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Cancelei a Sky!

Posted by oculos on Sep 1, 2010 in Apple, Principal

Eu consegui. Não imaginei que resistiria a alguma tentação de plano reduzido: cancelei a Sky.

Qual o sentido que faz assinar TV por assinatura que não tenha um DVR (gravador de vídeo)? Qual o sentido em pagar o dobro por um DVR? Qual o sentido em pagar o dobro por alta definição? Eu não tinha esses recursos, e meus horários jamais combinavam com os dos programas que talvez eu tivesse interesse em assistir.

Convenhamos que, com a internet e seus podcasts, torrents e que tais, temos muito mais opções de bons programas, com a conveniência de se poder assistir quando quiser e o que quiser.

Agora com esse sistema do iTunes, acho que vai ser ainda melhor. Pelo preço que pagava na Sky, posso alugar, em alta definição, cerca de 60 episódios por mês – mais do que eu jamais assistiria. Só espero que comecem a legendar os programas!

Sinceramente, a única coisa que me fará uma remota falta será poder assistir a cobertura ao vivo de alguma coisa, tipo BBC World cobrindo alguma reunião de cúpula, ou a CNN mostrando algum discurso do Obama. De resto, já foi tarde.

A propósito: alguém compra meu aparelho? :D

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Livros que li: Out of Capitivity

Posted by oculos on Aug 31, 2010 in Livros, Principal

Título original: Out of Captivity: Surviving 1967 Days in the Colombian Jungle

Autores: Marc Gonsalves, Tom Howes, Keith Stansell, Gary Brozek

Li a versão digital para Kindle, usando o aplicativo da Amazon para o iPad.

A história do seqüestro de Ingrid Betancourt sempre me interessou pelo imenso drama que é viver privado de sua vida rotineira e, de repente, ver-se no meio da selva, preso, por mais de cinco anos.

O livro tem como três de seus autores americanos que, também por mais de cinco anos, foram prisioneiros das FARC, sendo capturados quando o avião em que faziam reconhecimento de área para a inteligência americana caiu na selva colombiana.

Achei o livro bem interessante, embora às vezes um tanto quanto maniqueísta, embora o ghost-writer tenha tentado, obviamente, dar alguns contornos mais condescendentes em algumas das opiniões dos soldados. Vê-se claramente que, embora ali presente o drama vivido pelos americanos, há uma preocupação em marcar uma posição de bom-mocismo diante da adversidade. Não que eu não ache o bom-mocismo seja crível diante da adversidade – mas quando a opinião sobre quase todos os outros sequestrados se torna meio que detratora, fica complicado engolir que os americanos eram os bonzinhos, os éticos, os leais, e os outros não. Mas, enfim, eu não estava lá. Por isso penso, talvez, em comprar o livro escrito pela Clara Rojas, também sequestrada, e, ao que parece, escrito sem uma ghost-writer. Pode ser mais cru de se ler, mas possivelmente será mais autêntico.

Outra grande motivação para a leitura foi o fato de que a opinião dos sequestrados a respeito de Ingrid Betancourt não era das melhoras. Esta era tratada como arrogante, manipuladora e interesseira. Os americanos, durante um bom período, conviveram diariamente com a ex-senadora boliviana. Um dos autores, Keith Stansell, diz, sobre Ingrid, no final do livro: “Perdôo? Sim. Sigo em frente? Sim. Respeito? Não”.

Apesar do tom mais suave dado ao drama pelo ghost-writer, onde as mesquinharias tornam-se protagonista da história, colocando-se em plano menor o drama real da situação. Ou vai ver sou eu que não li direito. Ou vai ver, e é mais provável, que o drama real da situação é ver a dimensão que as pequenas coisas tomam quando se tem sua vida reduzida a uma prisão brutal e injusta, no meio da selva, e ver perdidos cinco anos de vida, roubados por esses criminosos.

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O bullying

Posted by oculos on Aug 30, 2010 in Principal

Não há nada de novo debaixo do Sol.

Em conversa animada com amigos, falamos brincando sobre o bullying, e, desde então, apesar de nossa conversa ter sido séria, veio a vontade de escrever sobre o assunto.

É impressionante como algumas coisas nunca mudam. Hoje vivemos na era do politicamente correto e da tecnologia difundida e presente na vida de todos. A modernidade dessas condutas levaria, supostamente, a uma elevação do espírito humano a não reproduzir comportamentos agressivos de outras gerações.

Coisas que hoje são comportamentos corriqueiros, como o uso de computador em demasia, antes eram motivo para chacota o estigmatização. A religião protestante, antes meio que “de gueto”, hoje é meio que “mainstream”.

Enfim, fui vítima de bullying, embora, à época, não tenha me dado conta disso. Também não me parece, pelo menos em uma análise rápida, que o comportamento discriminatório tenha sido grave como nos casos mais sérios, em que implicavam em agressões físicas e mesmo na resistência das crianças em ir pra escola. Porém, nem por isso deixou de moldar o que sou hoje e o quanto não tolero discriminação.

O bullying do qual fui vítima era baseado nos olhos típicos de quem tem glaucoma, na baixa estatura, na paixão por tecnologia, no fato de tirar boas notas (ignorando o fato de que eu não era lá de muito estudo), no fato de ter à época abraçado a fé evangélica (ainda que hoje bastante decepcionado com ela), no fato de ser desajeitado com as meninas, de não gostar muito das festas e das danças. Por não ter dinheiro para usar sempre roupas de marca.

Pode parecer que tudo isso seja normal, mas talvez todo adolescente queira se sentir incluído no meio em que está inserido. Talvez a prova maior disso seja o narcisismo demonstrado de forma escancarada na quantidade de fotos sorridentes do Orkut & Cia, onde todo mundo (inclusive este escriba) parece feliz, contente – superstar.

Naquela época, talvez como hoje, ao falar de forma mais fina, o adolescente era logo taxado de homossexual. A espontaneidade do gesticular, idem. Éramos treinados para sermos machos. Lembro-me do caso do pai de aluno que parou o carro e mandou que seus filhos batessem em um menino, à época com seus 13, 14 anos, porque este havia feito um comentário engraçado (mas nada ofensivo – nem mesmo grosseiro) sobre sua filha. O comportamento incentivado nunca foi o do diálogo, o da convivência respeitosa entre as crianças.

Imagino que o bullying que sofri seja mínimo comparado àquele sofrido por homossexuais, negros, portadores de necessidades especiais, etc. Talvez as sequelas sejam menores, mas existem. De qualquer forma, não me prejudicaram tanto quanto poderiam, já que, pra bem ou pra mal, nunca achei razoável que alguém pudesse ser punido por suas características naturais ou vítima de discriminação por suas opções, gostos, idéias ou que tais. E hoje, fico feliz por não discriminar, ao menos conscientemente, amigos e amigas “diferentes” (expressão por si só já discriminatória), ainda que pressionado pela exposição contínua a outros que o fazem e que apontam o dedo a nós, exigindo igual comportamento.

Sei que, por causa do bullying do passado, que há os que evitam as boas amizades por pressão de grupos. Há os que fazem mil plásticas para corrigirem alguma imperfeição (como se perfeição existisse) apenas por pressão social. Há os que evitam abrir a boca em público por conta da sua voz. Há os que se fecham ou passam a andar em guetos. Há os que procuram mimetizar o tal “comportamento ideal”, anulando a própria individualidade.

E, infelizmente, nada mudou, a não ser a percepção que o problema existe. E o comportamento de agressão e discriminação continua a ser reproduzido de pai pra filho. Nós, adultos, não costumamos dar bons exemplos de convivência. São as pequenas gozações (você anda demais com fulano – será que é igual a ele? – você comprou um carro pequeno – combina com seu tamanho!), sem nenhuma intenção ofensiva, mas que reproduzem a noção preconceituosa do certo e do errado quanto a critérios de beleza, raça, gênero, etc. Esse tipo de comportamento é abominável quando parte de estranhos, mas eu, pelo menos, ignoro estranhos. Porém, às vezes nós mesmos repetimos as mesmas agressões, sob pretensa forma de brincadeira, que, praticadas por nossos filhos, condenaríamos se tivéssemos bom senso. O amigo que fala fino passa a ser gay (“not that there’s anything wrong about it”, pra quem é fã de Seinfeld), o que de baixa estatura é o “baixinho”, o mais pesado é o “barrigudo”, “gordo”, o alopético é o… enfim – vocês percebem como os pequenos estigmas são sorrateiros.

Nem sempre percebemos que, pra quem levou uma vida a ser molestado psicologicamente com estigmas, não é fácil continuar a sê-lo na vida adulta, ainda que sob forma de inofensivas brincadeiras. Acho, assim, que é imperioso, não por adesão a uma convivência politicamente correta e pasteurizada, mas sim por uma questão de respeito à diversidade, que passemos a pensar em uma nova forma de humor, em uma nova forma de tratar as pessoas, em um jeito aberto, sem as amarras pseudo-culturais que nos impelem a uma forma tão hostil ao semelhante, ainda que sob o pretexto de uma simples brincadeira.

Ao escrever sobre o assunto, fiquei pensando se, de fato, deveria fazê-lo. Alguns amigos dizem que as pessoas não deveriam falar tanto de si na internet, questões de privacidade, etc. Mas eu penso que devemos, sim, falar de tudo o que nos torna mais humanos. A ditadura das fotos sorridentes do Orkut cria hoje uma falsa sensação de que só nossos êxitos e qualidades devem ser mostrados, como se devêssemos esconder debaixo do tapete a miséria que, às vezes, representa nossa condição humana de seres imperfeitos e desajeitados nesse mundo tão estranho. E eu, pelo menos, não quero me render a ditadura alguma, porque eu sei que nossas misérias nos unem mais do que nossos sorrisos falsos (embora alguns desses sorrisos, de tão genuínos, talvez nos unam ainda mais, não sei…).

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Amor próprio

Posted by oculos on Aug 28, 2010 in Principal, Vitória da Conquista

Eu não sou perfeccionista. Sou prático.

Mas detesto que digam que meu trabalho ficou ruim. Não acontece, é bem verdade, talvez porque eu, de fato, procuro ser cuidadoso com o que faço.

Por que é, então, que essa empresa que está furando Conquista inteira para levar água para Belo Campo está colocando uma borrinha de asfalto, de forma tão porca e descuidada? Por que não deixou a via pública do jeito que encontrou? Por que não respeita o dinheiro público gasto para construir a via? Por que não percebe que é horrível dirigir em vias tão desniveladas?

Mas, acima de tudo, por que não percebe que todo mundo vai dizer que o trabalho parece porco, descuidado e “armengado”?

Bom, vai ver o otário sou eu, que penso que há coisas mais importantes do que o dinheiro fácil do descuido com o trabalho sério.

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Filmes que vi: O Abraço Partido

Posted by oculos on Aug 24, 2010 in Filmes, Principal

Titulo original: El Abrazo Partido

Filme argentino sobre jovem que quer aproveitar a nacionalidade da avó (polonesa) para emigrar para a Europa. Em meio a isso, seu cotidiano é retratado. Bom filme.

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Dilly Calçados e a desumanização do trabalho

Posted by oculos on Aug 24, 2010 in Direito, Política, Principal, Vitória da Conquista

Como advogado, tenho que engolir alguns sapos. Às vezes ganhamos, às vezes perdermos.
Alguns processos que perdemos são mais difíceis de engolir do que outros. Não pelo seu valor econômico, mas sim pela injustiça que a sucumbência processual significa para quem dela é vítima.
Algo que sempre me chamou a atenção desde que li o livro “O Mundo na Corda Bamba” (One World, ready or not), foi que devemos começar a nos preocupar com a origem dos nossos produtos. Ou, melhor dizendo: quem produz nossas roupas de grife, nossa comida, nossos computadores? Será que usam o trabalho infantil? Será que fazem horas extras? Será que ganham o suficiente para viver?

Conheçam Luciana (nome fictício). Por morar distante da fábrica do grupo DASS (que produz artigos das marcas Fila, TryOn, Dilly e Umbro) em Vitória da Conquista, Bahia, acorda cedo e pega o ônibus todos os dias. Ganha salário mínimo, o que significa que Luciana nunca vai comprar um tênis de uma das marcas que ajuda a confeccionar. Isso sem falar nas condições de trabalho, péssimas, segundo já divulgado na imprensa. Aliás, a indústria calçadista é assim – em Itapetinga, a Azaléia foi proibida pela justiça de usar determinada máquina que já causou amputações e outras seqüelas aos trabalhadores ali.

Um belo dia, Luciana recebe um aviso de demissão por justa causa. O motivo? Luciana utilizara o vale-transporte fora do horário de trabalho. Não mais que CINCO vezes. Algumas dessas vezes, Luciana foi levar seu filho ao médico. Acompanhei Luciana em sua reclamação trabalhista. Sua chefe confirmou, em audiência, que Luciana, mesmo tendo utilizado o vale-transporte fora do horário de trabalho, continuou a usar o transporte público para ir para a fábrica. Isso quer dizer que Luciana compensou o uso do vale-transporte feito em outro horário com dinheiro do próprio bolso, diferente daquelas pessoas que vendem o vale-transporte para conseguir um dinheiro extra.

Mesmo assim, a justa causa prevaleceu. Luciana não iria ganhar muito dinheiro, mas até isso o juiz lhe negou. Certa estava a empresa, já que a lei prevê que o mau uso do vale-transporte poderá ensejar justa causa. Embora a jurisprudência fosse farta no sentido de que a justa causa deve ser proporcional à falta, o juiz não quis nem saber: abençoou a rigidez da empresa.

Infelizmente, o poder estabelecido é assim com os trabalhadores: a Luciana, nega-lhe uma pífia indenização (será que chegaria a R$1.000,00?). À Dilly, incentivos fiscais para implantação da fábrica. Vendem o Estado para exploração do trabalho.

O pior: como explicar a Luciana que outro juiz foi mais razoável, e anulou a justa causa de uma colega de trabalho despedida pela mesma razão, segundo Luciana?

Enfim, como ao advogado, além de lutar, resta recorrer, recorri. Os ouvidos do Tribunal foram moucos. Apelei a Brasília. Negaram o seguimento ao recurso (grande novidade). Agravo. Nessa, vamos morrer brigando.

A insensibilidade com o trabalhador é gritante. A DASS, cujo faturamento deve ser enorme, economizou seus centavos. Luciana, desempregada, aguardou em vão que lhe fizessem justiça. Infelizmente, os que lhe negaram justiça não estavam muito preocupados em… fazer justiça, talvez usando sapatos da Dilly adquiridos com bons salários, fabricados com o suor de gente como Luciana, sapatos que Luciana não podia e não pode comprar.

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Testando a máquina fotográfica

Posted by oculos on Aug 22, 2010 in Principal

Quero levar fotografia a sério. Quero saber tirar foto direito.

Enfim, quero tirar fotografias menos ordinárias.

Hoje resolvi fazer umas experimentações. Ainda tenho muito o que aprender… :(

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Filmes que vi: O Bem Amado

Posted by oculos on Aug 22, 2010 in Filmes, Principal

Sinceramente, não sei como passou pela cabeça de alguém tentar reconstituir a história original.

Dramatizaram demais a cômica história de Odorico Paraguassú. Sinceramente, pra mim não foi engraçado. Não é que seja ruim. Mas é que quem viu o original não poderá jamais gostar dessa versão nova. É como ler um livro e depois ver o filme – nunca vai haver a mesma imersão na história.

E o áudio, ainda por cima, não era dos melhores, o que implicava em não se entender algumas das tiradas do protagonista, o que, pra mim, é o que há de melhor na história.

O resto – drmático demais, exagerado demais, caricato demais. Se soubesse, não teria assistido.

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Filmes que vi: Bastardos Inglórios

Posted by oculos on Aug 22, 2010 in Filmes, Principal

Título original: Inglourious Basterds

Um dos melhores filmes que vi esse ano. Muito, muito bom. Quentin Tarantino em um momento genial.Vale mesmo a pena assistir.

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Filmes que vi: Shrek para Sempre

Posted by oculos on Aug 22, 2010 in Filmes, Principal

Título original: Shrek Forever After.

Já faz tempo que vi, e achei muito bom. A velha história do que “você é feliz e não sabe”. Divertido, mesmo.

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Livros que li: A Sombra do Vento

Posted by oculos on Aug 22, 2010 in Livros, Principal

Autor: Carlos Ruiz Zafon

Na verdade, li a versão em inglês, “The Shadow of the Wind”, porque queria testar o iPad como leitor de livros e estava justamente com esse livro pra ler em papel. Porém, como estava em viagem, preferi baixar a versão digital – livros em inglês sempre custam menos que em português, e menos que agumas palavras dêem trabalho, acaba valendo a pena.

Adorei o livro – um dos melhores que já li. Bom, muito bom mesmo. Vale a pena. Narra a história de um garoto que, ao ler seu primeiro livro, decide saber mais sobre o autor, e acaba enveredando pelo mistério que envolve a vida deste.

A coisa ruim é que o dicionário do iPad não traduz, apenas dá o significado das palavras em inglês, e o tradutor usou palavras mais sofisticadas que o original, presumo eu. Aliás, acho que foi um erro ter lido a versão em inglês. É que o livro era em espanhol, e imagino que o inglês atenuou um pouco a aspereza do idioma original, que com certeza seria preservada em português. Alguns diálogos pareceram-me formais demais, o que, imagino, não era o caso da versão espanhola/portuguesa.

Se não leu, leia. Fantástico, mesmo.

A propósito, ler no iPad, pra mim, era melhor que ler o papel. À noite, pra mim, era mais confortável. Era prático, porque levava pra sala de espera de consultório médico, ou enquanto aguardava alguma audiência, ou em quarto de hotel.

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Novo blog

Posted by oculos on Aug 18, 2010 in Principal

Prezados leitores,

Alguns dos posts mais populares desse blog são sobre a Oi:

http://maneblog.mgate.com.br/2006/03/21/oi-conta-total-nao-e-tao-total-assim/

http://maneblog.mgate.com.br/2005/01/13/a-oi-apronta-mais-uma/

São milhares de acesso, com muitos comentários. Sei que existe muita gente insatisfeita com a Oi.

Pensando nisso, criei um site especialmente dedicado aos problemas que os usuários enfrentam com a Oi. Peço aos amigos que divulguem, que twitem, que informem a todo mundo sobre essa novidade.

E cliquem nos anúncios!

O endereço é:

http://euodeioaoi.com

Cliquem nos anúncios e ajudem a manter esse espaço que ora nasce!

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Eu tenho um sonho…

Posted by oculos on Aug 11, 2010 in Principal

Eu tenho um sonho…

Eu sonho que um dia empresas como a Oi irão ter um ataque de vergonha na cara. Irão, ao invés de ficarem batendo no peito e arrotando o fato de serem empresas nacionais (faz-me rir), propagandearem que seus serviços são de qualidade com pelo menos alguma razão. De que ofereceriam o melhor para o consumidor, não somente por exigência do mercado, mas porque o verdadeiro orgulho da empresa seria a excelência dos seus serviços.

Mas sonho principalmente com o dia em que venham a ofertar velocidades decentes de banda larga em Vitória da Conquista (e no resto de sua área de concessão), não porque há competidores, mas sim porque seriam uma empresa séria, com vergonha na cara. Vergonha que hoje não lhe falta, já que continua sendo essa porcaria de empresa a oferecer velocidade que mal dá para ver video no YouTube.

Embora eu seja 100% contra a pena do apedrejamento, acho que, ao invés de trazer os portugueses para a Oi (o que, de repente, poderá trazer a tal vergonha na cara que falta à empresa), Lula deveria mandar a empresa operar no Irã. Ou penalizá-la com chibatadas. Ou, a solução clássica: enrabamento dos executivos da empresa por eqüinos de grande porte, como já sugerido.

E o dia está apenas começando… :D

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Como iniciar na corrida

Posted by oculos on Aug 5, 2010 in Corrida, Principal

Se você sempre se perguntou como começar a correr como forma de se sentir melhor, de se exercitar ou para perder alguns quilinhos, Um guia excelente é esse site aqui. Ele é inglês, mas logo abaixo na página inicial você pode ter acesso ao guia em português.

Parece mesmo valer a pena!

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Fiat 500

Posted by oculos on Aug 4, 2010 in Principal

Depois de ter jurado nunca mais comprar um Fiat na minha vida, paguei a língua: comprei um Fiat 500. E devo dizer que se trata do melhor carro que já tive.

Não sei, mas tenho a impressão que aqui em Conquista as pessoas compram sempre os mesmos carros, com as mesmas cores: prata, branco ou preto. É difícil ver carros diferentes, ou cores diferentes. Eu precisava de um carro mais urbano, com tecnologia (já que sou nerd), e moderno. O preço é meio salgado (puxa, por que não fabricam ele no Brasil?), mas, se parar para pensar, poucos carros com a tecnologia que vem no 500 custam mais barato que ele. E como quase nunca dirijo em estradas, a opção pelo 500 tornou-se clara: fácil de estacionar, baixo consumo, direção excelente.

O sistema Blue&Me da Fiat é realmente fantástica – há uma integração sensacional com os telefones celulares, podendo chamar nomes por reconhecimento de voz, fazer com que o carro leia os sms recebidos (infelizmente não funciona com o iPhone), etc.

A comunidade dos proprietários é enorme em foruns internacionais, o que é muito bacana, já que, no Brasil, não vi nenhuma página dedicada ao dito cujo.

Acho que o carro é uma opção excelente para pessoas solteiras ou como segundo carro de famílias maiores. Divertido de dirigir, ecologicamente mais adequado e com um visual muito bacana.

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Eliane Castenhêde e a claque anti-Lula

Posted by oculos on Jul 29, 2010 in Principal

Uma das coisas que tem me impressionado nos últimos dias é o fato de que as pessoas não refletem de forma mais profunda sobre o governo Lula, ou sobre o comportamento do presidente.

Eu devo dizer que detesto a relativização dos direitos humanos, como jå foi feito por Lula em relação a Cuba e em relação ao Irã.

Porém entendo que isso não é salvo conduta para o oportunismo de certas opiniões, como a de Eliane Castanhede na Folha de São Paulo de hoje. Em seu artigo que reclama contra Lula ter recusado apoio à iraniana que vai levar chibatadas, sai-se a Sra. Castenhede com essa:

“Então, entrar na contramão internacional e se meter com o regime Ahmadinejad num acordo que ninguém levou a sério, pode.”

O fato de que o tal acordo é assunto polêmico deveria fazer com que a colunista tivesse ao menos cautela em analisar algo que todo mundo se pergunta hoje: há a necessidade de ampliação do número de atores nas discussões internacionais? O Brasil agiu errado em tentar ser protagonista, ou apenas foi enganado pelas potências?

Enfim, quem responde é o Nelson de Sá, na mesma Folha de hoje:

“A agência russa RIA Novosti noticiou que a União Europeia vai discutir com EUA, Reino Unido, França, China, Rússia e Alemanha, o chamado grupo 5+1, “a proposta do Irã de incluir Turquia e Brasil nas negociações sobre seu programa nuclear”. Foi o que anunciou a chanceler da UE, em Bruxelas. O “Moscow Times” acrescenta que “a Rússia quer a presença de Turquia e Brasil”.
E o “WSJ” destacou na home que, segundo o chanceler turco, “o Irã se compromete a parar de enriquecer urânio em grau elevado se as potências concordarem com o acordo de troca de combustível fechado com Turquia e Brasil”.”

E, continua o colunista:

“A “Foreign Policy” postou na home a saída do “principal especialista em Irã” do Departamento de Estado, Jim Limbert. Ele diz que resolveu deixar o cargo diante da “sensação de que não estamos no lugar em que queríamos estar” e de que o governo Obama não escapou da sina de três décadas de ataques retóricos a Teerã, que “não criam uma confiança” mútua.
A “FP” vê a desistência como “ponto de mudança” -e ouve Trita Parsi, do Wilson Center, que prepara livro sobre a relação EUA-Irã e diz que Obama “não mostrou a paciência necessária e deveria ter reagido com mais entusiasmo ao acordo turco-brasileiro”.”

Eliane Castenhêde está se tornando uma monocórdica crítica, abandonando o posto de jornalista para assumir a gerência de claque anti-Lula. Não importa qual o assunto da crítica; qualquer coisa serve como pretexto para reforçá-la.

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Sobre RSS

Posted by oculos on Jul 28, 2010 in Mac, Principal, iPad

Esse blog é lido por amigos que tenho e que têm interesses bem distintos – uns gostam de ler sobre assuntos jurídicos, outros sobre tecnologia, outros sobre as bobagens que escrevo, etc.

Muitos não conhecem o recurso de RSS. portanto, caro leitor, ainda que você não seja um usuário feroz de todos os recursos que a internet oferece, aqui está a sua lição de casa: aprender o que é RSS.

Dito isso, devo dizer que, agora que mudei de navegador, estou com um problema: uma boa extensão que me permita ler meus feeds de uma forma parecida com a que o Safari usa. O Safari, pra mim, tem o melhor leitor de RSS que existe. No Desktop. Porque, senhores, o melhor leitor de RSS do mundo, pra mim, chama-se Reeder, no iPad.

Passei a usar o Google Reader como forma de sincronizar os artigos já lidos, algo que o Safari não faz . Fiz isso como resultado da mudança pro Firefox, já que, nesse navegador, o leitor interno de RSS é ruim. Aí instalei um addon, Feedly, ou algo assim, que me fez usar o Google Reader, o que eu não queria. Mas isso me chamou a atenção para algo que eu não havia pensado: não seria legal poder ler as notícias no iPad e não ter que marcá-las como lidas no Desktop?

Era só o começo. Aí começou a minha luta para encontrar o programa perfeito de RSS no iPad. Testei uns 5 ou 6 . O Reeder é imbatível, ao ponto de, no trabalho, mesmo com o navegador aberto no Mac, sacar o iPad para ler as notícias.

Agora gostaria de saber se encontro uma forma de ler o Google Reader no Firefox de uma forma similar à que o Safari mostra seus RSS. Ou, no caso de voltar prop Safari, como mostrar as páginas do Google Reader da forma que os RSS salvos como bookmarks são exibidos.

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Caraio…

Posted by oculos on Jul 28, 2010 in Mac, Principal

Quando mudo pro Firefox, melhoram o Safari. Bosta.

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Justiça Fiscal

Posted by oculos on Jul 26, 2010 in Direito, Política, Principal

Esse assunto, embora nem sempre fácil de se discutir dado à sua complexidade, deveria fazer parte da nossa educação básica. Enfim, tomei conhecimento do blog que agora indico, e sugiro a leitura desse artigo. Fala a articulista exatamente sobre a forma injusta usada na tributação brasileira.

Vale a pena marcar esse blog como um dos favoritos.

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Importar o Kindle sem impostos

Posted by oculos on Jul 24, 2010 in Direito, Política, Principal

Caramba, fico muito admirado quando advogados vão à luta por causas cujo valor econômico nem sempre é enorme, mas que constituem uma resposta aos desaforos que somos obrigados a suportar por viver em um país com crise de identidade.

Essa crise de identidade reflete-se nessa coisa do país querer se modernizar, mas com carga tributária que desestimula a aquisição de bens de consumo de alta tecnologia. Mas sobre isso escrevo depois.

O que interessa é que o colega Marcel Leonardi conseguiu na justiça liminar que o livrou de pagar impostos na compra de um Kindle. E mais: com um altruísmo digno de aplausos, divulgou a “receita de bolo” no seu site.

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Shampoo

Posted by oculos on Jul 20, 2010 in Principal

Como macho não-metrossexual, só compro o necessário para não ficar com macagambonça (cheiro de macaco, gambá e onça).

Porém, ô coisa chata é comprar a porcaria do shampoo. Você entra no supermercado e, ao contrário de antigamente, quando você só tinha 3 opções (seco, oleoso ou normal), hoje não se encontra mais os tais tipos velhos de guerra. Aliás, só se tem shampoo pra cabelo danificado, liso, quebradiço, colorido, etc.

Puta-que-o-pariu, cadê o shampoo descomplicado, pra homem, sem frescura?

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Noticias

Posted by oculos on Jul 19, 2010 in Apple, Principal, iPad

Minha primeira viagem sem o notebook. Vim somente de iPad.

Percebi que dá pra suprir quase todas as minhas necessidades. Claro, trouxe o teclado bluetooth, a fim de, em uma emergência, poder trabalhar com textos. E foi o que aconteceu: precisei corrigir alguns contratos.

A pena é que o Pages não suporta mudar a cor do fundo do texto, nem importa textos com fundos coloridos. Assim, fiquei impedido de vir os grifos que o cliente colocou em um contrato.

Tambêm estou chateado com o hotel. As conexões ethernet não funcionaram direito com meu adaptador Airport Express, e o sinal wireless era ruim em um dos quartos que fiquei.

O iPad é tudo o que um notebook deveria ser: rápido, leve e com uma bateria que dura horas. Venho a Belo Horizonte uma vez por ano para fazer a revisão dos olhos, e as vezes a espera pelos exames é entediante. Com o iPad podia jogar Scrabbles, ler (estou lendo “A Sombra do Vento”), checar e-mails, etc. Enfim, como eu disse em um post anterior, acho mesmo que o futuro da computação é algo como o iPad. Consigo imaginå-lo como meu computador principal, caso algumas outras interfaces pudessem ser integradas.

O chato, ainda, é a acentuação em português. Espero que atualizaem logo a firmware para incluir o português, e o layout US International PC.

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Área do novo aeroporto

Posted by oculos on Jul 14, 2010 in Principal

Conforme já publicado aqui, já foi publicado decreto expropriatório da área destinada ao novo aeroporto.

Muitos perguntaram exatamente onde seria. Então, segue imagem da área para que se tenha uma idéia da sua localização.

Fica a cerca de 3km do Atacadão, ou a 2,5km do posto da Polícia Rodoviária Federal.

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Idéias

Posted by oculos on Jul 12, 2010 in Principal, Vitória da Conquista

Coisas em que ando pensando:

- Conversando com uma phd na área da Biologia, ouvi queixas a respeito da resistência de alguns setores quanto a testes em animais, ou a pesquisas com células embrionárias. Eu lembro de uma palestra da profª Maria Auxiliadora Manahim onde ela dizia mais ou menos isso: ora, porque não pensar nessas coisas como a vida se sucedendo, se transformando e, sobretudo, vida preservando, em última análise, vida.

- Conversando com fantástica psicóloga, não parei de pensar desde então: se queremos uma polícia mais humana, porque o seu treinamento é justamente focado em subtrair-lhe a auto-estima, a individualidade, etc., enfim, tudo aquilo que faz de nós pessoas únicas? Perguntei a ela, e continuo perguntando: pra ser eficaz, o policial (ou o soldado do Exército – o militar, em suma), precisa ser moldado de forma tão repressora? É um fato que temos que aceitar tal qual a água ser feita de H2O?

Férias acabadas, agora é voltar ao trabalho com todo o gás.

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Decreto desapropria área para novo aeroporto de Vitória da Conquista

Posted by oculos on Jul 12, 2010 in Política, Principal, Vitória da Conquista

Finalmente foi publicado hoje o decreto de desapropriação de área para a construção do novo Aeroporto de Vitória da Conquista.

O dito cujo vai ser construído em área próxima à Rio-Bahia (BR116), no Povoado do Pé de Galinha.

Segue cópia do decreto:

DECRETO Nº 12.246 DE 08 DE JULHO DE 2010

Declara de utilidade pública, para fins de desapropriação, a área de terra que indica, e dá outras providências.

A PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, NO EXERCÍCIO DO CARGO DE GOVERNADOR DO ESTADO DA BAHIA, no uso de suas atribuições e à vista do disposto no art. 164, inciso IV, da Constituição Estadual, no art. 5º, alíneas “h”, e “n”, do Decreto-Lei nº 3.365, de 21 de junho de 1941, e alterações posteriores, e do que consta do Processo nº 0900100014522, do Departamento de Infra-Estrutura de Transportes da Bahia – DERBA,

D E C R E T A

Art. 1º – Fica declarada de utilidade pública, para fins de desapropriação, a área de terra medindo 6.160.000,00m², pertencente a quem de direito, com as acessões e benfeitorias nela existentes, localizada à margem direita do km 1.074 da BR-116, no sentido Vitória da Conquista-Rio de Janeiro, nas proximidades do Sítio São José, conhecido como Pé de Galinha, Município de Vitória da Conquista – Bahia, a seguir descrita: partindo-se do ponto P-1, de coordenada plana N = 8.348.451,37 e E = 296.336,70, com azimute de 305º38’42’’ e distância de 5.600,00m, determina-se o ponto P-2, de coordenadas N = 8.351.714,73 e E = 291.785,83; daí, com azimute de 36º10’49’’ e distância de 1.100,00m, determina-se o ponto P-3, de coordenadas N = 8.352.608,66 e E = 292.426,85; daí, com azimute de 125º38’38’’ e distância de 5.600,00m, determina-se o ponto P-4, de coordenadas N = 8.349.345,29 e E = 296.977,72; daí, com azimute de 216º1’56’’ e distância de 1.100,00m, retorna-se ao ponto P-1, fechando-se a área poligonal em descrição, conforme levantamento do Sítio Aeroportuário elaborado pela Gerência de Terminais do Departamento de Infra-Estrutura de Transportes da Bahia – DERBA.

Parágrafo único – A área de terra de que trata este Decreto destina-se à implantação de um novo aeroporto regional, a ser localizado no Município de Vitória da Conquista – Bahia.

Art. 2º – Fica o Departamento de Infra-Estrutura de Transporte da Bahia – DERBA, autorizado a promover os atos administrativos e judiciais, se necessário em caráter de urgência, com vistas à efetivação da desapropriação de que trata este Decreto e a imitir-se na posse respectiva, providenciando, inclusive, a liquidação e o pagamento das indenizações, utilizando-se, para tanto, dos recursos de que dispuser.

Art. 3º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA, em 08 de julho de 2010.

TELMA BRITTO
Governadora, em exercício

Eva Maria Cella Dal Chiavon
Secretária da Casa Civil
Wilson Alves de Brito Filho
Secretário de Infra-Estrutura

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Meia Maratona de Aletsch

Posted by oculos on Jun 28, 2010 in Corrida, Principal

Bom, viajar e não correr um pouquinho não é viajar, não é verdade? :)

Meu amigo da Suíça, que só pode ser doido da cabeça, inventou fazer uma inscrição para uma meia-maratona que seria pedreira pura, tanto figurativamente quanto literalmente falando: Aletsch Halbmarathon. Aletsch é uma cadeia de montanhas com algumas geleiras (neves eternas) nos topos. A trilha, de 21km, é bastante irregular, com trechos só possíveis para caminhada. Para vocês terem uma idéia, o primeiro colocado terminou a prova com mais de 1h30m, o que, em uma meia-maratona, é muito tempo. Eu nem quero dizer o meu tempo, de tão alto que foi.

Vejam abaixo a altimetria – a gente tinha que caminhar por pelo menos uns 5km, quer pelo terreno, quer pela inclinação:

A corrida foi fantástica: corri com uma camisa da seleção, e isso atraiu muita simpatia do pessoal que assistia. Uns gritavam “Gol do Brasillllll”, outros puxavam conversa – a corrida é bem socializante, porque ninguém está pensando em fazer um tempo de prova baixo – e isso rendeu algumas conversas, desde o alemão que queria saber sobre nossos preparativos para a copa de 2014 (e falou sobre toda a escalação deles para o jogo contra a Argentina), até uma suíça que estava hospedando uma amiga de São Paulo. Enfim, as pessoas ficavam admiradas por ter um brazuca correndo naquele lugar.

A vista foi um espetáculo à parte – um dos cenários mais lindos que já vi. A temperatura, lá embaixo, era de uns 25 graus. Lá em cima, menor que 9 graus. Ainda tinha muita neve e tudo mais.

A experiência foi fantástica, mesmo!

UPDATE: Esqueci de mencionar algo sobre a organização do evento: distribuição excelente de água, isotônico, chá (sim, chá) e pepsi (no final), além de banana e barra de cereais. Na chegada tinha nussschneke (bolinho de nozes), bärlimüsli, maçã, banana, etc. Muito boa a organização, como é típico na Suíça.

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Em Lugano

Posted by oculos on Jun 25, 2010 in Principal

Finalmente testando o ipad. Unico defeito: horrivel pra digitar. Fantastico para todo o resto. Pena que ainda nao tem correcao para o portugues.

O cantao de Ticino é muito interessante, porque é a Suica, mas com toque latino. Aqui, ao contrario do que eu disse no Posturas anterior, voce pode pedir opiniao a um vendedor sem parecer um ET.

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Impressões

Posted by oculos on Jun 22, 2010 in Apple, Principal, iPhone

Assistir a jogos do Brasil fora daí dá um banzo meio que inexplicável. E foi muito bom assistir ao jogo junto com outros brasileiros. A torcida foi muito animada.

Mas quem pensa que os suíços são desanimados, ledo engano. Assistir o jogo da Suíça (e ver aquele espetáculo terrível) foi tão divertido quanto. Eles gritavam, xingavam, tomavam cerveja… E o telão falhou, o povo deu risada, o telão voltou com uma novela, o povo ria… Enfim, foi muito bom mesmo!

É claro que os suíços, como todos os povos, não cabem exatamente em um rótulo. Mas as experiências com atendimento às vezes são boas, e, na maioria das vezes, são estranhas: não peça a um vendedor suíço uma opinião do tipo “você acha melhor esse ou esse?”. A resposta vai soar rude, mas pra eles a pergunta é que é estúpida. Eu dificilmente me acostumaria com isso, pra dizer a verdade.

Confundi tudo hoje: celular com o horário do Brasil, fui usar um aplicativo no iPhone para localizar os bondes e trens, e ver os horários de partida. Deu tudo errado. Merda.

A bateria do iPhone 3G já não durava muito. Com esse iOS 4, não dura nada. Bosta.

O melhor vem agora: comprei um iPad! É fantástico. Vai virar o computador principal de muita gente, sem dúvida alguma. Via senhoras de idade testando na Apple Store. Algo sensacional, mesmo. Não comprei a versão 3G – está esgotada, sendo que a previsão é que só deve chegar em umas 3 semanas. E, pensando bem, não faz muito sentido: a gente já paga plano de dados para o celular, gastar com plano de dados para o iPad não me parece sensato. Vou fazer um jailbreak no iPhone (no próximo) e usá-lo como roteador.

De resto, frio danado aqui – nem parece que é verão. Saudade de casa, mas adorando cada segundo. Rever amigos que não via há 10 anos, ir na Apple Store, pensar sobre a vida… enfim, aproveitar toda a perspectiva que uma viagem nos dá.

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Em uma apple store

Posted by oculos on Jun 21, 2010 in Principal

Testando o iPad. Sim, é fantástico. Não, nāo quero sair daqui.

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PS

Posted by oculos on Jun 20, 2010 in Principal

A propósito do post anterior, segue vídeo enviado pela tal testemunha sobre o forró na Europa:

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