Posted by oculos on Oct 22, 2011 in
Apple,
Mac,
Principal,
iPad
De alguns anos pra cá, sempre segui o conselho dos mais velhos, e passei a fazer backup de todos os meus dados.
Hoje em dia, fazer backup é muito relevante, já que nossa história é quase toda digital – fotos, músicas, documentos e até livros. É claro que muita coisa já tem backup por si só, devido ao fato de que boa parte de nossos dados já está “na nuvem”.
Mas, não se enganem: quando é pra dar errado, dá…
Em dezembro do ano passado, meu HD foi pro beleléu. Sorte minha, tinha um backup, além de ter conseguido salvar quase tudo do HD. O que não é pouco, já que guardo dados referentes a períodos superiores a 10 anos no meu computador.
Pois em menos de 10 meses, eis que o problema volta a ocorrer. E dessa vez me pegou de calças curtas: sim, eu tenho backup. Ou melhor, tinha: nessa semana, o Time Machine, sistema de Backup da Apple, resolveu dizer que precisava recomeçar um backup do zero. Meu HD deu problema justamente quando a cópia dos dados estava em 90%.
Estou conseguindo, até o momento, copiar minha pasta de usuários para outro HD. Mas perdi a confiança total nesse Mac que uso (MacBook Pro Mid 2009). Dois HDs com defeito em menos de 1 ano?
Eu queria comprar um MacBook Air, e vinha adiando isso. Sim, precisava comprar uma máquina portátil pra levar pra faculdade. E o Air funcionando é a coisa mais linda que existe – é rápido de uma forma que todos os computadores deveriam ser. Mas precisava (e preciso) economizar. Entretanto, não tive escolha agora, e, morto de medo de HD, parto para o SSD (novo tipo de dispositivo de armazenamento usado no MacBook Air, tipo memória flash, semelhante aos usados no iPad, no iPhone, etc.).
O duro vai ser me acostumar a usar 256gb quando minha pasta de usuários tem, se estiver íntegra, 411gb…
_______________________________________________
Comente! Manifeste-se! Dê seu pitaco!
Se não quiser comentar, mas quer dar um apoio moral, clique na mãozinha e aplauda!
2 aplausos
Tags: Apple, MacBook Air, MacBook Pro, backup
Posted by oculos on Oct 13, 2011 in
Apple,
Mac,
iPad,
iPhone
Primeiramente, devo dizer que nunca vi um update me causar tanto problema. Só consegui deixar o iPhone pronto depois de quase 20 horas de labuta. O iPhone era restaurado, mas o iTunes insistia em dizer que a restauração havia sido interrompida, e que precisava retomá-la. Quando fiz a terceira restauração, emputeci, e coloquei que era um novo iPhone. Aí tive que selecionar novamente o que queria sincronizar, o que é um saco.
Nesse momento, o iPad está a ser sincronizado.
O novo iOS pareceu excelente. As notificações são muito boas, e achei que o telefone ficou mais rápido. Algumas coisas precisam ser mais estudadas – Por que não se pode mandar mensagens privadas via Twitter, apenas mensagens públicas?
O iCloud é outro que não vi lá muita graça. Mas, enfim, vamos usando pra ver como fica. Não vi qual a proposta de se compartilhar documentos entre devices iOS, quando seria ideal a troca de documentos entre iOS e desktop.
Outra coisa chata: consegui finalmente usar meu apple id .mac para alguma coisa – MENOS para e-mail. Sonhava em reativar meu e-mail @mac, mas não foi dessa vez.
Enfim, com uma miríade de Apple IDs (necessários ao longo tempo porque a Apple não permite a compra por nós outros de música na Apple Store americana, e a brasileira não tem músicas…), tá ficando insuportável atualizar os aplicados. 3 Apple IDs dão trabalho…
Já em outro aspecto: meu Mac está LENTO, o Safari está imprestável e o sistema vai pelo mesmo caminho. E isso em um MacBook pro de apenas 2 anos. Encomendei memória (estou com 4gb, vou para 8gb), pra ver se há alguma esperança desse computador volta a ser útil – agora é só fonte de raiva. Eu sei que a culpa deve ser minha por nunca ter instalado um sistema a partir do zero – trata-se do mesmo usuário já há uns 7 anos. Mas eu que não me atrevo a instalar um sistema zerado e importar manualmente as minhas coisas.
Nossas vidas hoje estão nos computadores – portanto, não quero arriscar deixar de importar alguma coisa. Se a memória resolver o problema, ótimo. Se não, só mesmo vendendo um rim e comprando uma máquina nova, que sem dúvida será um MacBook Air. Mas onde colocar os mais de 550gb do atual Mac em um computador com apenas 256gb, esse é o dilema.
…
PS Visitamos ontem a Opera Software. Fantástica a visita! Fomos tão bem recebidos, e o pessoal é tão entusiasmado com o produto que me pego agora usando o browser deles!
_______________________________________________
Um corajoso já se manifestou! Manifeste-se! Comente! Dê seu pitaco!
Se não quiser comentar, mas quer dar um apoio moral, clique na mãozinha e aplauda!
3 aplausos
Tags: Apple, Mac, MacBook Air, MacBook Pro, iOS 5, iPhone, ipad
Posted by oculos on Mar 12, 2011 in
Apple,
Mac,
Principal,
iPad,
iPhone
Logo que comecei a usar o Mac, há cerca de 14 anos atrás (parece que foi ontem), uma das coisas com as quais me acostumei logo foi o conceito de janelas. Tal conceito já existia no Amiga, meu computador anterior ao meu primeiro Mac.
Sim, o Windows tem janelas. Mas as janelas no Windows foram perdendo um pouco a importância desde a versão 3.11. Naquela versão, tudo no Windows era feito em alguma janela. Hoje também.
Mas o que eu quero dizer é que no Windows, o comum é usar um aplicativo que toma a tela toda. Não é muito comum rodar aplicativos em pequenas janelas, lado a lado. Normalmente, cada aplicativo acaba tomando a tela toda. É assim com o Word, com qualquer navegador, etc.
No Mac, sempre meus amigos reclamavam que minha área de trabalho (Desktop) era muito caótica, porque tinha muita coisa aberta ao mesmo tempo (isto é, sendo exibidas de uma só vez). É que, para a Apple, a idéia era usar ao máximo a metáfora da mesa do escritório – ou seja, replicar na tela do computador um ambiente de trabalho comum, com documentos, calculadoras, pilhas de arquivos, etc.
Por isso, é comum usuários do Mac visualizarem, ao mesmo tempo, lista de contatos de instant messengers, janela do navegador, player de música, e-mail, etc. Hoje em dia, graças ao grande número de programas que utilizamos, às vezes é meio que estressante usar tanta coisa ao mesmo tempo. Mas, confesso, quando uso Windows, me sinto meio que limitado em produtividade em relação a ter tudo ali, à mão, pronto pra ser clivado e arrastado de um canto pra outro.
Minha confissão acima, agora, está sendo questionada por mim mesmo graças à própria Apple. Explico: no iPad, só é possível visualizar um aplicativo por vez. Pra muita gente, isso se tornou um fator de limitação do aparelho. E, devo admitir: é mesmo. Gosto de manter a janela do Skype aberta enquanto estou fazendo outra coisa no computador. Ou a do twitter. Mas, graças a essa “limitação” do iPad, com esse aparelho hoje eu consigo ler sem ter minha atenção desviada, consigo escrever sem saber que fulano ou sicrano acabou de se conectar, e consigo até jogar paciência sem perdê-la…
Ler meus feeds de RSS, por exemplo, é mil vezes mais confortável no iPad do que no computador.
Parece um contra-senso, mas visualizar apenas uma coisa por vez tem o seu lugar. Mesmo no Mac, percebi que usar processadores de texto com recurso de full screen (como o excelente WriteRoom) fazem com que as palavras fluam com mais facilidade.
É claro que isso tem também um lado ruim: ir de um lado para o outro é sempre mais complicado quando apenas um aplicativo tem lugar na tela. Clicar em um link enviado no instant messenger é uma tarefa chata, porque significa múltiplas idas e vindas. Também não é possível ver a imagem de alguém por video-conferência e, ao mesmo tempo, ler as notícias ou ver um documento.
Porém, a própria Apple percebeu que há muita gente que se surpreendeu com esse tipo de abordagem na interface dos programas, e já promete para o Lion (próxima versão do MacOS X) o recurso de usar aplicativos em tela cheia, ou melhor, tomando toda a área visível da tela. Eu me imagino muito usando isso no e-mail, por exemplo.
Mas e você, o que acha? Um aplicativo por tela, ou vários? O que é mais produtivo? Usar só um aplicativo por tela é um retrocesso?
Perguntas, perguntas, perguntas…
_______________________________________________
2 leitores já deram pitaco. Manifeste-se! Comente! Dê seu pitaco!
Se não quiser comentar, mas quer dar um apoio moral, clique na mãozinha e aplauda!
Ninguém aplaudiu! Pôôô...
Tags: Apple, Mac, MacOS X, MacOS X Lion, full screen apps, iPhone, ipad
Posted by oculos on Dec 19, 2010 in
Apple,
Mac,
Principal
Backup ajuda, mas sorte é bom também…
Comentei aqui recentemente sobre a boa prática do backup. Mas tem coisas que só com sorte mesmo.
Arquivo, desde muitos anos, minhas fotos todas no iPhoto (quer dizer, arquivava – uso o Aperture desde maio de 2010).
Em uma das confusões com o meu HD, a biblioteca de fotos do iPhoto foi pras cucuias. E o pior: como parece não ter concluído o backup no Time Machine, quando recomeçou a fazer o backup, parece que zoou tudo. Talvez eu poderia ter salvo as tais fotos antes de recomeçar o backup, achando que já estava tudo ok.
Portanto, dicas:
1 – Não comece um novo backup sem antes fazer um checklist dos arquivos. Sugiro separar por áreas:
- música
- documentos
- imagens e fotografias
- videos
Acho que é uma boa idéia, não?
2 – Faça múltiplos backups. Eu, pelo menos, depois dessa, vou fazer. Parece exagero, mas não quero nunca mais passar pelo susto que passei agora. Never again, baby.
3 – Apele para o inesperado.
Apelar para o inesperado significa que, muitas vezes, você tem cópia dos arquivos em outros lugares. É comum, por exemplo, ter feito cópias das fotos em DVD para algum amigo(a) que estava no evento, por exemplo.
Ou as músicas podem estar todas sincronizadas no iPod, basta usar um utilitário tipo o iRip para copiar tudo de volta.
Ou, como eu, ter a sorte, a sorte do tamanho de um caminhão, de ter um diretório (pasta, para os moderninhos) chamada lost+found. Dentro dela, em centenas de outras pastas, estavam espalhadas 99% das minhas fotografias. Fiz um apanhado geral, usei o Aperture para lincar as fotos novamente às minhas bibliotecas, e em menos de uma manhã estou colocando quase tudo no lugar.
Sim, a sorte ajuda. Mas tudo teria sido bem mais fácil se eu tivesse feito o backup da forma correta, se eu tivesse esperado tudo acabar, etc., etc., etc.
_______________________________________________
Um corajoso já se manifestou! Manifeste-se! Comente! Dê seu pitaco!
Se não quiser comentar, mas quer dar um apoio moral, clique na mãozinha e aplauda!
Ninguém aplaudiu! Pôôô...
Tags: Time Machine, backup
Posted by oculos on Dec 8, 2010 in
Apple,
Mac,
Principal
Ok, não quero ser moralista nem nada, e todo mundo já publicou um conselho parecido. Mas não custa nada, e é para o seu próprio bem, leitor desatento:
FAÇA BACKUP!
Hoje em dia, nossa vida documental é toda digital. Nossas fotografias são digitais, nossas músicas são digitais, nossos documentos – textos, imagens, comprovantes – são digitais. E, como já disseram alhures, seu disco rígido VAI falhar. Só não se sabe quando.
O HD do meu computador – um notebook, que vem a ser minha máquina principal – falhou. A minha sorte é que uso o sistema Time Machine da Apple, que copia silenciosamente todo o conteúdo da minha máquina em outro HD. Mas como estou em viagem, isso não seria suficiente. Consegui copiar todo o conteúdo do HD defeituoso, e importei os dados em uma nova instalação do sistema. Portanto, foi só um susto – a sorte é que minha máquina parece bem mais rápida agora com o sistema recentemente instalado – ou isso, ou as 7200 rpm do hd externo usado na operação de salvamento, um Seagate Expansion.
Não fosse o backup, e não fosse eu ter consigo salvar os dados do hd – que parece ter morrido imediatamente após o salvamento – seriam quase 500gb de anos de informações perdidas. Milhares de fotografias, milhares de músicas e textos.
Hoje costumo usar o dropbox, para que os documentos mais importantes estejam sempre na “nuvem”. O iPad, por enquanto, tem todas as minhas músicas. Bole estratégias de cópias múltiplas. DVD’s nem sempre resistem ao tempo. HD’s hoje são baratos. Compre um para fazer uma cópia semanal, e deixe-o no escritório, para o caso de algum furto. Tenha sempre seus dados em locais mais variados.
Enfim, sua história, suas informações, seu quartinho da bagunça, hoje, é seu computador.
P.S. – Sugestões: Time Capsule, da Apple, ou qualquer outro HD em rede. Ah, e deixe sempre livre 20% do seu HD. Acho que não observar essa regra foi o que me deu problemas.
- Posted using BlogPress from my iPad
_______________________________________________
Um corajoso já se manifestou! Manifeste-se! Comente! Dê seu pitaco!
Se não quiser comentar, mas quer dar um apoio moral, clique na mãozinha e aplauda!
Um aplauso!
Tags: Time Capsule, Time Machine, backup
Posted by oculos on Sep 21, 2010 in
Apple,
Mac,
Principal,
iPad,
iPhone
Já lá se vão quase 3 meses desde que adquiri o meu iPad, e chamou a minha atenção a quantidade de notícias que venho lendo a respeito da queda nas vendas dos Netbooks, e é fácil entender o porquê disso.
O iPad realmente torna desncessário o uso de um netbook para a maioria das coisas que as pessoas fariam com um netbook. No meu caso, uso o tablet da Apple principalmente para ler, ouvir música e assistir vídeos, além de consultar um banco de dados ou compromissos. A bateria dura uma eternidade. Como costumo ler na cama, ler as notícias com agregadores faz mais sentido no iPad do que no computador. Ler jornais no danado também. E ler revistas nele é fantástico. Enfim, o que funciona, funciona bem.
O ruim é blogar no iPad. Twittar funciona bem, porque a interface de alguns programas é de cair o queixo. O próprio Twitter oficial funciona muito bem. Blogar é ruim não por causa do teclado virtual. O problema é que, estando na cama, é muito chato encontrar uma boa posição para digitar. Gostaria que inventassem um suporte para usar o iPad na cama. Assim, usaria o teclado sem fio sem problema algum.
Faz falta também uma câmera no bicho, mas entendo que seja assim e entendo que seria difícil manter uma conversa coerente segurando o tablet a fim de encontrar a posição correta para a câmera. Mas não me importaria de usar uma tipo as primeiras iSight. Digo isso porque percebo que, com o iOS 4, pra 90% do que faço com o notebook vou poder usar o iPad. Só vai sobrar digitação de textos longos e um Photoshop eventual. Com o iPad, até brincar com piano virtual é mais fácil do que simplesmente rodar o GarageBand. Tudo é muito flúido, tudo funciona rapidinho. Com multitarefa, vou poder usar os instant messengers, skype, navegar no Safari e ouvir rádio – tudo ao mesmo tempo. E com uma velocidade que nenhum notebook me proporciona. Coisas que tenho feito, surpreendentemente, com o iPhone 4.
Esse aparelho é uma coisa… O iPhone 4 tem a tela mais bonita que já vi. O duro é acordar à noite para ler uma mensagem e ter a visão ofuscada pelo brilho do maluco. A velocidade do aparelho é igual, para mim, à do iPad. Tudo flui com rapidez e agilidade. Esses dias usei o fring para fazer uma videochamada com um amigo. Funcionou perfeitamente. Podia ouvir uma rádio virtual enquanto batia papo através do skype e do msn. Mudar de aplicativos é super fácil. e era mais convortável do que no notebook, pois estava no sofá de casa, com preguiça de carregar um computador só para bater papo.
Sinceramente: esses dias mexi com um Milestone rodando Android. Gostei do aparelho. Mas não é tão descomplicado, e a interface é confusa. O iPhone tem uma tela maravilhosa, uma interface polida e aplicativos fantásticos.
Apesar dos defeitos do iPhone (bluetooth capado, falta de relatório de recepção dos sms enviados e falta de tethering liberado), acho que está a anos luz dos outros aparelhos. Nem tive coragem de fazer um jailbreak – ele tem se bastado do jeito que veio de fábrica.
Uma hora vou testar o FaceTime com a Bia Kunze, já que, ao que parece, só conheço ela com outro iPhone 4…
É, parece que a Apple acertou mesmo: aparelhos fechados, mas que cumprem o que promete. Foi um longo caminho desde o Apple II que, curiosamente, era excelente por ser uma máquina aberta, expansível e igualmente adorável.
E olha uma coisa: se esse novo Apple TV e seu AirPlay funcionar com outros aplicativos, tipo VLC, aí, meu amigo, vai ser PUNK!
P.S. – Encomendei o trackpad novo da Apple. Meu ombro não anda bem, e acho que é resultado do uso do mouse no escritório.
_______________________________________________
13 leitores já deram pitaco. Manifeste-se! Comente! Dê seu pitaco!
Se não quiser comentar, mas quer dar um apoio moral, clique na mãozinha e aplauda!
27 aplausos
Tags: Apple, apple tv, iPhone, ipad, iphone 4
Posted by oculos on Jul 28, 2010 in
Mac,
Principal,
iPad
Esse blog é lido por amigos que tenho e que têm interesses bem distintos – uns gostam de ler sobre assuntos jurídicos, outros sobre tecnologia, outros sobre as bobagens que escrevo, etc.
Muitos não conhecem o recurso de RSS. portanto, caro leitor, ainda que você não seja um usuário feroz de todos os recursos que a internet oferece, aqui está a sua lição de casa: aprender o que é RSS.
Dito isso, devo dizer que, agora que mudei de navegador, estou com um problema: uma boa extensão que me permita ler meus feeds de uma forma parecida com a que o Safari usa. O Safari, pra mim, tem o melhor leitor de RSS que existe. No Desktop. Porque, senhores, o melhor leitor de RSS do mundo, pra mim, chama-se Reeder, no iPad.
Passei a usar o Google Reader como forma de sincronizar os artigos já lidos, algo que o Safari não faz . Fiz isso como resultado da mudança pro Firefox, já que, nesse navegador, o leitor interno de RSS é ruim. Aí instalei um addon, Feedly, ou algo assim, que me fez usar o Google Reader, o que eu não queria. Mas isso me chamou a atenção para algo que eu não havia pensado: não seria legal poder ler as notícias no iPad e não ter que marcá-las como lidas no Desktop?
Era só o começo. Aí começou a minha luta para encontrar o programa perfeito de RSS no iPad. Testei uns 5 ou 6 . O Reeder é imbatível, ao ponto de, no trabalho, mesmo com o navegador aberto no Mac, sacar o iPad para ler as notícias.
Agora gostaria de saber se encontro uma forma de ler o Google Reader no Firefox de uma forma similar à que o Safari mostra seus RSS. Ou, no caso de voltar prop Safari, como mostrar as páginas do Google Reader da forma que os RSS salvos como bookmarks são exibidos.



_______________________________________________
Um corajoso já se manifestou! Manifeste-se! Comente! Dê seu pitaco!
Se não quiser comentar, mas quer dar um apoio moral, clique na mãozinha e aplauda!
Um aplauso!
Posted by oculos on Jul 28, 2010 in
Mac,
Principal
Quando mudo pro Firefox, melhoram o Safari. Bosta.
_______________________________________________
4 leitores já deram pitaco. Manifeste-se! Comente! Dê seu pitaco!
Se não quiser comentar, mas quer dar um apoio moral, clique na mãozinha e aplauda!
Ninguém aplaudiu! Pôôô...
Posted by oculos on Jul 25, 2010 in
Apple,
Mac,
iPad,
iPhone
Os usuários de Mac sempre tiveram um grande problema até alguns anos atrás: tudo para nós era mais difícil quando se referia a padrões. Conversar com o antigo Palm Pilot era complicado, exportar arquivos de alguns aplicativos nem sempre era fácil, etc.
Hoje, parece que ocorre o modo inverso: O ecossistema formado pelo iTunes+iPhone+iPad tornou o Mac a plataforma mais conveniente quando se usam muitos gadgets, penso eu.
Talvez por essa razão, e para não ter dor de cabeça, sempre usava o sistema meio que da forma padrão. E a tendência seria essa…
Seria. O problema é que o Safari, browser padrão da Apple, embora, pra mim, seja o que possuí o texto mais gosto de se ler, a interface mais limpa e o melhor leitor de RSS (simples, conciso e fácil de categorizar), está insuportável nas últimas atualizações. Lento pra caramba, às vezes incompatível com alguns plugins (ou melhor, com alguns plugins sem funcionar direito) e complicado para se trabalhar quando se quer sincronizar RSS.
Agora com o iPad, boa parte da minha leitura noturna é feita usando o tablet. Melhor que ficar com notebook no colo. Steve Jobs tava certo – há algo de bom em segurar a página da web nas mãos. Quando preciso olhar algo no notebook, uso o VNC. Coisa de nerd.
Porém, algo do Safari é essencial: a categorização dos feeds RSS e sua exibição cronológica em categorias. Embora consiga sincronizar os bookmarks lindamente com o Safari do iPad, quando quero ver as notícias locais, por exemplo (tenho uma pasta com os feeds locais), tenho que ver um por um.
Poderia, claro, usar um leitor externo (e é o que vou fazer), mas como importar todos os meus feeds?
Aí o jeito agora foi usar o Firefox. O navegador é super rápido no Mac – bem mais que o Safari – não trava nem engasga, e, com um plugin (feedly), organizei meus feeds de uma forma legal, e sincronizei com o Google Reader. O Feedly não é exatamente o jeito mais gostoso de ler as notícias, nada tão simples e efetivo quanto o Safari, mas serviu para ajudar a migrar pro Firefox.
Eu não queria sincronizar com o Google Reader. Não quero mais tanta coisa na Google. Mas se o pessoal não fala a mesma língua, a gente tem que achar um tradutor, certo? Ora, se não consigo uma forma competente para gerenciar meus feeds entre diversos dispositivos, o jeito vai ser colocar tudo no Reader e poder, assim, usar o aplicativo que eu quiser para poder ler minhas páginas em qualquer canto – menos no Safari, que não conversa com o Google Reader, salvo se eu abrir a página da Google, o que não gosto de fazer, porque acho a forma de exibição horrível. Engraçado: a Google tem o melhor agregador de notícias, porque acessível em todo canto, mas tem uma forma de exibição que não me agrada.
Sinto muito em deixar o Safari. Gosto da forma que ele integra-se ao Mac, respeita as diretivas do sistema, enfim – é um bom produto. Mas ter um notebook rápido e se sentir navegando em uma carroça realmente é frustrante.
Gostaria, assim, de sugestões para o Firefox de métodos simples de ler RSS, respeitando categorias criadas. Alguém dá uma dica?
_______________________________________________
Comente! Manifeste-se! Dê seu pitaco!
Se não quiser comentar, mas quer dar um apoio moral, clique na mãozinha e aplauda!
2 aplausos
Tags: Fiirefox, RSS, Safari, ipad
Posted by oculos on Jun 8, 2010 in
Apple,
Mac,
Principal,
iPhone,
ipod
Hoje, durante uma troca de idéias no Twitter, cheguei a uma conclusão, e permitam-me ter meu momento “John C. Dvorak”: chegamos a um ponto onde os desktops deixarão de influenciar os dispositivos móveis, e em que os dispositivos móveis/portáteis/tablets é que ditarão o futuro da interface gráfica.
E mais: os Macs, no futuro, vão rodar algo mais próximo do iOS 4 do que do atual MacOS X.
Ora, qual a atual tendência? Sistemas móveis. Chrome, Android, WebOS e, agora, iOS. Os dispositivos estão cada vez mais portáteis. Já se falava que o desktop estava para morrer.
Mas o que falta na experiência do uso de computadores, hoje? Recursos como instant-on, real time, agilidade nos aplicativos, sistemas leves e descomplicados.
Os sistemas operacionais, hoje, são pesados. Uns mais que os outros, claro, mas são obrigados a suportar uma infinidade de padrões, dispositivos, etc.
Mas o que 90% dos usuários precisa? Word, e-mail, web, joguinhos. 90% dos usuários não precisa de AutoCAD, Photoshop ou Final Cut Pro. E o que incomoda na computação hoje? Boots longuíssimos, aplicativos que demoram tempo para começarem a funcionar, exigências cada vez maiores de recursos.
Já repararam, por exemplo, que boa parte do que fazemos na web pode ser feita rapidamente no iPad, sem problemas e sem a demora de um sistema operacional moderno? Eu não preciso ligar um iPad o tempo todo – ele vive em standby (meu Mac também, mas sei que talvez eu seja minoria nisso). Os aplicativos rodam quase instantaneamente, como deveria ser desde sempre. Aliás, nos tempos do DOS, os programas não demoravam tanto para serem executados.
Portanto, vocês ouviram aqui primeiro: um dia, o atual Macbook vai ser um iPad. Ou qual o sentido de usar um Macbook Air, que, por mais fino que seja, por mais portátil que seja, nada mais é do que uma forma de tornar portátil uma máquina cujo destino é apenas facilitar o que o iPad faz muito bem: e-mails, web, joguinhos…
A Apple, agora, joga o mesmo jogo do Google: eles querem mover o sistema para a nuvem? A Apple, mais pragmática, porque prima pela qualidade da experiência do uso, topa o desafio, mas não para algo que ainda não funciona, e sim para algo tangível: um sistema leve, refinado, capaz e bonito, com fundamentos sólidos, e que roda em appliances.
A briga, senhores, está apenas começando.
_______________________________________________
Comente! Manifeste-se! Dê seu pitaco!
Se não quiser comentar, mas quer dar um apoio moral, clique na mãozinha e aplauda!
Um aplauso!
Posted by oculos on May 18, 2010 in
Mac,
Principal
No domingo eu estava sem muita coisa pra fazer. Comecei a ler um livro, mas me deu saudade de um jogo que tenho pra Mac já há alguns anos. Com sorte, achei o CD: Railroad Tycoon 3.
Lembro-me que descobri esse jogo na casa de um amigo, ainda em DOS ou Windows 3.11, não lembro, há cerca de 15 anos. E sempre quis jogá-lo. Comecei a fazê-lo às 8 da noite, e não parei até as 3 da manhã.
Trata-se de uma espécie de Sim City das ferrovias: você é um empreendedor iniciante que começa a construir ferrovias e interligar algumas cidades, construindo trilhos, estações e colocando trens para rodar entre as cidades. Viciante, mesmo.
Deve haver uma versão mais nova, mas não conheço. Vale a pena experimentar.
Em outro front, lançaram Steam para Mac. Trata-se de uma plataforma que roda vários jogos. É como um iTunes, só para jogos no próprio computador. Uma boa quantidade de jogos passa a ser disponível para quem usa Mac e sempre reclamou que não tinha tantos jogos. E eu confesso ter sentido um frio na espinha quando vi que tinha Civilization IV no Steam para Mac. Civilization III era extremamente legal de jogar, e eu até pensei em comprar o IV, que custa $19. Mas deixei quieto: chega de dormir às 3 da manhã…
_______________________________________________
Comente! Manifeste-se! Dê seu pitaco!
Se não quiser comentar, mas quer dar um apoio moral, clique na mãozinha e aplauda!
Um aplauso!
Tags: Civilization, Mac, Railroad Tycoon, Steam para Mac, jogos
Posted by oculos on May 10, 2010 in
Apple,
Mac,
Principal,
iPhone
Usar Mac era mais ou menos como fazer parte de uma sociedade secreta. Sempre houve uma certa mística. Quando criança, ouvia falar naquele computador fantástico, com seus gráficos e sons à frente do seu tempo. Ou do computador ideal para tratamento de imagens.
Nunca usei Windows – melhor dizendo, nunca tive um PC. Passei do Amiga diretamente para o Mac quando a Commodore faliu. E nunca olhei para trás.
Como em toda “sociedade secreta”, fiz vários amigos usuários da plataforma, alguns no meio da adversidade de se usar um computador que sequer falava português. E trouxe pelo menos umas 10-15 pessoas para a irmandade, dentre as quais a minha genitora, a quem, vez por outra, socorro quando surge algum problema (como da vez que ela tirou todos os ícones do Dock porque adorou os efeitos que faziam quando se esfumaçavam). Acho que nenhum deles se arrependeu. Lamento apenas não ter proporcionado à minha tia querida um Mac também, porque sinto que seria a forma que ela encontraria para finalmente fazer uso da internet. Bom, ainda há tempo…
Acontecem coisas engraçadas: antes, as pessoas me perguntavam: “como faço isso no Mac?”, e eu me virava para responder. Hoje, a pergunta típica é contrária: “Como faço isso no Windows?”, já que alguns dos mac-users que conheço já são tão acostumados com a plataforma que, quando têm que usar Windows, já ficam meio perdidos.
E fico feliz porque raramente preciso usar Windows – apenas quando algum programador preguiçoso desenvolveu algum sistema cujo acesso se dá apenas por Windows.
O fenômeno do iPhone de vez em quando faz com que pessoas me liguem perguntando como fazem determinada tarefa, normalmente envolvendo sincronização de dados entre o telefone e o computador. Eu quase nunca sei a resposta, porque eles usam Windows, e eu não. E é incrível a quantidade de software simples que permite que se façam coisas tão poderosas no Mac, de forma tão elegante e prática.
Hoje em dia, uso o Dropbox, SugarSync, Things, Bento, iCal, Mail, DragThing e Tweetie, tanto em casa quanto no trabalho. E a sensação é que meu dia é muito mais produtivo, porque tenho tudo sempre à mão, em casa, no trabalho, em todo canto. E estou quase decidido a não mais usar o Word, que anda muito pesadão, preferindo o Pages. Apenas na questão da navegação, embora prefira o Safari, vejo que este anda dando umas travadinhas.
Não é de hoje que o software para Mac é mais elegante. Mas de uns anos pra cá, parece que não há absolutamente nada que se procure pra Mac que não se ache.
E mais: com a Apple Store no Brasil, apesar dos preços oriundos dos impostos dessa terra, é fácil comprar Mac, é mais fácil ter assistência técnica (da qual só me lembro de ter precisado uma única vez em 13 anos de plataforma), é mais fácil encontrar gente que use.
O computador é mais fácil de usar, e a metáfora às vezes confunde quem vem do Windows, mas me torna muito mais produtivo, movendo janelas pra todo canto, tabs no navegador com textos de referência abertos, calendários, agenda… Enfim, é quase como uma extensão da minha mesa.
Relato isso tudo, porque, acredite: as possibilidades em termos de informática quando se usa Mac são muito maiores. Quer para se compartilhar uma conexão de internet, quer para se compartilhar arquivos em rede, quer para mover arquivos daqui para ali, ou para não ter que se preocupar com segurança e antivirus o tempo todo.
E eu não preciso ir reformatar o computador de minha mãe toda semana… E isso já é bom o suficiente.
_______________________________________________
10 leitores já deram pitaco. Manifeste-se! Comente! Dê seu pitaco!
Se não quiser comentar, mas quer dar um apoio moral, clique na mãozinha e aplauda!
17 aplausos
Tags: Apple, Mac, iPhone
Posted by oculos on May 10, 2010 in
Apple,
Mac,
Principal
Aviso aos navegantes usuários de Mac: o programa MacJournal é fantástico, principalmente quando se quer escrever um longo artigo. Ele tem suporte às categorias do WordPress, embora acho que não funcione bem com os tags, possibilita escrever em modo “full-screen”, o que facilita a concentração quando se escreve, e grava localmente todos os seus posts.
Enfim, fica aqui a dica.
_______________________________________________
Comente! Manifeste-se! Dê seu pitaco!
Se não quiser comentar, mas quer dar um apoio moral, clique na mãozinha e aplauda!
47 aplausos
Tags: Apple, Mac, MacJournal, WordPress