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Primeiras impressões do iOS 5

Posted by oculos on Oct 13, 2011 in Apple, Mac, iPad, iPhone

Primeiramente, devo dizer que nunca vi um update me causar tanto problema. Só consegui deixar o iPhone pronto depois de quase 20 horas de labuta. O iPhone era restaurado, mas o iTunes insistia em dizer que a restauração havia sido interrompida, e que precisava retomá-la. Quando fiz a terceira restauração, emputeci, e coloquei que era um novo iPhone. Aí tive que selecionar novamente o que queria sincronizar, o que é um saco.

Nesse momento, o iPad está a ser sincronizado.

O novo iOS pareceu excelente. As notificações são muito boas, e achei que o telefone ficou mais rápido. Algumas coisas precisam ser mais estudadas – Por que não se pode mandar mensagens privadas via Twitter, apenas mensagens públicas?

O iCloud é outro que não vi lá muita graça. Mas, enfim, vamos usando pra ver como fica. Não vi qual a proposta de se compartilhar documentos entre devices iOS, quando seria ideal a troca de documentos entre iOS e desktop.

Outra coisa chata: consegui finalmente usar meu apple id .mac para alguma coisa – MENOS para e-mail. Sonhava em reativar meu e-mail @mac, mas não foi dessa vez.

Enfim, com uma miríade de Apple IDs (necessários ao longo tempo porque a Apple não permite a compra por nós outros de música na Apple Store americana, e a brasileira não tem músicas…), tá ficando insuportável atualizar os aplicados. 3 Apple IDs dão trabalho…

Já em outro aspecto: meu Mac está LENTO, o Safari está imprestável e o sistema vai pelo mesmo caminho. E isso em um MacBook pro de apenas 2 anos. Encomendei memória (estou com 4gb, vou para 8gb), pra ver se há alguma esperança desse computador volta a ser útil – agora é só fonte de raiva. Eu sei que a culpa deve ser minha por nunca ter instalado um sistema a partir do zero – trata-se do mesmo usuário já há uns 7 anos. Mas eu que não me atrevo a instalar um sistema zerado e importar manualmente as minhas coisas.

Nossas vidas hoje estão nos computadores – portanto, não quero arriscar deixar de importar alguma coisa. Se a memória resolver o problema, ótimo. Se não, só mesmo vendendo um rim e comprando uma máquina nova, que sem dúvida será um MacBook Air. Mas onde colocar os mais de 550gb do atual Mac em um computador com apenas 256gb, esse é o dilema.

PS  Visitamos ontem a Opera Software. Fantástica a visita! Fomos tão bem recebidos, e o pessoal é tão entusiasmado com o produto que me pego agora usando o browser deles! :)

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MacOS X Lion e full screen apps

Posted by oculos on Mar 12, 2011 in Apple, Mac, Principal, iPad, iPhone

Logo que comecei a usar o Mac, há cerca de 14 anos atrás (parece que foi ontem), uma das coisas com as quais me acostumei logo foi o conceito de janelas. Tal conceito já existia no Amiga, meu computador anterior ao meu primeiro Mac.

Sim, o Windows tem janelas. Mas as janelas no Windows foram perdendo um pouco a importância desde a versão 3.11. Naquela versão, tudo no Windows era feito em alguma janela. Hoje também.

Mas o que eu quero dizer é que no Windows, o comum é usar um aplicativo que toma a tela toda. Não é muito comum rodar aplicativos em pequenas janelas, lado a lado. Normalmente, cada aplicativo acaba tomando a tela toda. É assim com o Word, com qualquer navegador, etc.

No Mac, sempre meus amigos reclamavam que minha área de trabalho (Desktop) era muito caótica, porque tinha muita coisa aberta ao mesmo tempo (isto é, sendo exibidas de uma só vez). É que, para a Apple, a idéia era usar ao máximo a metáfora da mesa do escritório – ou seja, replicar na tela do computador um ambiente de trabalho comum, com documentos, calculadoras, pilhas de arquivos, etc.

Por isso, é comum usuários do Mac visualizarem, ao mesmo tempo, lista de contatos de instant messengers, janela do navegador, player de música, e-mail, etc. Hoje em dia, graças ao grande número de programas que utilizamos, às vezes é meio que estressante usar tanta coisa ao mesmo tempo. Mas, confesso, quando uso Windows, me sinto meio que limitado em produtividade em relação a ter tudo ali, à mão, pronto pra ser clivado e arrastado de um canto pra outro.

Minha confissão acima, agora, está sendo questionada por mim mesmo graças à própria Apple. Explico: no iPad, só é possível visualizar um aplicativo por vez. Pra muita gente, isso se tornou um fator de limitação do aparelho. E, devo admitir: é mesmo. Gosto de manter a janela do Skype aberta enquanto estou fazendo outra coisa no computador. Ou a do twitter. Mas, graças a essa “limitação” do iPad, com esse aparelho hoje eu consigo ler sem ter minha atenção desviada, consigo escrever sem saber que fulano ou sicrano acabou de se conectar, e consigo até jogar paciência sem perdê-la… ;) Ler meus feeds de RSS, por exemplo, é mil vezes mais confortável no iPad do que no computador.

Parece um contra-senso, mas visualizar apenas uma coisa por vez tem o seu lugar. Mesmo no Mac, percebi que usar processadores de texto com recurso de full screen (como o excelente WriteRoom) fazem com que as palavras fluam com mais facilidade.

É claro que isso tem também um lado ruim: ir de um lado para o outro é sempre mais complicado quando apenas um aplicativo tem lugar na tela. Clicar em um link enviado no instant messenger é uma tarefa chata, porque significa múltiplas idas e vindas. Também não é possível ver a imagem de alguém por video-conferência e, ao mesmo tempo, ler as notícias ou ver um documento.

Porém, a própria Apple percebeu que há muita gente que se surpreendeu com esse tipo de abordagem na interface dos programas, e já promete para o Lion (próxima versão do MacOS X) o recurso de usar aplicativos em tela cheia, ou melhor, tomando toda a área visível da tela. Eu me imagino muito usando isso no e-mail, por exemplo.

Mas e você, o que acha? Um aplicativo por tela, ou vários? O que é mais produtivo? Usar só um aplicativo por tela é um retrocesso?
Perguntas, perguntas, perguntas…

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Usando o iPad full time

Posted by oculos on Dec 4, 2010 in Apple, iPad, iPhone

Estou em Salvador nesse momento. Realizei uma operação para retirada da tireóide, embora nenhum problema grave existia com a mesma – apenas alguns nódulos benignos que recomendavam a retirada, antes que um nodulozinho maroto resolvesse aparecer. A convalescência está sendo muito boa, e, graças a Deus, parece não ter havido nenhuma seqüela. Para o bem e para o mal, minha voz continua a mesma! Segundo comentários, está sexy, parecida com a do Barry White! ehehehhehe

Quando aqui cheguei, percebi que o HD do meu MacBook está com problemas – talvez da tireóide, não sei. Então estou evitando usar o computador, a fim de fazer um backup em um HD externo e, posteriormente, trocar o HD interno do dito cujo. Portanto, estou usando o iPad em tempo integral, com o teclado sem fio da Apple.

Confesso que as únicas coisas que fazem falta com esse setup são:

- câmera para poder usar o Skype;
- fazer download de torrents.

O último item poderia ser feito com um jailbreak, mas ainda não há jailbreak do tipo untethered para o iPad que roda o iOS 4.2.1.

Devo dizer que o iPad é mais cômodo que um notebook em um hospital, muito embora tive alta logo, e quase não usei o aparelho por lá. Em casa, então, é muito confortável de se usar. Se tiver que escrever um texto maior, basta colocar o iPad escorado em algum canto e usar o teclado sem fio.

Portanto, se com o lançamento do MacBook Air de 11 polegadas eu fiquei na dúvida sobre qual seria a melhor companhia para viagens, hoje já não estou tão certo assim.

O que sei é que não quero mais usar o MacBook como minha máquina principal. Acho que é muito melhor usar uma máquina desktop em casa, e um notebook não tão poderoso para viajar, como o Air de 11 polegadas. Mas, na hora de ver filmes, ler revistas e jornais ou navegar, o iPad parece ser a opção mais confortável.

A única coisa chata é que, ultimamente, não consigo ler a Folha diretamente em sua versão HTML, e, pelo aplicativo para iPad, a experiência é tortuosa: o programa tem muitas falhas, vive se implodindo, e há edições, como a de hoje, que simplesmente não abrem.

De qualquer sorte, parece ser a melhor companhia para viagens desse tipo, e só falta mesmo uma câmera e um cliente de torrent para que um notebook se torne desnecessário.

Agora tem uma coisa: usar o iPad com teclado sem fio é muito mais cômodo que usar um notebook. Não sei se é porque tudo acontece instantâneamente – dá uma sensação de que tudo é feito mais rápido. A qualidade da tela também é muito boa.

P.S. – Eu andava meio arrependido por não ter comprado uma versão 3G do iPad – estava em falta na loja quando comprei o meu. Mas acho que foi uma boa escolha: pagar dois planos de dados mais a conexão fixa não me parece razoável. E, aqui em Salvador, o hospital tinha WiFi grátis disponível, o que fez o tempo passar bem mais rápido, e não perdi o contato com os entes queridos. Aqui, na casa da prima onde estou hospedado, há um roteador wifi. Portanto, as circunstâncias foram de sorte – não fosse isso, iria depender do 3G do iPhone. O 3G aqui em Salvador tem funcionado bem, usei o Yahoo Messenger para videoconferência via 3G, e funcionou muito bem! Ando tentado a fazer jailbreak do iPhone 4 e poder usá-lo como um hotspot, mas ando sem coragem de fazer essas estrupulias – quando alguma coisa dá errado, a gente perde tanto tempo consertando, e ando sem paciência para ficar consertando coisas. Já basta a preocupação agora em migrar os dados do MacBook para outro HD, que deve chegar em breve, para depois substituir o HD interno por outro confiável.

- Posted using BlogPress from my iPad

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Nike+ GPS

Posted by oculos on Nov 2, 2010 in Corrida, Principal, iPhone

Quando a Nike lançou o aplicativo Nike+ GPS para iPhone, pensei comigo que a novidade não serviria pra mim, já que eu acho o iPhone muito caro e pesado pra ficar carregar em uma corrida.

Pensava.

Hoje fui testar o programa, e achei uma sacada genial da Nike. É claro que há programas, como o RunKeeper, que fazem a mesma coisa de graça. Mas pra quem já usa os programas da Nike e já está enturmado com a comunidade do site, o aplicativo é simplesmente fantástico.

O programa registra o seu percurso com base no sinal do GPS, e achei bem mais preciso e confiável do que as medições que meus amigos conseguem com o Polar que usam.

Meu teste só não foi melhor porque me ligaram durante a corrida, e ele deu pausa e não tinha voltado automaticamente. Mas aprendi a lição: agora, coloco meu iPhone para encaminhar as ligações para o telefone de casa quando for correr. Assim não tenho mais esse problema, porque uma das coisas que gosto ao correr é ficar completamente desconectado.

Quer dizer, quase: não gosto é de ser interrompido quando corro. Mas o programa da Nike tem algo fantástico: ele informa, via Facebook, quando uma corrida é iniciada, e as pessoas podem te incentivar em tempo real! Quando isso acontece, o aparelho reproduz um som de incentivo. Muito, muito legal mesmo!

Não sei se vou ter coragem de ficar levando meu iPhone para corridas. Acho que não é a melhor opção, pois faz calor, a pochete que uso encharca, etc. Já imaginou se cai um toró no meio da corrida?

Confesso, todavia, que foi a melhor forma de medir a corrida que já vi. Ah, com um detalhe: eu usei o Nike+ GPS junto com o Nike+iPod. Coloquei esse último para rodar ao fundo, e o GPS em foreground. Curiosamente, a ligação telefônica não interrompeu o Nike=iPod, ou melhor, este voltou a registrar a corrida após ter atendido a ligação.

É fantástico, depois de correr, ver o mapa com o percurso efetuado. É pena que a Nike e a Apple não implementaram no iPhone 4 a compatibilidade com o monitor cardíaco da Polar (Wearlink+), o que já ocorre com o Sportband e o Nano. Assim, ao correr, continuarei a levar o sportband porque ele é o mais confiável de todos – nunca falhou comigo.

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iPad, 3 meses depois e iPhone 4 – 2 semanas

Posted by oculos on Sep 21, 2010 in Apple, Mac, Principal, iPad, iPhone

Já lá se vão quase 3 meses desde que adquiri o meu iPad, e chamou a minha atenção a quantidade de notícias que venho lendo a respeito da queda nas vendas dos Netbooks, e é fácil entender o porquê disso.

O iPad realmente torna desncessário o uso de um netbook para a maioria das coisas que as pessoas fariam com um netbook. No meu caso, uso o tablet da Apple principalmente para ler, ouvir música e assistir vídeos, além de consultar um banco de dados ou compromissos. A bateria dura uma eternidade. Como costumo ler na cama, ler as notícias com agregadores faz mais sentido no iPad do que no computador. Ler jornais no danado também. E ler revistas nele é fantástico. Enfim, o que funciona, funciona bem.

O ruim é blogar no iPad. Twittar funciona bem, porque a interface de alguns programas é de cair o queixo. O próprio Twitter oficial funciona muito bem. Blogar é ruim não por causa do teclado virtual. O problema é que, estando na cama, é muito chato encontrar uma boa posição para digitar. Gostaria que inventassem um suporte para usar o iPad na cama. Assim, usaria o teclado sem fio sem problema algum.

Faz falta também uma câmera no bicho, mas entendo que seja assim e entendo que seria difícil manter uma conversa coerente segurando o tablet a fim de encontrar a posição correta para a câmera. Mas não me importaria de usar uma tipo as primeiras iSight. Digo isso porque percebo que, com o iOS 4, pra 90% do que faço com o notebook vou poder usar o iPad. Só vai sobrar digitação de textos longos e um Photoshop eventual. Com o iPad, até brincar com piano virtual é mais fácil do que simplesmente rodar o GarageBand. Tudo é muito flúido, tudo funciona rapidinho. Com multitarefa, vou poder usar os instant messengers, skype, navegar no Safari e ouvir rádio – tudo ao mesmo tempo. E com uma velocidade que nenhum notebook me proporciona. Coisas que tenho feito, surpreendentemente, com o iPhone 4.

Esse aparelho é uma coisa… O iPhone 4 tem a tela mais bonita que já vi. O duro é acordar à noite para ler uma mensagem e ter a visão ofuscada pelo brilho do maluco. A velocidade do aparelho é igual, para mim, à do iPad. Tudo flui com rapidez e agilidade. Esses dias usei o fring para fazer uma videochamada com um amigo. Funcionou perfeitamente. Podia ouvir uma rádio virtual enquanto batia papo através do skype e do msn. Mudar de aplicativos é super fácil. e era mais convortável do que no notebook, pois estava no sofá de casa, com preguiça de carregar um computador só para bater papo.

Sinceramente: esses dias mexi com um Milestone rodando Android. Gostei do aparelho. Mas não é tão descomplicado, e a interface é confusa. O iPhone tem uma tela maravilhosa, uma interface polida e aplicativos fantásticos.

Apesar dos defeitos do iPhone (bluetooth capado, falta de relatório de recepção dos sms enviados e falta de tethering liberado), acho que está a anos luz dos outros aparelhos. Nem tive coragem de fazer um jailbreak – ele tem se bastado do jeito que veio de fábrica.

Uma hora vou testar o FaceTime com a Bia Kunze, já que, ao que parece, só conheço ela com outro iPhone 4…

É, parece que a Apple acertou mesmo: aparelhos fechados, mas que cumprem o que promete. Foi um longo caminho desde o Apple II que, curiosamente, era excelente por ser uma máquina aberta, expansível e igualmente adorável.

E olha uma coisa: se esse novo Apple TV e seu AirPlay funcionar com outros aplicativos, tipo VLC, aí, meu amigo, vai ser PUNK!

P.S. – Encomendei o trackpad novo da Apple. Meu ombro não anda bem, e acho que é resultado do uso do mouse no escritório.

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Bye Bye, Safari

Posted by oculos on Jul 25, 2010 in Apple, Mac, iPad, iPhone

Os usuários de Mac sempre tiveram um grande problema até alguns anos atrás: tudo para nós era mais difícil quando se referia a padrões. Conversar com o antigo Palm Pilot era complicado, exportar arquivos de alguns aplicativos nem sempre era fácil, etc.

Hoje, parece que ocorre o modo inverso: O ecossistema formado pelo iTunes+iPhone+iPad tornou o Mac a plataforma mais conveniente quando se usam muitos gadgets, penso eu.

Talvez por essa razão, e para não ter dor de cabeça, sempre usava o sistema meio que da forma padrão. E a tendência seria essa…

Seria. O problema é que o Safari, browser padrão da Apple, embora, pra mim, seja o que possuí o texto mais gosto de se ler, a interface mais limpa e o melhor leitor de RSS (simples, conciso e fácil de categorizar), está insuportável nas últimas atualizações. Lento pra caramba, às vezes incompatível com alguns plugins (ou melhor, com alguns plugins sem funcionar direito) e complicado para se trabalhar quando se quer sincronizar RSS.

Agora com o iPad, boa parte da minha leitura noturna é feita usando o tablet. Melhor que ficar com notebook no colo. Steve Jobs tava certo – há algo de bom em segurar a página da web nas mãos. Quando preciso olhar algo no notebook, uso o VNC. Coisa de nerd.

Porém, algo do Safari é essencial: a categorização dos feeds RSS e sua exibição cronológica em categorias. Embora consiga sincronizar os bookmarks lindamente com o Safari do iPad, quando quero ver as notícias locais, por exemplo (tenho uma pasta com os feeds locais), tenho que ver um por um.

Poderia, claro, usar um leitor externo (e é o que vou fazer), mas como importar todos os meus feeds?

Aí o jeito agora foi usar o Firefox. O navegador é super rápido no Mac – bem mais que o Safari – não trava nem engasga, e, com um plugin (feedly), organizei meus feeds de uma forma legal, e sincronizei com o Google Reader. O Feedly não é exatamente o jeito mais gostoso de ler as notícias, nada tão simples e efetivo quanto o Safari, mas serviu para ajudar a migrar pro Firefox.

Eu não queria sincronizar com o Google Reader. Não quero mais tanta coisa na Google. Mas se o pessoal não fala a mesma língua, a gente tem que achar um tradutor, certo? Ora, se não consigo uma forma competente para gerenciar meus feeds entre diversos dispositivos, o jeito vai ser colocar tudo no Reader e poder, assim, usar o aplicativo que eu quiser para poder ler minhas páginas em qualquer canto – menos no Safari, que não conversa com o Google Reader, salvo se eu abrir a página da Google, o que não gosto de fazer, porque acho a forma de exibição horrível. Engraçado: a Google tem o melhor agregador de notícias, porque acessível em todo canto, mas tem uma forma de exibição que não me agrada.

Sinto muito em deixar o Safari. Gosto da forma que ele integra-se ao Mac, respeita as diretivas do sistema, enfim – é um bom produto. Mas ter um notebook rápido e se sentir navegando em uma carroça realmente é frustrante.

Gostaria, assim, de sugestões para o Firefox de métodos simples de ler RSS, respeitando categorias criadas. Alguém dá uma dica?

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Impressões

Posted by oculos on Jun 22, 2010 in Apple, Principal, iPhone

Assistir a jogos do Brasil fora daí dá um banzo meio que inexplicável. E foi muito bom assistir ao jogo junto com outros brasileiros. A torcida foi muito animada.

Mas quem pensa que os suíços são desanimados, ledo engano. Assistir o jogo da Suíça (e ver aquele espetáculo terrível) foi tão divertido quanto. Eles gritavam, xingavam, tomavam cerveja… E o telão falhou, o povo deu risada, o telão voltou com uma novela, o povo ria… Enfim, foi muito bom mesmo!

É claro que os suíços, como todos os povos, não cabem exatamente em um rótulo. Mas as experiências com atendimento às vezes são boas, e, na maioria das vezes, são estranhas: não peça a um vendedor suíço uma opinião do tipo “você acha melhor esse ou esse?”. A resposta vai soar rude, mas pra eles a pergunta é que é estúpida. Eu dificilmente me acostumaria com isso, pra dizer a verdade.

Confundi tudo hoje: celular com o horário do Brasil, fui usar um aplicativo no iPhone para localizar os bondes e trens, e ver os horários de partida. Deu tudo errado. Merda.

A bateria do iPhone 3G já não durava muito. Com esse iOS 4, não dura nada. Bosta.

O melhor vem agora: comprei um iPad! É fantástico. Vai virar o computador principal de muita gente, sem dúvida alguma. Via senhoras de idade testando na Apple Store. Algo sensacional, mesmo. Não comprei a versão 3G – está esgotada, sendo que a previsão é que só deve chegar em umas 3 semanas. E, pensando bem, não faz muito sentido: a gente já paga plano de dados para o celular, gastar com plano de dados para o iPad não me parece sensato. Vou fazer um jailbreak no iPhone (no próximo) e usá-lo como roteador.

De resto, frio danado aqui – nem parece que é verão. Saudade de casa, mas adorando cada segundo. Rever amigos que não via há 10 anos, ir na Apple Store, pensar sobre a vida… enfim, aproveitar toda a perspectiva que uma viagem nos dá.

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O iOS vai dominar o mundo

Posted by oculos on Jun 8, 2010 in Apple, Mac, Principal, iPhone, ipod

Hoje, durante uma troca de idéias no Twitter, cheguei a uma conclusão, e permitam-me ter meu momento “John C. Dvorak”: chegamos a um ponto onde os desktops deixarão de influenciar os dispositivos móveis, e em que os dispositivos móveis/portáteis/tablets é que ditarão o futuro da interface gráfica.

E mais: os Macs, no futuro, vão rodar algo mais próximo do iOS 4 do que do atual MacOS X.

Ora, qual a atual tendência? Sistemas móveis. Chrome, Android, WebOS e, agora, iOS. Os dispositivos estão cada vez mais portáteis. Já se falava que o desktop estava para morrer.

Mas o que falta na experiência do uso de computadores, hoje? Recursos como instant-on, real time, agilidade nos aplicativos, sistemas leves e descomplicados.

Os sistemas operacionais, hoje, são pesados. Uns mais que os outros, claro, mas são obrigados a suportar uma infinidade de padrões, dispositivos, etc.

Mas o que 90% dos usuários precisa? Word, e-mail, web, joguinhos. 90% dos usuários não precisa de AutoCAD, Photoshop ou Final Cut Pro. E o que incomoda na computação hoje? Boots longuíssimos, aplicativos que demoram tempo para começarem a funcionar, exigências cada vez maiores de recursos.

Já repararam, por exemplo, que boa parte do que fazemos na web pode ser feita rapidamente no iPad, sem problemas e sem a demora de um sistema operacional moderno? Eu não preciso ligar um iPad o tempo todo – ele vive em standby (meu Mac também, mas sei que talvez eu seja minoria nisso). Os aplicativos rodam quase instantaneamente, como deveria ser desde sempre. Aliás, nos tempos do DOS, os programas não demoravam tanto para serem executados.

Portanto, vocês ouviram aqui primeiro: um dia, o atual Macbook vai ser um iPad. Ou qual o sentido de usar um Macbook Air, que, por mais fino que seja, por mais portátil que seja, nada mais é do que uma forma de tornar portátil uma máquina cujo destino é apenas facilitar o que o iPad faz muito bem: e-mails, web, joguinhos…

A Apple, agora, joga o mesmo jogo do Google: eles querem mover o sistema para a nuvem? A Apple, mais pragmática, porque prima pela qualidade da experiência do uso, topa o desafio, mas não para algo que ainda não funciona, e sim para algo tangível: um sistema leve, refinado, capaz e bonito, com fundamentos sólidos, e que roda em appliances.

A briga, senhores, está apenas começando.

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A Apple e os demais

Posted by oculos on Jun 7, 2010 in Apple, Principal, iPhone

Há algo diferente que faz da Apple uma empresa única, e que as pessoas não entendem.

Não é que seus produtos sejam, exatamente, os mais avançados tecnicamente, ou que ofereçam mais recursos. Eles, apenas, são os mais competentes em fazer produtos que funcionam, e funcionam bem.

Vejamos:

Falam mal da Apple TV, que é apenas um hobby, que outros media centers funcionam melhor, etc. Mas eu não consigo imaginar um media center que, apesar de limitado, funciona de forma tão integrada e intuitiva com o computador. O Apple TV funciona, ponto.

Outro exemplo é o iPhone. Quando lançado, os concorrentes diretos eram o N95 e a linha E6X da Nokia. Tecnicamente, esses aparelhos ofereciam até mais recursos que o aparelho da Apple. Mas compare acessar a internet com eles e com o iPhone. Compare o iTunes para sincronizar conteúdo. Sim, o N95 trocava (e troca) arquivos por bluetooth, coisa que o iPhone não faz até hoje. Mas você trocaria o iPhone por qualquer aparelho da Nokia de hoje?

Claro, há coisas nos aparelhos Android que me interessariam muito: aquelas widgets, por exemplo. Mas, pra mim, o Android é um sistema fragmentado, com interfaces sem consistência umas com as outras, diferentes em cada fabricante. No iPhone, tudo é pensado, nos mínimos detalhes, e tudo funciona. Não é o mais completo (agora talvez até seja), mas é, sem dúvida, o mais confiável.

Em suma: alguém já disse que o interessante da Apple é a obsessão pelo produto quase perfeito. Eles pensam em um produto, e só o lançam quando está quase pronto. E nunca o lançam completo: restringem ao máximo as características, para se concentrarem em fazer bem feito o que quer que façam. E aí, cada novo produto é o início de uma longa e lenta evolução.

E que venha esse novo iPhone anunciado hoje! Eu quero… :)

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Nunca houve melhor época para usar um Mac

Posted by oculos on May 10, 2010 in Apple, Mac, Principal, iPhone

Usar Mac era mais ou menos como fazer parte de uma sociedade secreta. Sempre houve uma certa mística. Quando criança, ouvia falar naquele computador fantástico, com seus gráficos e sons à frente do seu tempo. Ou do computador ideal para tratamento de imagens.

Nunca usei Windows – melhor dizendo, nunca tive um PC. Passei do Amiga diretamente para o Mac quando a Commodore faliu. E nunca olhei para trás.

Como em toda “sociedade secreta”, fiz vários amigos usuários da plataforma, alguns no meio da adversidade de se usar um computador que sequer falava português. E trouxe pelo menos umas 10-15 pessoas para a irmandade, dentre as quais a minha genitora, a quem, vez por outra, socorro quando surge algum problema (como da vez que ela tirou todos os ícones do Dock porque adorou os efeitos que faziam quando se esfumaçavam). Acho que nenhum deles se arrependeu. Lamento apenas não ter proporcionado à minha tia querida um Mac também, porque sinto que seria a forma que ela encontraria para finalmente fazer uso da internet. Bom, ainda há tempo…

Acontecem coisas engraçadas: antes, as pessoas me perguntavam: “como faço isso no Mac?”, e eu me virava para responder. Hoje, a pergunta típica é contrária: “Como faço isso no Windows?”, já que alguns dos mac-users que conheço já são tão acostumados com a plataforma que, quando têm que usar Windows, já ficam meio perdidos.

E fico feliz porque raramente preciso usar Windows – apenas quando algum programador preguiçoso desenvolveu algum sistema cujo acesso se dá apenas por Windows.

O fenômeno do iPhone de vez em quando faz com que pessoas me liguem perguntando como fazem determinada tarefa, normalmente envolvendo sincronização de dados entre o telefone e o computador. Eu quase nunca sei a resposta, porque eles usam Windows, e eu não. E é incrível a quantidade de software simples que permite que se façam coisas tão poderosas no Mac, de forma tão elegante e prática.

Hoje em dia, uso o Dropbox, SugarSync, Things, Bento, iCal, Mail, DragThing e Tweetie, tanto em casa quanto no trabalho. E a sensação é que meu dia é muito mais produtivo, porque tenho tudo sempre à mão, em casa, no trabalho, em todo canto. E estou quase decidido a não mais usar o Word, que anda muito pesadão, preferindo o Pages. Apenas na questão da navegação, embora prefira o Safari, vejo que este anda dando umas travadinhas.

Não é de hoje que o software para Mac é mais elegante. Mas de uns anos pra cá, parece que não há absolutamente nada que se procure pra Mac que não se ache.

E mais: com a Apple Store no Brasil, apesar dos preços oriundos dos impostos dessa terra, é fácil comprar Mac, é mais fácil ter assistência técnica (da qual só me lembro de ter precisado uma única vez em 13 anos de plataforma), é mais fácil encontrar gente que use.

O computador é mais fácil de usar, e a metáfora às vezes confunde quem vem do Windows, mas me torna muito mais produtivo, movendo janelas pra todo canto, tabs no navegador com textos de referência abertos, calendários, agenda… Enfim, é quase como uma extensão da minha mesa.

Relato isso tudo, porque, acredite: as possibilidades em termos de informática quando se usa Mac são muito maiores. Quer para se compartilhar uma conexão de internet, quer para se compartilhar arquivos em rede, quer para mover arquivos daqui para ali, ou para não ter que se preocupar com segurança e antivirus o tempo todo.

E eu não preciso ir reformatar o computador de minha mãe toda semana… E isso já é bom o suficiente.

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