigo que me viu na fila de um ônibus, como se pensasse “puxa, que pena, tão promissor, o mundo deve estar mau para os advogados”. E também nunca fui de falar com estranhos em um bar – no Brasil (ou em qualquer lugar) nunca me senti muito à vontade com estranhos em um bar – parece que não sou exatamente do tipo que vai ao bar e consegue engatar alguma conversa sobre alguma coisa relevante ao ambiente – qualquer que seja essa coisa – quando essa conversa implica em conseguir se inserir ali naquele contexto de diversão, paquera ou azaração. Mas, curiosamente, em Oslo parece não haver essa pressão, no sentido de que parece sempre ok falar com um estranho em um bar, falar merda com a garota bêbada ao lado, ou dar palpite se a amiga da menina deveria ou não ligar pro namorado dela para dizer que vai vê-lo ainda àquela noite. Sim, não consigo falar com estranhos em qualquer lugar, mesmo em um bar, mas em Oslo isso não me pareceu algo angustiante.

E no transporte público isso é um show à parte – desde gente vindo falar com você do nada, até escutar as maravilhosamente descontraídas conversas de gente bêbada e despreocupada, como se os sábados fossem carnavais e que as segundas podem esperar…

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Nostalgia

Posted by oculos on Aug 26, 2011 in Corrida, Oslo, Principal

Hoje resolvi me perder completamente na cidade ao correr. A idéia era sair aqui de casa, em Grünerløkka, e chegar até ao Frogner Park, passando pelo estádio de Bislett. Passei por esse último normalmente, mas, de alguma forma, passei pelo palácio do rei. Meio constrangido, fui para a calçada, passando em frente da embaixada dos Estados Unidos, achando que estava indo na direção correta. Corri uns 15 minutos mais, cheguei a um parque, era pequeno, mas não era o que eu queria.

Corri mais uns 10 minutos e… de novo no palácio do rei! Que coisa! Corri em círculo, e não entendi como ninguém veio me tirar dali (cheguei a uns 5 metros de um daqueles guardas que parecem uma estátua). Corri mais um pouco, e cheguei ao parque que eu queria, mas aí já era mais tarde, então peguei o metrô e o bonde para voltar pra casa.

Oslo não é a melhor cidade do mundo para correr. O cenário é sempre lindo, mas as pistas são melhores para a caminhada do que para a corrida.Muitas ladeirinhas, é difícil encontrar algo plano. Queria correr no estádio de Bislett, mas o problema é que só abre as 8 da manhã. Enfim, vou ter que dar um jeito, porque correr é minha droga.

O engraçado é que, quando se está longe de casa, qualquer coisa serve para dar saudade. Eu, apesar de protestante, vou ver se vou à igreja católica, apenas para ter uma lembrança de casa. Ouvir pagode ou música sertaneja no Brasil poderia, se por tempo prolongado (mais de 5 minutos), incitar-me ao suicídio. Aqui, serve para lembrar de coisas tão legais quanto quando pegava carona com um dos amigos de corrida para casa, e ele colocava “Trabalhador”, de Seu Jorge, ou “Voa Beija-flor”, de algum desses sertanejos.

Falando sobre música sertaneja, ao pegar o metrô de volta, coloquei essa música citada para ouvir, e, fato raro, prestei atenção na letra. Tem um verso que achei curioso:

“Voa beija-flor, você não vai mais sugar do meu amor
Vai sentir o amargo de outras bocas lembrando o meu sabor”

Senhor, cheio de misericórdia! “Sentir o amargo de outras bocas lembrando o meu sabor”?!?!?! QUE DOR DE COTOVELO DA PORRA!!!!! Gente, isso é lá coisa que se diga? Pronto, não sei se consigo mais escutar essa porcaria.

Melhor pra mim… heehehehhehe

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O esporte

Posted by oculos on Jun 12, 2011 in Corrida, Principal

Uma amiga comentou no Facebook dia desses de como estava surpresa por me ver tão ativo em relação à corrida. De fato, a coisa toda é realmente uma novidade na minha vida, novidade essa que se iniciou 3 anos atrás.
Eu sempre usava a desculpa dos grossos óculos para não praticar atividades físicas. Também tinha adenóide e, possivelmente, asma. Por isso, quando adolescente, não joguei futebol, não corri, não andava (muito) de bicicleta.
Isso me dá um certo arrependimento. Vejo como o esporte passa a ser inspirador. Na verdade, o que chamamos hoje de esporte, antigamente era a nossa profissão: nós, humanos, tínhamos que correr para sobreviver. Correr dos predadores, correr atrás da caça. Para mim, o estímulo maior é que, se consegui, após um passado tão sedentário, correr 5 maratonas (com a sexta a caminho), treinar 4, 5 vezes por semana, criar um círculo de grandes amigos através da corrida, emagrecer, etc., imagino que posso conseguir qualquer coisa – aprendi que disciplina e dedicação (algo que nunca julguei possuir) se consegue qualquer coisa.
Não quero, com isso, dar uma de escritor de auto-ajuda. Mas quero, apenas, que aqueles que sempre dizem “não consigo correr 10 metros” entendam que eu seria a última pessoa que todos os que me conheciam imaginariam correndo. Saibam que comecei andando, e andando devagar. Comi muita poeira na “velha” Olívia Flores. Tremi de frio no inverno, e cheguei molhado de chuva várias vezes em casa. Se eu consegui, qualquer um consegue.

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Correr por prazer

Posted by oculos on Mar 21, 2011 in Corrida, Principal

Sábado passado, participei de uma corrida aqui na cidade, e foi muito bom ver que as pessoas estão se interessando cada vez mais pela corrida.

É comum, quase todos os dias, alguém me pedir conselhos sobre como fazer para começar a correr. Aliás, acho que todo mundo que corre tem sempre uma história pra contar de alguém pedindo dicas de como iniciar essa “profissão”.

Eu tive a sorte de ter tido um excelente tutor na corrida – o “Notório Norberto”, com quem corria, faz uns 7-8 anos atrás, embora não tenha continuado a correr por longos anos, até que, 3 anos atrás, voltei e não parei mais.

Lembrei do Notório Norberto no sábado passado, quanto um pedido de conselho de um amigo, em uma festa de aniversário, me chateou um pouco.

Disse-me ele:

“Puxa, eu tenho muita dificuldade em começar. O meu personal trainer me disse que tenho que correr por x quilômetros com o batimento de XXX bpm. Isso pra mim é muito difícil, eu não consigo. O que eu faço?”

 

Sinceramente, e eu não estou aconselhando isso a ninguém, é apenas o que eu acho, o que é necessário às pessoas é bom senso, e não tanto de personal trainer – embora sempre ajuda ter alguém te orientando.

Embora os apetrechos tecnológicos fazem a diferença pra correr, embora seja excelente saber o batimento cardíaco, o tempo da corrida, etc. (e chamo a atenção – SEMPRE corra medindo seu batimento cardíaco, até por prevenção), as pessoas estão tirando o aspecto da diversão da corrida.

Ninguém vai se entusiasmar por um esporte se ele significar tortura.

Meu conselho a esse amigo, repetido hoje pela manhã para outro que me pediu ajuda, é o seguinte: corra por prazer. Corra por pouco tempo, tanto quanto você conseguir. Corra sem morrer de cansaço. Se não conseguir correr, alterne 4 minutos de caminhada e 1 de corrida – como Notório Norberto me ensinou e como eu comecei. Corra por você, porque é bom pra sua saúde, porque é divertido. E porque você pode. Você pode não conseguir correr 30 minutos a 140 bpm, mas você pode correr 10 minutos. O importante é começar, um pé após o outro.

Não adianta colocar planilhas e mais planilhas, metas complicadas e distantes. Correr, na minha humilde opinião – opinião de alguém que não tem muita disciplina – deve ser hábito. Não treino para uma maratona, ou uma corrida. Corro porque correr é meu estilo de vida. Meus treinos são minha corrida – as provas são apenas excelentes momentos de comemoração. Mas não corro para as provas – corro para a vida.

Portanto, corra por você. Corra porque é gostoso. Há mil motivos para correr. Eu comecei a correr porque queria perder peso. Mas hoje corro porque sou viciado, dependente, porque é gostoso. Não corro para melhorar meu condicionamento, porque sei que ele vai melhorar.

Não tire o prazer da corrida. Você não vai continuar a correr se isso não te der prazer. Assim, corra porque quer, porque gosta, mas não porque precisa correr a 140 bpm.

Mas, atenção: faça sempre uma avaliação física, use equipamento adequado, e busque informar-se sobre práticas saudáveis: pisos recomendáveis, atenção no trânsito, protetor solar, alimentação, etc. Ah, e a satisfação garantida de ter feito algo por você, porque você quis.

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Maratona de Porto Alegre: Missão cumprida

Posted by oculos on May 23, 2010 in Corrida, Principal

Completamos a marvada. Minha terceira maratona. E foi fantástica.

Adorei a cidade de Porto Alegre, devo dizer.

A organização foi impecável, exceto pela entrega dos kits. Achei ruim ser em uma loja um pouco apertada, e não teve a tradicional feira de produtos esportivos. Isso achamos que foi bem ruim.

A largada foi às 7:15 da manhã, portanto tivemos que madrugar.

Pronto pra largar!

O tempo estava ótimo, e houve distribuição excelente de isotônicos e água. Achei o isotônico (PowerRade) ruim, deixa um gosto meio adstringente na boca, mas os meus amigos que foram comigo gostaram muito. Questão de gosto. Gatorade, pra mim, é imbatível.

A bronquite afetou um pouco o desempenho, sendo que, nos primeiros 20km, corri mais lento do que gostaria, mas corri bem. O iPod não registrou a corrida, mas serviu como inspiração: algumas músicas que escutei durante o percurso me animaram muito, sendo que, em alguns momentos, parecia que ia decolar!

Finalizei em 3h46m (mais ou menos, tempo não-oficial), o que considerei excelente, levando em conta a bronquite já mencionada.

Local da chegada e da largada.

Pertinho da linha de chegada!

Depois fomos comer churrasco gaúcho, e devo confessar que, a partir dessa data, sou torcedor do Inter… ;)

UPDATE: Saíram os tempos oficiais! Meu tempo foi de 3:46:22! Fantástico… Fiquei em 63 na minha categoria (30-34 anos), em um total de 130 corredores (masculino), e em 402 em um total de 1119 corredores que terminaram a prova!

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iPod: a saga

Posted by oculos on May 11, 2010 in Corrida, Principal, ipod

Hoje fui correr com o iPod e um receptor antigo (nike+). Funcionou bem, só que interrompeu o treinamento antes que eu mandasse, de forma aleatória.

Estou pra desistir. Não sei se o problema é do iPod (já é o segundo), ou do receptor (já é o quatro ou quinto). Será que a condensação de umidade no armband é que provoca isso? Coincidentemente, quando usava o primeiro iPod com aquele primeiro armband da Nike, isso não acontecia – acho que ele favorecia a não retenção de umidade (embora ficasse encharcado por fora). Com esse novo armband da Apple, fica tudo embaçado, e o receptor parece reter um pouco de água.

Arrisco dizer que 20-30% da graça de correr está em correr com o iPod cronometrando. Será que vou ter que passar a usar polar/garmin/sportband ou outra coisa? :(

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iPod funcionando com o sensor da Nike!

Posted by oculos on May 10, 2010 in Corrida, Principal, ipod

O problema era o receptor. Coincidentemente, dois receptores que tenho tinham esse problema. Achei um terceiro, mais antigo, que funcionou normalmente. Vamos ver até quando vai funcionar.

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iPod nano 5th generation

Posted by oculos on May 8, 2010 in Corrida, Principal, ipod

Gostei do iPod Nano da quinta geração (5th gen), principalmente do recurso de filmagem. Dá pra fazer vídeos curtos de vez em quando e mandar para quem mora longe.

Adquiri esse iPod para substituir o anterior, que já não funcionava bem com o sensor da Nike+, que é o meu equipamento principal para correr. Embora, no último ano, não esteja mais correndo sozinho, graças aos amigos de todas as horas que adquiri com a corrida, ainda acho que correr com música é a melhor forma de fazer essa atividade. Porém, o meu iPod anterior dava uns travamentos com os sensores, às vezes não reconhecia o kit da Nike, etc.

Pois o novo iPod Nano tem um probleminha: se sua mão estiver meio suada, como costuma acontecer quando se corre, você não consegue mudar o volume. Achei a roda do volume (click wheel) horrível nesse modelo. Sem sensibilidade alguma. Mesmo com as mãos secas, a gente não consegue fazer uma rolagem rápida das listas de música.

Mas, o pior: mesmo com novo sensor, novo iPod, enfim, tudo novo, continuo a ter problemas. Hoje ele dizia para conectar o receptor da Nike, eu tirava e reconectava, e nada de o aparelho aceitar. Estou nesse momento fazendo um restore. E, durante a última semana, tive problema de treinamento interrompido sem eu fazê-lo, workout truncado (e não aceito pelo site), etc.

Estou bem chateado com isso tudo. Pra mim, a razão principal do iPod é usá-lo para correr e fazer um log dos treinamentos, além de ter um aparelho portátil pra ouvir música. Mas a confiabilidade original foi embora, e parece que vou ter que desistir de fazer logs com ele. Pena, mesmo.

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