Posted by oculos on Dec 29, 2011 in
Apple,
Livros,
Principal
Autor: Walter Isaacson.
Muito bom livro, principalmente para quem não conhecia a saga de Steve Jobs, nem sua vida com reviravoltas épicas. Afinal, não é sempre que se vê alguém ser expulso da própria empresa depois de ter criado a peça chave desta, fundar uma empresa de tecnologia excelente (NeXT), assumir outra revolucionária (Pixar) para, depois, voltar ao primeiro amor (Apple) com a tecnologia para salvá-la e torná-la a empresa de tecnologia mais valiosa do mundo.
Se a vida de Steve Jobs é inspiradora, ela traz em si um certo dilema: será possível ser tão artístico sem ser tão cruel, tão sem empatia? No livro quase que se torce por uma melhora nos modos sociais de Jobs, mas, ao que se vê, essa não veio com a intensidade esperada. Pareceu-me, a um certo ponto, que o autor esperava que o câncer trouxesse redenção a Steve. Como não trouxe (não na intensidade que se esperaria), fica-se com esse dilema: será necessário ser tão duro com os outros (e consigo mesmo) para ser genial? Será possível ser genial e ser, também, humano?
Não que esse lado um tanto perverso de Steve Jobs me surpreenda – já sabia que ele não tinha lá bons modos. Detesto gente de maus modos. E também tais modos não poderiam ser desculpa para um fim maior – note que Steve era contraditório com os supostos fins altruísticos de sua conduta por vezes repreensível. Mas o diabo é que não se pode deixar de reconhecer a genialidade do homem, e isso é perturbador.
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Tags: Apple, Livros, Steve Jobs
Posted by oculos on Oct 22, 2011 in
Apple,
Mac,
Principal,
iPad
De alguns anos pra cá, sempre segui o conselho dos mais velhos, e passei a fazer backup de todos os meus dados.
Hoje em dia, fazer backup é muito relevante, já que nossa história é quase toda digital – fotos, músicas, documentos e até livros. É claro que muita coisa já tem backup por si só, devido ao fato de que boa parte de nossos dados já está “na nuvem”.
Mas, não se enganem: quando é pra dar errado, dá…
Em dezembro do ano passado, meu HD foi pro beleléu. Sorte minha, tinha um backup, além de ter conseguido salvar quase tudo do HD. O que não é pouco, já que guardo dados referentes a períodos superiores a 10 anos no meu computador.
Pois em menos de 10 meses, eis que o problema volta a ocorrer. E dessa vez me pegou de calças curtas: sim, eu tenho backup. Ou melhor, tinha: nessa semana, o Time Machine, sistema de Backup da Apple, resolveu dizer que precisava recomeçar um backup do zero. Meu HD deu problema justamente quando a cópia dos dados estava em 90%.
Estou conseguindo, até o momento, copiar minha pasta de usuários para outro HD. Mas perdi a confiança total nesse Mac que uso (MacBook Pro Mid 2009). Dois HDs com defeito em menos de 1 ano?
Eu queria comprar um MacBook Air, e vinha adiando isso. Sim, precisava comprar uma máquina portátil pra levar pra faculdade. E o Air funcionando é a coisa mais linda que existe – é rápido de uma forma que todos os computadores deveriam ser. Mas precisava (e preciso) economizar. Entretanto, não tive escolha agora, e, morto de medo de HD, parto para o SSD (novo tipo de dispositivo de armazenamento usado no MacBook Air, tipo memória flash, semelhante aos usados no iPad, no iPhone, etc.).
O duro vai ser me acostumar a usar 256gb quando minha pasta de usuários tem, se estiver íntegra, 411gb…
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Tags: Apple, MacBook Air, MacBook Pro, backup
Posted by oculos on Oct 13, 2011 in
Apple,
Mac,
iPad,
iPhone
Primeiramente, devo dizer que nunca vi um update me causar tanto problema. Só consegui deixar o iPhone pronto depois de quase 20 horas de labuta. O iPhone era restaurado, mas o iTunes insistia em dizer que a restauração havia sido interrompida, e que precisava retomá-la. Quando fiz a terceira restauração, emputeci, e coloquei que era um novo iPhone. Aí tive que selecionar novamente o que queria sincronizar, o que é um saco.
Nesse momento, o iPad está a ser sincronizado.
O novo iOS pareceu excelente. As notificações são muito boas, e achei que o telefone ficou mais rápido. Algumas coisas precisam ser mais estudadas – Por que não se pode mandar mensagens privadas via Twitter, apenas mensagens públicas?
O iCloud é outro que não vi lá muita graça. Mas, enfim, vamos usando pra ver como fica. Não vi qual a proposta de se compartilhar documentos entre devices iOS, quando seria ideal a troca de documentos entre iOS e desktop.
Outra coisa chata: consegui finalmente usar meu apple id .mac para alguma coisa – MENOS para e-mail. Sonhava em reativar meu e-mail @mac, mas não foi dessa vez.
Enfim, com uma miríade de Apple IDs (necessários ao longo tempo porque a Apple não permite a compra por nós outros de música na Apple Store americana, e a brasileira não tem músicas…), tá ficando insuportável atualizar os aplicados. 3 Apple IDs dão trabalho…
Já em outro aspecto: meu Mac está LENTO, o Safari está imprestável e o sistema vai pelo mesmo caminho. E isso em um MacBook pro de apenas 2 anos. Encomendei memória (estou com 4gb, vou para 8gb), pra ver se há alguma esperança desse computador volta a ser útil – agora é só fonte de raiva. Eu sei que a culpa deve ser minha por nunca ter instalado um sistema a partir do zero – trata-se do mesmo usuário já há uns 7 anos. Mas eu que não me atrevo a instalar um sistema zerado e importar manualmente as minhas coisas.
Nossas vidas hoje estão nos computadores – portanto, não quero arriscar deixar de importar alguma coisa. Se a memória resolver o problema, ótimo. Se não, só mesmo vendendo um rim e comprando uma máquina nova, que sem dúvida será um MacBook Air. Mas onde colocar os mais de 550gb do atual Mac em um computador com apenas 256gb, esse é o dilema.
…
PS Visitamos ontem a Opera Software. Fantástica a visita! Fomos tão bem recebidos, e o pessoal é tão entusiasmado com o produto que me pego agora usando o browser deles!
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Tags: Apple, Mac, MacBook Air, MacBook Pro, iOS 5, iPhone, ipad
Posted by oculos on Oct 6, 2011 in
Apple
Morreu Steve Jobs.
Desde que comecei a usar computadores, aproximadamente em 1986-87, que ouvia falar do homem. Eu já sonhei em ter praticamente todos os produtos da Apple, e tive a sorte de mexer na maioria deles (as notáveis exceções, um Newton, que deixei de comprar por pouco, e um Mac Pro).
Lembro-me da alegria de digitar comandos a esmo no Apple II de meu primo Cristiano, o quando, em São Paulo, em 1989, o pastor para quem eu trabalhei deixou eu mexer no seu Apple Iic que estava juntando poeira no armário. Ou da alegria do primeiro Mac, um Power Mac 6500, comprado nos EUA nos tempos do Real valorizadíssimo. Lembro-me de ter sonhado com um NeXT em formato de cubo, do qual só ouvia falar por revistas.
Lembro-me de ter assistido à maioria das keynotes da Apple desde 1997, quando comprei meu primeiro Mac, e de nunca ter deixado de acompanhar a companhia por todos os dias desde que comecei a usar tal computador.
Parece estranho, mas não se trata de paixão pelas máquinas em si, mas pelo que elas trazem. Amigos de qualidade ao redor do mundo, momentos de bastante diversão, um trabalho de qualidade realizado em computadores que estimulam a criatividade.
Sei que Steve não era de personalidade das mais fáceis de lidar. Talvez muitos de nós também não sejamos. Mas não se pode ficar parado diante de sua genialidade. E é à genialidade, à visão e ao carisma do mito que rendo minhas homenagens agora.
Descanse em paz, Steve. Você venceu. De alguma forma, usar Mac agora não será mais o mesmo. Você nos fez usar o Mac também por uma causa, por uma rebeldia. Hoje, usar Mac talvez não signifique mais ser rebelde, ou ser contra o “status quo”, como uma das propagandas dizia. Mas era isso que você queria, imagino: que o Mac fosse o computador para o resto de nós. Se hoje os usuários de Mac já não são mais membros de uma comunidade global que lembrava quase uma seita, é porque a plataforma vingou. E, atrevo-me a dizer, ultrapassará o Windows em algum momento, devido ao seu crescimento ter atingido a um momentum ímpar. Não que isso importe. Na verdade, é que usar Mac hoje passou a ser uma escolha natural, sensata, e não mais um ato de rebeldia, de coragem.
Acredito que, agora, desaparecendo o valor agregado de se comprar uma máquina anunciada por Steve Jobs, aqueles de nós que as usamos desde sempre, faremos isso com um pouco menos de paixão, por escolhas racionais (que os macusers podem enumerar tranquilamente) e menos emociais, mas com a nostalgia de termos ajudado, com ele, a mudar o mundo com a paixão que ele nos inspirou.
Descanse em paz, Steve Jobs.
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Tags: Steve Jobs
Posted by oculos on Mar 12, 2011 in
Apple,
Mac,
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iPad,
iPhone
Logo que comecei a usar o Mac, há cerca de 14 anos atrás (parece que foi ontem), uma das coisas com as quais me acostumei logo foi o conceito de janelas. Tal conceito já existia no Amiga, meu computador anterior ao meu primeiro Mac.
Sim, o Windows tem janelas. Mas as janelas no Windows foram perdendo um pouco a importância desde a versão 3.11. Naquela versão, tudo no Windows era feito em alguma janela. Hoje também.
Mas o que eu quero dizer é que no Windows, o comum é usar um aplicativo que toma a tela toda. Não é muito comum rodar aplicativos em pequenas janelas, lado a lado. Normalmente, cada aplicativo acaba tomando a tela toda. É assim com o Word, com qualquer navegador, etc.
No Mac, sempre meus amigos reclamavam que minha área de trabalho (Desktop) era muito caótica, porque tinha muita coisa aberta ao mesmo tempo (isto é, sendo exibidas de uma só vez). É que, para a Apple, a idéia era usar ao máximo a metáfora da mesa do escritório – ou seja, replicar na tela do computador um ambiente de trabalho comum, com documentos, calculadoras, pilhas de arquivos, etc.
Por isso, é comum usuários do Mac visualizarem, ao mesmo tempo, lista de contatos de instant messengers, janela do navegador, player de música, e-mail, etc. Hoje em dia, graças ao grande número de programas que utilizamos, às vezes é meio que estressante usar tanta coisa ao mesmo tempo. Mas, confesso, quando uso Windows, me sinto meio que limitado em produtividade em relação a ter tudo ali, à mão, pronto pra ser clivado e arrastado de um canto pra outro.
Minha confissão acima, agora, está sendo questionada por mim mesmo graças à própria Apple. Explico: no iPad, só é possível visualizar um aplicativo por vez. Pra muita gente, isso se tornou um fator de limitação do aparelho. E, devo admitir: é mesmo. Gosto de manter a janela do Skype aberta enquanto estou fazendo outra coisa no computador. Ou a do twitter. Mas, graças a essa “limitação” do iPad, com esse aparelho hoje eu consigo ler sem ter minha atenção desviada, consigo escrever sem saber que fulano ou sicrano acabou de se conectar, e consigo até jogar paciência sem perdê-la…
Ler meus feeds de RSS, por exemplo, é mil vezes mais confortável no iPad do que no computador.
Parece um contra-senso, mas visualizar apenas uma coisa por vez tem o seu lugar. Mesmo no Mac, percebi que usar processadores de texto com recurso de full screen (como o excelente WriteRoom) fazem com que as palavras fluam com mais facilidade.
É claro que isso tem também um lado ruim: ir de um lado para o outro é sempre mais complicado quando apenas um aplicativo tem lugar na tela. Clicar em um link enviado no instant messenger é uma tarefa chata, porque significa múltiplas idas e vindas. Também não é possível ver a imagem de alguém por video-conferência e, ao mesmo tempo, ler as notícias ou ver um documento.
Porém, a própria Apple percebeu que há muita gente que se surpreendeu com esse tipo de abordagem na interface dos programas, e já promete para o Lion (próxima versão do MacOS X) o recurso de usar aplicativos em tela cheia, ou melhor, tomando toda a área visível da tela. Eu me imagino muito usando isso no e-mail, por exemplo.
Mas e você, o que acha? Um aplicativo por tela, ou vários? O que é mais produtivo? Usar só um aplicativo por tela é um retrocesso?
Perguntas, perguntas, perguntas…
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Tags: Apple, Mac, MacOS X, MacOS X Lion, full screen apps, iPhone, ipad
Posted by oculos on Feb 11, 2011 in
Apple,
Livros,
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Enfim, sucumbi ao Kindle.
Eu sou um consumidor voraz da Apple, e a pergunta natural é: preferiu o Kindle ao iPad?
Bom, embora análises sobre o iPad e o Kindle como leitores de livros digitais existam aos montes na internet, deixa eu dar aqui o meu pitaco:
O Kindle e o iPad não são competidores – ou melhor: os dois aparelhos, em si, não competem um com o outro. Eu penso no iPad mais como um substituto do netbook, como disse Jobs. A leitura de livros digitais é apenas uma das funções do aparelho. Assim como processamento de textos, planilhas eletrônicas, retoques de fotos, etc., serem usos/tarefas que o iPad dá conta, claro que são melhor realizadas em um computador. Assim como é possível ler livros no iPad, em algumas situações, ler no Kindle é muito melhor.
Explico: o que eu gosto no Kindle são quatro coisas específicas:
- o Kindle é leve. MUITO leve. Eu não me incomodo com o peso do iPad para ler (embora muita gente se incomoda com seu peso), mas segurar o Kindle para ler é mais confortável.
- a tela do Kindle não tem reflexos, ou, pelo menos, esses não são tão fortes quanto os do iPad. Ler no iPad em sala com muita iluminação, ou próximo a uma janela, é um exercício de buscar o melhor ângulo. Com o Kindle, o problema não é tão grande.
- a bateria do Kindle dura uma eternidade, enquanto que o iPad nem sempre aguenta um dia de leitura.
- no Kindle posso usar um dicionário bilingue, o que não posso fazer no iPad, nem mesmo no aplicativo do Kindle para esse tablet. Para quem lê muito em inglês, é muito bacana poder descobrir o significado de alguma palavrinha marota que o autor usou.
O Kindle parece papel. Tanto assim que, ao recebê-lo, pensei que o que tava na tela era algum adesivo.
Mas o iPad tem seu lugar como leitor de eBooks. O que prefiro no iPad:
- as fontes do iPad são muito melhores, bem mais rebuscadas.
- ler à noite no iPad, pra mim, é melhor – não preciso ligar a luz, posso reduzir o brilho da tela, etc.
- o acesso à internet pelo iPad é mais confortável, e é possível fazer alguma pesquisa durante a leitura – o que também é possível pelo Kindle – só não é tão prático.
- eventuais ilustrações nos livros são fiéis, e não são reduzidas aos tons de cinza do Kindle.
- jornais e revistas são mostrados de forma muito mais legal no iPad.
O modelo que peguei é o menorzinho. Optei pela versão com 3G, só por precaução: o 3G faz falta no meu iPad, o que não seria necessário se a Apple fosse decente com seus usuários e permitisse o compartilhamento do 3G do iPhone pelo WiFi. Hoje em dia, o cidadão precisa pagar uns 3 planos de dados para seus gadgets funcionarem, caso opte pelo ecossistema da Apple, e isso é um absurdo. Parece que essa situação maluca vai mudar em breve, já que a Apple deverá implementar a função de hotspot no iPhone na próxima atualização do sistema, embora provavelmente ficará a cargo da operadora permitir ou não tal serviço. Aposto uma visita ao estábulo da cidade como a Oi não vai permitir, até porque não habilita o tethering via cabo/bluetooth para seus usuários, senão em planos BEM mais caros. A Amazon foi muito mais legal com seus usuários, dando o 3G de lambuja, sem necessidade de planos junto à operadora, a fim de que a experiência do usuário seja a mais agradável possível.
Ainda não comprei livros diretamente pelo aparelho da Amazon, porque já tinha livros comprados via site, e que já li ou ia ler através do iPad. Os livros foram baixados normalmente no aparelhinho.
Portanto, se você é um leitor voraz, e gostaria de ler ao ar livre, de dia, e não gostaria de recarregar o aparelho o tempo todo, o Kindle é seu amigo.
Mas se você quer ler revistas, jornais, quer ler mais à noite, e quer alternar toda hora entre livros e internet, o iPad ainda é imbatível no que se refere à interface. É a minha opinião.
P.S. – O Kindle permite, sim, a leitura de jornais e revistas. Mas esse tipo de conteúdo sempre tem muitas fotos, recursos multimidia, etc., e eu não gosto da interface do Kindle para esse tipo de conteúdo. Questão de gosto.
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Tags: Kindle, ipad
Posted by oculos on Dec 19, 2010 in
Apple,
Principal,
iPad
Com esee AirPlay, é incrível o que o iPad pode fazer!
Agora posso escutar rádio com ele, via Airport Express. Só isso já economiza o preço de um rádio dedicado.
O iPad já vinha substituindo a televisão pra mim. Agora substituiu o rádio. A app TuneIn Radio é muito bacana, e consegui escutar rádios daqui e do resto do mundo. E tirei a poeira de umas caixinhas de som que vieram de brinde no Ballantines de um amigo meu, e pronto: rádio no quarto!
Preciso só arrumar caixinhas melhores. O airport express velho de guerra ganhou uma nova utilidade, se bem que também tô pensando em utlizâ-lo para usar uma mpressora em casa, principalmente se o AirPrint passar a imprimr em qualquer mpressora compartilhada pelo Mac.
Escutar a Globo FM de Salvador e relembrar os tempos de faculdade, ou ouvir a NRK P3 e recordar das frias noites da Noruega, ou simlesmente ouvir música alternativa de qualidade, mas insuportável no Natal, da Couleur 3 da Suíça, realmente, é muito bom! E o melhor é fazer tudo isso pelo iPad, e continuar a usar o aparelho pra outras coisas.
Muito legal!
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Tags: Apple, Coleur 3, ipad
Posted by oculos on Dec 19, 2010 in
Apple,
Mac,
Principal
Backup ajuda, mas sorte é bom também…
Comentei aqui recentemente sobre a boa prática do backup. Mas tem coisas que só com sorte mesmo.
Arquivo, desde muitos anos, minhas fotos todas no iPhoto (quer dizer, arquivava – uso o Aperture desde maio de 2010).
Em uma das confusões com o meu HD, a biblioteca de fotos do iPhoto foi pras cucuias. E o pior: como parece não ter concluído o backup no Time Machine, quando recomeçou a fazer o backup, parece que zoou tudo. Talvez eu poderia ter salvo as tais fotos antes de recomeçar o backup, achando que já estava tudo ok.
Portanto, dicas:
1 – Não comece um novo backup sem antes fazer um checklist dos arquivos. Sugiro separar por áreas:
- música
- documentos
- imagens e fotografias
- videos
Acho que é uma boa idéia, não?
2 – Faça múltiplos backups. Eu, pelo menos, depois dessa, vou fazer. Parece exagero, mas não quero nunca mais passar pelo susto que passei agora. Never again, baby.
3 – Apele para o inesperado.
Apelar para o inesperado significa que, muitas vezes, você tem cópia dos arquivos em outros lugares. É comum, por exemplo, ter feito cópias das fotos em DVD para algum amigo(a) que estava no evento, por exemplo.
Ou as músicas podem estar todas sincronizadas no iPod, basta usar um utilitário tipo o iRip para copiar tudo de volta.
Ou, como eu, ter a sorte, a sorte do tamanho de um caminhão, de ter um diretório (pasta, para os moderninhos) chamada lost+found. Dentro dela, em centenas de outras pastas, estavam espalhadas 99% das minhas fotografias. Fiz um apanhado geral, usei o Aperture para lincar as fotos novamente às minhas bibliotecas, e em menos de uma manhã estou colocando quase tudo no lugar.
Sim, a sorte ajuda. Mas tudo teria sido bem mais fácil se eu tivesse feito o backup da forma correta, se eu tivesse esperado tudo acabar, etc., etc., etc.
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Tags: Time Machine, backup
Posted by oculos on Dec 9, 2010 in
Principal,
iPad
(sem acentuacao, que ninguem aguenta acentuar no iOS):
Senhores,
Apesar de visualmente atraente, o aplicativo da Folha para o iPad eh horrivel de se usar.
Primeiro, nao se consegue terminar de ler a versao impressa sem que o aplicativo se feche inesperadamente.
Segundo, a uma discrepancia entre o indice de cada editoria e o conteudo da barra de rolagem, o que nunca permite saber se estamos vendo todas as noticias. Quase sempre a ultima noticia na barra de rolagem nao consta do indice.
Terceiro, qual a razao da audencia do Editorial e das colunas de Opiniao?
Quarto, a navegabilidade eh sofrivel. Para ter acesso a lista de materias, tem-se que sempre retornar a pagina anterior, ou rolar a barra inferior, que nao memoriza a posicao da materia selecionada, acabando por forcar o leitor a uma rolagem continua e desnecessaria para navegar entre as materias.
O assinante do UOL que quer a Folha pelo iPad sofre um martirio para ler as reportagens. Ao tentar ler a Folha no iPad fora do aplicativo, via Safari, nao eh possivel: misteriosamente, as paginas ficam pretas. No aplicativo, a versao impressa tem problemas (aplicativo encerrando e o zoom, as vezes, tira a nitidez dos textos). A versao em texto parece incompleta e a navegabilidade eh horrivel.
Peco-lhes, assim, um favor: esquecam o tal aplicativo e consertem a versao web, como antes, que ja vai estar bom demais. Claramente as novas solucaos sao bnitas, mas sao mal feitas e imprestaveis ao uso.
Atenciosamente,
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Posted by oculos on Dec 8, 2010 in
Apple,
Mac,
Principal
Ok, não quero ser moralista nem nada, e todo mundo já publicou um conselho parecido. Mas não custa nada, e é para o seu próprio bem, leitor desatento:
FAÇA BACKUP!
Hoje em dia, nossa vida documental é toda digital. Nossas fotografias são digitais, nossas músicas são digitais, nossos documentos – textos, imagens, comprovantes – são digitais. E, como já disseram alhures, seu disco rígido VAI falhar. Só não se sabe quando.
O HD do meu computador – um notebook, que vem a ser minha máquina principal – falhou. A minha sorte é que uso o sistema Time Machine da Apple, que copia silenciosamente todo o conteúdo da minha máquina em outro HD. Mas como estou em viagem, isso não seria suficiente. Consegui copiar todo o conteúdo do HD defeituoso, e importei os dados em uma nova instalação do sistema. Portanto, foi só um susto – a sorte é que minha máquina parece bem mais rápida agora com o sistema recentemente instalado – ou isso, ou as 7200 rpm do hd externo usado na operação de salvamento, um Seagate Expansion.
Não fosse o backup, e não fosse eu ter consigo salvar os dados do hd – que parece ter morrido imediatamente após o salvamento – seriam quase 500gb de anos de informações perdidas. Milhares de fotografias, milhares de músicas e textos.
Hoje costumo usar o dropbox, para que os documentos mais importantes estejam sempre na “nuvem”. O iPad, por enquanto, tem todas as minhas músicas. Bole estratégias de cópias múltiplas. DVD’s nem sempre resistem ao tempo. HD’s hoje são baratos. Compre um para fazer uma cópia semanal, e deixe-o no escritório, para o caso de algum furto. Tenha sempre seus dados em locais mais variados.
Enfim, sua história, suas informações, seu quartinho da bagunça, hoje, é seu computador.
P.S. – Sugestões: Time Capsule, da Apple, ou qualquer outro HD em rede. Ah, e deixe sempre livre 20% do seu HD. Acho que não observar essa regra foi o que me deu problemas.
- Posted using BlogPress from my iPad
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Tags: Time Capsule, Time Machine, backup
Posted by oculos on Dec 4, 2010 in
Apple,
iPad,
iPhone
Estou em Salvador nesse momento. Realizei uma operação para retirada da tireóide, embora nenhum problema grave existia com a mesma – apenas alguns nódulos benignos que recomendavam a retirada, antes que um nodulozinho maroto resolvesse aparecer. A convalescência está sendo muito boa, e, graças a Deus, parece não ter havido nenhuma seqüela. Para o bem e para o mal, minha voz continua a mesma! Segundo comentários, está sexy, parecida com a do Barry White! ehehehhehe
Quando aqui cheguei, percebi que o HD do meu MacBook está com problemas – talvez da tireóide, não sei. Então estou evitando usar o computador, a fim de fazer um backup em um HD externo e, posteriormente, trocar o HD interno do dito cujo. Portanto, estou usando o iPad em tempo integral, com o teclado sem fio da Apple.
Confesso que as únicas coisas que fazem falta com esse setup são:
- câmera para poder usar o Skype;
- fazer download de torrents.
O último item poderia ser feito com um jailbreak, mas ainda não há jailbreak do tipo untethered para o iPad que roda o iOS 4.2.1.
Devo dizer que o iPad é mais cômodo que um notebook em um hospital, muito embora tive alta logo, e quase não usei o aparelho por lá. Em casa, então, é muito confortável de se usar. Se tiver que escrever um texto maior, basta colocar o iPad escorado em algum canto e usar o teclado sem fio.
Portanto, se com o lançamento do MacBook Air de 11 polegadas eu fiquei na dúvida sobre qual seria a melhor companhia para viagens, hoje já não estou tão certo assim.
O que sei é que não quero mais usar o MacBook como minha máquina principal. Acho que é muito melhor usar uma máquina desktop em casa, e um notebook não tão poderoso para viajar, como o Air de 11 polegadas. Mas, na hora de ver filmes, ler revistas e jornais ou navegar, o iPad parece ser a opção mais confortável.
A única coisa chata é que, ultimamente, não consigo ler a Folha diretamente em sua versão HTML, e, pelo aplicativo para iPad, a experiência é tortuosa: o programa tem muitas falhas, vive se implodindo, e há edições, como a de hoje, que simplesmente não abrem.
De qualquer sorte, parece ser a melhor companhia para viagens desse tipo, e só falta mesmo uma câmera e um cliente de torrent para que um notebook se torne desnecessário.
Agora tem uma coisa: usar o iPad com teclado sem fio é muito mais cômodo que usar um notebook. Não sei se é porque tudo acontece instantâneamente – dá uma sensação de que tudo é feito mais rápido. A qualidade da tela também é muito boa.
P.S. – Eu andava meio arrependido por não ter comprado uma versão 3G do iPad – estava em falta na loja quando comprei o meu. Mas acho que foi uma boa escolha: pagar dois planos de dados mais a conexão fixa não me parece razoável. E, aqui em Salvador, o hospital tinha WiFi grátis disponível, o que fez o tempo passar bem mais rápido, e não perdi o contato com os entes queridos. Aqui, na casa da prima onde estou hospedado, há um roteador wifi. Portanto, as circunstâncias foram de sorte – não fosse isso, iria depender do 3G do iPhone. O 3G aqui em Salvador tem funcionado bem, usei o Yahoo Messenger para videoconferência via 3G, e funcionou muito bem! Ando tentado a fazer jailbreak do iPhone 4 e poder usá-lo como um hotspot, mas ando sem coragem de fazer essas estrupulias – quando alguma coisa dá errado, a gente perde tanto tempo consertando, e ando sem paciência para ficar consertando coisas. Já basta a preocupação agora em migrar os dados do MacBook para outro HD, que deve chegar em breve, para depois substituir o HD interno por outro confiável.
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Tags: Apple, iPhone, ipad, iphone 4, tireóide
Posted by oculos on Nov 2, 2010 in
Corrida,
Principal,
iPhone
Quando a Nike lançou o aplicativo Nike+ GPS para iPhone, pensei comigo que a novidade não serviria pra mim, já que eu acho o iPhone muito caro e pesado pra ficar carregar em uma corrida.
Pensava.
Hoje fui testar o programa, e achei uma sacada genial da Nike. É claro que há programas, como o RunKeeper, que fazem a mesma coisa de graça. Mas pra quem já usa os programas da Nike e já está enturmado com a comunidade do site, o aplicativo é simplesmente fantástico.
O programa registra o seu percurso com base no sinal do GPS, e achei bem mais preciso e confiável do que as medições que meus amigos conseguem com o Polar que usam.
Meu teste só não foi melhor porque me ligaram durante a corrida, e ele deu pausa e não tinha voltado automaticamente. Mas aprendi a lição: agora, coloco meu iPhone para encaminhar as ligações para o telefone de casa quando for correr. Assim não tenho mais esse problema, porque uma das coisas que gosto ao correr é ficar completamente desconectado.
Quer dizer, quase: não gosto é de ser interrompido quando corro. Mas o programa da Nike tem algo fantástico: ele informa, via Facebook, quando uma corrida é iniciada, e as pessoas podem te incentivar em tempo real! Quando isso acontece, o aparelho reproduz um som de incentivo. Muito, muito legal mesmo!
Não sei se vou ter coragem de ficar levando meu iPhone para corridas. Acho que não é a melhor opção, pois faz calor, a pochete que uso encharca, etc. Já imaginou se cai um toró no meio da corrida?
Confesso, todavia, que foi a melhor forma de medir a corrida que já vi. Ah, com um detalhe: eu usei o Nike+ GPS junto com o Nike+iPod. Coloquei esse último para rodar ao fundo, e o GPS em foreground. Curiosamente, a ligação telefônica não interrompeu o Nike=iPod, ou melhor, este voltou a registrar a corrida após ter atendido a ligação.
É fantástico, depois de correr, ver o mapa com o percurso efetuado. É pena que a Nike e a Apple não implementaram no iPhone 4 a compatibilidade com o monitor cardíaco da Polar (Wearlink+), o que já ocorre com o Sportband e o Nano. Assim, ao correr, continuarei a levar o sportband porque ele é o mais confiável de todos – nunca falhou comigo.
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Tags: iPhone, nike
Posted by oculos on Oct 26, 2010 in
Apple,
Principal
Ta, devo ser a ultima pessoa que percebeu isso, mas vamos la: todo mundo sabe que o iPad permite o uso de teclado externo via bluetooth. A funcao tambem existe nos iPhones que rodam o iOS 4.
Só que no iPad nao é possível utilizar o método convencional de acentuação com o qual já estamos acostumados nos computadores – isto é – teclando no acento e, em seguida, na vogal a ser acentuada.
Pois descobri, só hoje, que usando um teclado sem fio no iPhone, é possível escolher o layout de teclado desejado e, assim, acentuar normalmente. Ou seja: em breve, com o iOS 4, poderemos finalmente acentuar corretamente, e sem combinações de teclas estranhas, no iPad.
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Posted by oculos on Sep 27, 2010 in
Apple,
Livros
Faz tempo que não leio revistas semanais, já que a internet é fonte de notícias atuais e imediatas. Porém, é sempre bom ter conteúdo bem diagramado e off-line para se ler. Portanto, grande foi a minha satisfação ao ver que as editoras estão começando a lançar coisas pro iPad. A Saraiva lançou o seu leitor digital – leeeeeeeento, mas funciona.
E a Veja lançou também a revista em formato digital. Baixei para testar, já que não leio a Veja – virulentos demais pro meu gosto – é como ler o Notícias Populares da política. Mas o aplicativo deles é mais bonito, eficiente e bem resolvido que o da Época, publicação que assinaria devido aos textos menos doutrinários que os da Veja.
O aplicativo da revista Época, cuja primeira edição disponível para download foi gratuita, assim como foi o da Veja, é ruim. Passar as páginas é menos fluido. É lento também o redesenhamento da página ao se alterar a posição retrato-paisagem. Os textos tem letras por demais serrilhadas.
Mas teve um ponto forte: o uso de conteúdo multimídia foi BEM melhor que o da Veja, embora, às vezes, abusaram do “clique na imagem para mudar de notícia”. E o uso de vídeo para publicidade foi muito legal – principalmente os vídeos da Topper – hilários.
Enfim, espero que a IstoÉ, a Caros Amigos e a Carta Capital também ofereçam versões para iPad. E espero que venham logo mais livros! Chato ter que comprar livro em inglês só pela falta de livros digitais atuais em português. A exceção foi o Caim, de José Saramago, que comprei pela Saraiva, mas estou esperando para ver se o aplicativo fica mais legal de se usar.
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Tags: Saraiva, Veja, ipad, Época
Posted by oculos on Sep 21, 2010 in
Apple,
Mac,
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iPhone
Já lá se vão quase 3 meses desde que adquiri o meu iPad, e chamou a minha atenção a quantidade de notícias que venho lendo a respeito da queda nas vendas dos Netbooks, e é fácil entender o porquê disso.
O iPad realmente torna desncessário o uso de um netbook para a maioria das coisas que as pessoas fariam com um netbook. No meu caso, uso o tablet da Apple principalmente para ler, ouvir música e assistir vídeos, além de consultar um banco de dados ou compromissos. A bateria dura uma eternidade. Como costumo ler na cama, ler as notícias com agregadores faz mais sentido no iPad do que no computador. Ler jornais no danado também. E ler revistas nele é fantástico. Enfim, o que funciona, funciona bem.
O ruim é blogar no iPad. Twittar funciona bem, porque a interface de alguns programas é de cair o queixo. O próprio Twitter oficial funciona muito bem. Blogar é ruim não por causa do teclado virtual. O problema é que, estando na cama, é muito chato encontrar uma boa posição para digitar. Gostaria que inventassem um suporte para usar o iPad na cama. Assim, usaria o teclado sem fio sem problema algum.
Faz falta também uma câmera no bicho, mas entendo que seja assim e entendo que seria difícil manter uma conversa coerente segurando o tablet a fim de encontrar a posição correta para a câmera. Mas não me importaria de usar uma tipo as primeiras iSight. Digo isso porque percebo que, com o iOS 4, pra 90% do que faço com o notebook vou poder usar o iPad. Só vai sobrar digitação de textos longos e um Photoshop eventual. Com o iPad, até brincar com piano virtual é mais fácil do que simplesmente rodar o GarageBand. Tudo é muito flúido, tudo funciona rapidinho. Com multitarefa, vou poder usar os instant messengers, skype, navegar no Safari e ouvir rádio – tudo ao mesmo tempo. E com uma velocidade que nenhum notebook me proporciona. Coisas que tenho feito, surpreendentemente, com o iPhone 4.
Esse aparelho é uma coisa… O iPhone 4 tem a tela mais bonita que já vi. O duro é acordar à noite para ler uma mensagem e ter a visão ofuscada pelo brilho do maluco. A velocidade do aparelho é igual, para mim, à do iPad. Tudo flui com rapidez e agilidade. Esses dias usei o fring para fazer uma videochamada com um amigo. Funcionou perfeitamente. Podia ouvir uma rádio virtual enquanto batia papo através do skype e do msn. Mudar de aplicativos é super fácil. e era mais convortável do que no notebook, pois estava no sofá de casa, com preguiça de carregar um computador só para bater papo.
Sinceramente: esses dias mexi com um Milestone rodando Android. Gostei do aparelho. Mas não é tão descomplicado, e a interface é confusa. O iPhone tem uma tela maravilhosa, uma interface polida e aplicativos fantásticos.
Apesar dos defeitos do iPhone (bluetooth capado, falta de relatório de recepção dos sms enviados e falta de tethering liberado), acho que está a anos luz dos outros aparelhos. Nem tive coragem de fazer um jailbreak – ele tem se bastado do jeito que veio de fábrica.
Uma hora vou testar o FaceTime com a Bia Kunze, já que, ao que parece, só conheço ela com outro iPhone 4…
É, parece que a Apple acertou mesmo: aparelhos fechados, mas que cumprem o que promete. Foi um longo caminho desde o Apple II que, curiosamente, era excelente por ser uma máquina aberta, expansível e igualmente adorável.
E olha uma coisa: se esse novo Apple TV e seu AirPlay funcionar com outros aplicativos, tipo VLC, aí, meu amigo, vai ser PUNK!
P.S. – Encomendei o trackpad novo da Apple. Meu ombro não anda bem, e acho que é resultado do uso do mouse no escritório.
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Tags: Apple, apple tv, iPhone, ipad, iphone 4
Posted by oculos on Sep 1, 2010 in
Apple,
Principal
Eu consegui. Não imaginei que resistiria a alguma tentação de plano reduzido: cancelei a Sky.
Qual o sentido que faz assinar TV por assinatura que não tenha um DVR (gravador de vídeo)? Qual o sentido em pagar o dobro por um DVR? Qual o sentido em pagar o dobro por alta definição? Eu não tinha esses recursos, e meus horários jamais combinavam com os dos programas que talvez eu tivesse interesse em assistir.
Convenhamos que, com a internet e seus podcasts, torrents e que tais, temos muito mais opções de bons programas, com a conveniência de se poder assistir quando quiser e o que quiser.
Agora com esse sistema do iTunes, acho que vai ser ainda melhor. Pelo preço que pagava na Sky, posso alugar, em alta definição, cerca de 60 episódios por mês – mais do que eu jamais assistiria. Só espero que comecem a legendar os programas!
Sinceramente, a única coisa que me fará uma remota falta será poder assistir a cobertura ao vivo de alguma coisa, tipo BBC World cobrindo alguma reunião de cúpula, ou a CNN mostrando algum discurso do Obama. De resto, já foi tarde.
A propósito: alguém compra meu aparelho?
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Posted by oculos on Jul 28, 2010 in
Mac,
Principal,
iPad
Esse blog é lido por amigos que tenho e que têm interesses bem distintos – uns gostam de ler sobre assuntos jurídicos, outros sobre tecnologia, outros sobre as bobagens que escrevo, etc.
Muitos não conhecem o recurso de RSS. portanto, caro leitor, ainda que você não seja um usuário feroz de todos os recursos que a internet oferece, aqui está a sua lição de casa: aprender o que é RSS.
Dito isso, devo dizer que, agora que mudei de navegador, estou com um problema: uma boa extensão que me permita ler meus feeds de uma forma parecida com a que o Safari usa. O Safari, pra mim, tem o melhor leitor de RSS que existe. No Desktop. Porque, senhores, o melhor leitor de RSS do mundo, pra mim, chama-se Reeder, no iPad.
Passei a usar o Google Reader como forma de sincronizar os artigos já lidos, algo que o Safari não faz . Fiz isso como resultado da mudança pro Firefox, já que, nesse navegador, o leitor interno de RSS é ruim. Aí instalei um addon, Feedly, ou algo assim, que me fez usar o Google Reader, o que eu não queria. Mas isso me chamou a atenção para algo que eu não havia pensado: não seria legal poder ler as notícias no iPad e não ter que marcá-las como lidas no Desktop?
Era só o começo. Aí começou a minha luta para encontrar o programa perfeito de RSS no iPad. Testei uns 5 ou 6 . O Reeder é imbatível, ao ponto de, no trabalho, mesmo com o navegador aberto no Mac, sacar o iPad para ler as notícias.
Agora gostaria de saber se encontro uma forma de ler o Google Reader no Firefox de uma forma similar à que o Safari mostra seus RSS. Ou, no caso de voltar prop Safari, como mostrar as páginas do Google Reader da forma que os RSS salvos como bookmarks são exibidos.



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Um corajoso já se manifestou! Manifeste-se! Comente! Dê seu pitaco!
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Posted by oculos on Jul 28, 2010 in
Mac,
Principal
Quando mudo pro Firefox, melhoram o Safari. Bosta.
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Posted by oculos on Jul 25, 2010 in
Apple,
Mac,
iPad,
iPhone
Os usuários de Mac sempre tiveram um grande problema até alguns anos atrás: tudo para nós era mais difícil quando se referia a padrões. Conversar com o antigo Palm Pilot era complicado, exportar arquivos de alguns aplicativos nem sempre era fácil, etc.
Hoje, parece que ocorre o modo inverso: O ecossistema formado pelo iTunes+iPhone+iPad tornou o Mac a plataforma mais conveniente quando se usam muitos gadgets, penso eu.
Talvez por essa razão, e para não ter dor de cabeça, sempre usava o sistema meio que da forma padrão. E a tendência seria essa…
Seria. O problema é que o Safari, browser padrão da Apple, embora, pra mim, seja o que possuí o texto mais gosto de se ler, a interface mais limpa e o melhor leitor de RSS (simples, conciso e fácil de categorizar), está insuportável nas últimas atualizações. Lento pra caramba, às vezes incompatível com alguns plugins (ou melhor, com alguns plugins sem funcionar direito) e complicado para se trabalhar quando se quer sincronizar RSS.
Agora com o iPad, boa parte da minha leitura noturna é feita usando o tablet. Melhor que ficar com notebook no colo. Steve Jobs tava certo – há algo de bom em segurar a página da web nas mãos. Quando preciso olhar algo no notebook, uso o VNC. Coisa de nerd.
Porém, algo do Safari é essencial: a categorização dos feeds RSS e sua exibição cronológica em categorias. Embora consiga sincronizar os bookmarks lindamente com o Safari do iPad, quando quero ver as notícias locais, por exemplo (tenho uma pasta com os feeds locais), tenho que ver um por um.
Poderia, claro, usar um leitor externo (e é o que vou fazer), mas como importar todos os meus feeds?
Aí o jeito agora foi usar o Firefox. O navegador é super rápido no Mac – bem mais que o Safari – não trava nem engasga, e, com um plugin (feedly), organizei meus feeds de uma forma legal, e sincronizei com o Google Reader. O Feedly não é exatamente o jeito mais gostoso de ler as notícias, nada tão simples e efetivo quanto o Safari, mas serviu para ajudar a migrar pro Firefox.
Eu não queria sincronizar com o Google Reader. Não quero mais tanta coisa na Google. Mas se o pessoal não fala a mesma língua, a gente tem que achar um tradutor, certo? Ora, se não consigo uma forma competente para gerenciar meus feeds entre diversos dispositivos, o jeito vai ser colocar tudo no Reader e poder, assim, usar o aplicativo que eu quiser para poder ler minhas páginas em qualquer canto – menos no Safari, que não conversa com o Google Reader, salvo se eu abrir a página da Google, o que não gosto de fazer, porque acho a forma de exibição horrível. Engraçado: a Google tem o melhor agregador de notícias, porque acessível em todo canto, mas tem uma forma de exibição que não me agrada.
Sinto muito em deixar o Safari. Gosto da forma que ele integra-se ao Mac, respeita as diretivas do sistema, enfim – é um bom produto. Mas ter um notebook rápido e se sentir navegando em uma carroça realmente é frustrante.
Gostaria, assim, de sugestões para o Firefox de métodos simples de ler RSS, respeitando categorias criadas. Alguém dá uma dica?
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Tags: Fiirefox, RSS, Safari, ipad
Posted by oculos on Jul 19, 2010 in
Apple,
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iPad
Minha primeira viagem sem o notebook. Vim somente de iPad.
Percebi que dá pra suprir quase todas as minhas necessidades. Claro, trouxe o teclado bluetooth, a fim de, em uma emergência, poder trabalhar com textos. E foi o que aconteceu: precisei corrigir alguns contratos.
A pena é que o Pages não suporta mudar a cor do fundo do texto, nem importa textos com fundos coloridos. Assim, fiquei impedido de vir os grifos que o cliente colocou em um contrato.
Tambêm estou chateado com o hotel. As conexões ethernet não funcionaram direito com meu adaptador Airport Express, e o sinal wireless era ruim em um dos quartos que fiquei.
O iPad é tudo o que um notebook deveria ser: rápido, leve e com uma bateria que dura horas. Venho a Belo Horizonte uma vez por ano para fazer a revisão dos olhos, e as vezes a espera pelos exames é entediante. Com o iPad podia jogar Scrabbles, ler (estou lendo “A Sombra do Vento”), checar e-mails, etc. Enfim, como eu disse em um post anterior, acho mesmo que o futuro da computação é algo como o iPad. Consigo imaginå-lo como meu computador principal, caso algumas outras interfaces pudessem ser integradas.
O chato, ainda, é a acentuação em português. Espero que atualizaem logo a firmware para incluir o português, e o layout US International PC.
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Tags: belo horizonte, ipad
Posted by oculos on Jun 22, 2010 in
Apple,
Principal,
iPhone
Assistir a jogos do Brasil fora daí dá um banzo meio que inexplicável. E foi muito bom assistir ao jogo junto com outros brasileiros. A torcida foi muito animada.
Mas quem pensa que os suíços são desanimados, ledo engano. Assistir o jogo da Suíça (e ver aquele espetáculo terrível) foi tão divertido quanto. Eles gritavam, xingavam, tomavam cerveja… E o telão falhou, o povo deu risada, o telão voltou com uma novela, o povo ria… Enfim, foi muito bom mesmo!
É claro que os suíços, como todos os povos, não cabem exatamente em um rótulo. Mas as experiências com atendimento às vezes são boas, e, na maioria das vezes, são estranhas: não peça a um vendedor suíço uma opinião do tipo “você acha melhor esse ou esse?”. A resposta vai soar rude, mas pra eles a pergunta é que é estúpida. Eu dificilmente me acostumaria com isso, pra dizer a verdade.
…
Confundi tudo hoje: celular com o horário do Brasil, fui usar um aplicativo no iPhone para localizar os bondes e trens, e ver os horários de partida. Deu tudo errado. Merda.
…
A bateria do iPhone 3G já não durava muito. Com esse iOS 4, não dura nada. Bosta.
…
O melhor vem agora: comprei um iPad! É fantástico. Vai virar o computador principal de muita gente, sem dúvida alguma. Via senhoras de idade testando na Apple Store. Algo sensacional, mesmo. Não comprei a versão 3G – está esgotada, sendo que a previsão é que só deve chegar em umas 3 semanas. E, pensando bem, não faz muito sentido: a gente já paga plano de dados para o celular, gastar com plano de dados para o iPad não me parece sensato. Vou fazer um jailbreak no iPhone (no próximo) e usá-lo como roteador.
…
De resto, frio danado aqui – nem parece que é verão. Saudade de casa, mas adorando cada segundo. Rever amigos que não via há 10 anos, ir na Apple Store, pensar sobre a vida… enfim, aproveitar toda a perspectiva que uma viagem nos dá.
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Posted by oculos on Jun 13, 2010 in
Apple,
Corrida,
Principal,
Vitória da Conquista
Como bem falaria Emma (que saudade), “hace mucho frio!”…
E, com o frio, a preguiça, a comilança e a súplica pelo sol. O sol até veio, mas eu até que fugi dele um pouco, como se não o merecesse… Mas, enfim, isso é uma outra história.
O que eu queria falar de verdade é sobre algo que me irrita muito, e que hoje, se fosse num dia de muita endorfina, eu teria respondido: hoje em dia, ao comprar com cartões, somos encorajados, nós mesmos, a inserir os cartões nas respectivas maquinetas, correto?
Pois bem: fui ao McDonald’s hoje comer o tal McAlemanha (grande decepção – é apenas um cachorro-quente mais refinado que não é tão gostoso quanto um bom cachorro-quente de R$1,00 da frente do Seminário N. Sa. de Fátima), fui pagar com o cartão. Nisso, fiquei esperando que aparecesse no visor da máquina os dizeres “Insira ou passe o cartão.” Quando o texto apareceu, me diz a funcionária do caixa: “Pode inserir o cartão, senhor.” Tá, eu, zoiudinho, cidadã viu que era cegueta, achou que eu precisava que ela me dissesse. Quando, então, apareceu na máquina “Senha:”, informa a doce atendente: “pode digitar a senha, senhor”. Espumei um tiquinho, mas, bolas, é fim de semana, relaxa, homem. Porém, como tudo sempre pode piorar, aparece na máquina: “Transação Aceita” (ufa!) e “Retire o cartão”. Quando faço menção de fazê-lo, claro, a insofismável caixa arremata: “Pode reitrar o cartão, senhor.”
Vai ver o McAlemanha era bom – eu é que havia perdido o apetite…
…
Terminando um livro, bateu fome. Pés gelados, e fome. Penso em fazer um prato chinês que um amigo chinês me ensinou a fazer com utensílios chineses. Tá, é pirraça: trata-se de um ovo frito com shoyo e cebolinha. A merda é que não tenho cebolinha. Será que deixa de ser um prato chinês se eu não usar a cebolhinha? Sim, porque ovo com arroz domingo à noite é deprimente…
…
Semana começa. Férias idem. 20 dias fora. Muito a descobrir, muito a pensar, muito a decidir. De certo, só o iPad que virá, já que, como todo fanboy, tenho que trazer algo Apple de lá de fora. E, em uma provocação do destino, o forum poderá voltar, e eu que me internar com o stress que isso acarretará com viagem marcada pro meio da semana + jogo do Brasil + prazos que voltam a fluir. Enfim, A Vida é Bela, mas Central do Brasil é melhor…
…
Falando em McDonald’s, já testaram o McItália? Deveria entrar pro cardápio!
Eu devo dizer que quase nunca como no McDonald’s. Com a patologia da corrida, procuro me alimentar com coisas mais saudáveis (e insossas). Daí, ando muito mais no Subway (ou na Vida Natural, lanchonete aqui de Conquista que, um dia, vai tomar o Brasil). Mas sacumé… Férias chegando, a gente vai ficando menos neurótico, aí resolvi comer no McDonald’s, até pela nostalgia de voltar lá, relembrando que já trabalhei no McDonald’s (por 3 dias, mas trabalhei)…. Vi hoje que mudaram o método de salgar a batata! Antes, ensinavam pra gente que eram três séries de três sacudidas com o saleiro. Agora tem um dispositivo que, segundo me pareceu, é repousado sobre as fritas pelo preparador, deixando cair a quantidade certa de sal. Bah!
…
Ano passado, ao ir pra Maratona de Zurique, não levei nenhum adereço que demonstrasse minha origem brazuca – sabe como é, depois da moça que se cortou lá, acho que não seria boa RP… Mas esse ano, com copa do mundo, Brasil amiguinho do Irã, essas coisas, vou levar bandeira, camisa, a p… toda! E vou, talvez, se a coragem, Gaëlle e Matthias permitirem, correr a meia-maratona de Bettmeralp. Não deveria, porque é uma altitude danada, mas acho que devo encarar o desafio até como agradecimento por estar respirando novamente, com a asma sendo tratada.
…
A propósito, na hora de comprar a blusa para correr a tal meia-maratona, acidentalmente comprei a da seleção de vôlei. Feminina. Merda. Voltei pra trocar, e a masculina, mais feia e com o nome “Giba”, não tinha no meu número. Comprei da de futebol, triste, porque não tive coragem de dar R$250,00 na própria para esporte. Feita de garrafa pet, segundo o vendedor. Caraio, por que então não é mais barata, se é reciclada? :S E não me façam contar a saga para achar o tamanho da camisa…
…
Dêem licença, que vou firtar ovo… er… digo, preparar meu prato chinês.
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Tags: Bettmeralp, McDonald's, Vitória da Conquista, aletsch halbmarathon, maratona, vida Natural
Posted by oculos on Jun 8, 2010 in
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Mac,
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ipod
Hoje, durante uma troca de idéias no Twitter, cheguei a uma conclusão, e permitam-me ter meu momento “John C. Dvorak”: chegamos a um ponto onde os desktops deixarão de influenciar os dispositivos móveis, e em que os dispositivos móveis/portáteis/tablets é que ditarão o futuro da interface gráfica.
E mais: os Macs, no futuro, vão rodar algo mais próximo do iOS 4 do que do atual MacOS X.
Ora, qual a atual tendência? Sistemas móveis. Chrome, Android, WebOS e, agora, iOS. Os dispositivos estão cada vez mais portáteis. Já se falava que o desktop estava para morrer.
Mas o que falta na experiência do uso de computadores, hoje? Recursos como instant-on, real time, agilidade nos aplicativos, sistemas leves e descomplicados.
Os sistemas operacionais, hoje, são pesados. Uns mais que os outros, claro, mas são obrigados a suportar uma infinidade de padrões, dispositivos, etc.
Mas o que 90% dos usuários precisa? Word, e-mail, web, joguinhos. 90% dos usuários não precisa de AutoCAD, Photoshop ou Final Cut Pro. E o que incomoda na computação hoje? Boots longuíssimos, aplicativos que demoram tempo para começarem a funcionar, exigências cada vez maiores de recursos.
Já repararam, por exemplo, que boa parte do que fazemos na web pode ser feita rapidamente no iPad, sem problemas e sem a demora de um sistema operacional moderno? Eu não preciso ligar um iPad o tempo todo – ele vive em standby (meu Mac também, mas sei que talvez eu seja minoria nisso). Os aplicativos rodam quase instantaneamente, como deveria ser desde sempre. Aliás, nos tempos do DOS, os programas não demoravam tanto para serem executados.
Portanto, vocês ouviram aqui primeiro: um dia, o atual Macbook vai ser um iPad. Ou qual o sentido de usar um Macbook Air, que, por mais fino que seja, por mais portátil que seja, nada mais é do que uma forma de tornar portátil uma máquina cujo destino é apenas facilitar o que o iPad faz muito bem: e-mails, web, joguinhos…
A Apple, agora, joga o mesmo jogo do Google: eles querem mover o sistema para a nuvem? A Apple, mais pragmática, porque prima pela qualidade da experiência do uso, topa o desafio, mas não para algo que ainda não funciona, e sim para algo tangível: um sistema leve, refinado, capaz e bonito, com fundamentos sólidos, e que roda em appliances.
A briga, senhores, está apenas começando.
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Posted by oculos on Jun 7, 2010 in
Apple,
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iPhone
Há algo diferente que faz da Apple uma empresa única, e que as pessoas não entendem.
Não é que seus produtos sejam, exatamente, os mais avançados tecnicamente, ou que ofereçam mais recursos. Eles, apenas, são os mais competentes em fazer produtos que funcionam, e funcionam bem.
Vejamos:
Falam mal da Apple TV, que é apenas um hobby, que outros media centers funcionam melhor, etc. Mas eu não consigo imaginar um media center que, apesar de limitado, funciona de forma tão integrada e intuitiva com o computador. O Apple TV funciona, ponto.
Outro exemplo é o iPhone. Quando lançado, os concorrentes diretos eram o N95 e a linha E6X da Nokia. Tecnicamente, esses aparelhos ofereciam até mais recursos que o aparelho da Apple. Mas compare acessar a internet com eles e com o iPhone. Compare o iTunes para sincronizar conteúdo. Sim, o N95 trocava (e troca) arquivos por bluetooth, coisa que o iPhone não faz até hoje. Mas você trocaria o iPhone por qualquer aparelho da Nokia de hoje?
Claro, há coisas nos aparelhos Android que me interessariam muito: aquelas widgets, por exemplo. Mas, pra mim, o Android é um sistema fragmentado, com interfaces sem consistência umas com as outras, diferentes em cada fabricante. No iPhone, tudo é pensado, nos mínimos detalhes, e tudo funciona. Não é o mais completo (agora talvez até seja), mas é, sem dúvida, o mais confiável.
Em suma: alguém já disse que o interessante da Apple é a obsessão pelo produto quase perfeito. Eles pensam em um produto, e só o lançam quando está quase pronto. E nunca o lançam completo: restringem ao máximo as características, para se concentrarem em fazer bem feito o que quer que façam. E aí, cada novo produto é o início de uma longa e lenta evolução.
E que venha esse novo iPhone anunciado hoje! Eu quero…
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Posted by oculos on May 18, 2010 in
Mac,
Principal
No domingo eu estava sem muita coisa pra fazer. Comecei a ler um livro, mas me deu saudade de um jogo que tenho pra Mac já há alguns anos. Com sorte, achei o CD: Railroad Tycoon 3.
Lembro-me que descobri esse jogo na casa de um amigo, ainda em DOS ou Windows 3.11, não lembro, há cerca de 15 anos. E sempre quis jogá-lo. Comecei a fazê-lo às 8 da noite, e não parei até as 3 da manhã.
Trata-se de uma espécie de Sim City das ferrovias: você é um empreendedor iniciante que começa a construir ferrovias e interligar algumas cidades, construindo trilhos, estações e colocando trens para rodar entre as cidades. Viciante, mesmo.
Deve haver uma versão mais nova, mas não conheço. Vale a pena experimentar.
Em outro front, lançaram Steam para Mac. Trata-se de uma plataforma que roda vários jogos. É como um iTunes, só para jogos no próprio computador. Uma boa quantidade de jogos passa a ser disponível para quem usa Mac e sempre reclamou que não tinha tantos jogos. E eu confesso ter sentido um frio na espinha quando vi que tinha Civilization IV no Steam para Mac. Civilization III era extremamente legal de jogar, e eu até pensei em comprar o IV, que custa $19. Mas deixei quieto: chega de dormir às 3 da manhã…
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Tags: Civilization, Mac, Railroad Tycoon, Steam para Mac, jogos
Posted by oculos on May 11, 2010 in
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Hoje fui correr com o iPod e um receptor antigo (nike+). Funcionou bem, só que interrompeu o treinamento antes que eu mandasse, de forma aleatória.
Estou pra desistir. Não sei se o problema é do iPod (já é o segundo), ou do receptor (já é o quatro ou quinto). Será que a condensação de umidade no armband é que provoca isso? Coincidentemente, quando usava o primeiro iPod com aquele primeiro armband da Nike, isso não acontecia – acho que ele favorecia a não retenção de umidade (embora ficasse encharcado por fora). Com esse novo armband da Apple, fica tudo embaçado, e o receptor parece reter um pouco de água.
Arrisco dizer que 20-30% da graça de correr está em correr com o iPod cronometrando. Será que vou ter que passar a usar polar/garmin/sportband ou outra coisa?
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Posted by oculos on May 10, 2010 in
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Usar Mac era mais ou menos como fazer parte de uma sociedade secreta. Sempre houve uma certa mística. Quando criança, ouvia falar naquele computador fantástico, com seus gráficos e sons à frente do seu tempo. Ou do computador ideal para tratamento de imagens.
Nunca usei Windows – melhor dizendo, nunca tive um PC. Passei do Amiga diretamente para o Mac quando a Commodore faliu. E nunca olhei para trás.
Como em toda “sociedade secreta”, fiz vários amigos usuários da plataforma, alguns no meio da adversidade de se usar um computador que sequer falava português. E trouxe pelo menos umas 10-15 pessoas para a irmandade, dentre as quais a minha genitora, a quem, vez por outra, socorro quando surge algum problema (como da vez que ela tirou todos os ícones do Dock porque adorou os efeitos que faziam quando se esfumaçavam). Acho que nenhum deles se arrependeu. Lamento apenas não ter proporcionado à minha tia querida um Mac também, porque sinto que seria a forma que ela encontraria para finalmente fazer uso da internet. Bom, ainda há tempo…
Acontecem coisas engraçadas: antes, as pessoas me perguntavam: “como faço isso no Mac?”, e eu me virava para responder. Hoje, a pergunta típica é contrária: “Como faço isso no Windows?”, já que alguns dos mac-users que conheço já são tão acostumados com a plataforma que, quando têm que usar Windows, já ficam meio perdidos.
E fico feliz porque raramente preciso usar Windows – apenas quando algum programador preguiçoso desenvolveu algum sistema cujo acesso se dá apenas por Windows.
O fenômeno do iPhone de vez em quando faz com que pessoas me liguem perguntando como fazem determinada tarefa, normalmente envolvendo sincronização de dados entre o telefone e o computador. Eu quase nunca sei a resposta, porque eles usam Windows, e eu não. E é incrível a quantidade de software simples que permite que se façam coisas tão poderosas no Mac, de forma tão elegante e prática.
Hoje em dia, uso o Dropbox, SugarSync, Things, Bento, iCal, Mail, DragThing e Tweetie, tanto em casa quanto no trabalho. E a sensação é que meu dia é muito mais produtivo, porque tenho tudo sempre à mão, em casa, no trabalho, em todo canto. E estou quase decidido a não mais usar o Word, que anda muito pesadão, preferindo o Pages. Apenas na questão da navegação, embora prefira o Safari, vejo que este anda dando umas travadinhas.
Não é de hoje que o software para Mac é mais elegante. Mas de uns anos pra cá, parece que não há absolutamente nada que se procure pra Mac que não se ache.
E mais: com a Apple Store no Brasil, apesar dos preços oriundos dos impostos dessa terra, é fácil comprar Mac, é mais fácil ter assistência técnica (da qual só me lembro de ter precisado uma única vez em 13 anos de plataforma), é mais fácil encontrar gente que use.
O computador é mais fácil de usar, e a metáfora às vezes confunde quem vem do Windows, mas me torna muito mais produtivo, movendo janelas pra todo canto, tabs no navegador com textos de referência abertos, calendários, agenda… Enfim, é quase como uma extensão da minha mesa.
Relato isso tudo, porque, acredite: as possibilidades em termos de informática quando se usa Mac são muito maiores. Quer para se compartilhar uma conexão de internet, quer para se compartilhar arquivos em rede, quer para mover arquivos daqui para ali, ou para não ter que se preocupar com segurança e antivirus o tempo todo.
E eu não preciso ir reformatar o computador de minha mãe toda semana… E isso já é bom o suficiente.
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Tags: Apple, Mac, iPhone
Posted by oculos on May 10, 2010 in
Apple,
Mac,
Principal
Aviso aos navegantes usuários de Mac: o programa MacJournal é fantástico, principalmente quando se quer escrever um longo artigo. Ele tem suporte às categorias do WordPress, embora acho que não funcione bem com os tags, possibilita escrever em modo “full-screen”, o que facilita a concentração quando se escreve, e grava localmente todos os seus posts.
Enfim, fica aqui a dica.
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47 aplausos
Tags: Apple, Mac, MacJournal, WordPress
Posted by oculos on May 10, 2010 in
Corrida,
Principal,
ipod
O problema era o receptor. Coincidentemente, dois receptores que tenho tinham esse problema. Achei um terceiro, mais antigo, que funcionou normalmente. Vamos ver até quando vai funcionar.
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Tags: Apple, Corrida, ipod, nike
Posted by oculos on May 8, 2010 in
Corrida,
Principal,
ipod
Gostei do iPod Nano da quinta geração (5th gen), principalmente do recurso de filmagem. Dá pra fazer vídeos curtos de vez em quando e mandar para quem mora longe.
Adquiri esse iPod para substituir o anterior, que já não funcionava bem com o sensor da Nike+, que é o meu equipamento principal para correr. Embora, no último ano, não esteja mais correndo sozinho, graças aos amigos de todas as horas que adquiri com a corrida, ainda acho que correr com música é a melhor forma de fazer essa atividade. Porém, o meu iPod anterior dava uns travamentos com os sensores, às vezes não reconhecia o kit da Nike, etc.
Pois o novo iPod Nano tem um probleminha: se sua mão estiver meio suada, como costuma acontecer quando se corre, você não consegue mudar o volume. Achei a roda do volume (click wheel) horrível nesse modelo. Sem sensibilidade alguma. Mesmo com as mãos secas, a gente não consegue fazer uma rolagem rápida das listas de música.
Mas, o pior: mesmo com novo sensor, novo iPod, enfim, tudo novo, continuo a ter problemas. Hoje ele dizia para conectar o receptor da Nike, eu tirava e reconectava, e nada de o aparelho aceitar. Estou nesse momento fazendo um restore. E, durante a última semana, tive problema de treinamento interrompido sem eu fazê-lo, workout truncado (e não aceito pelo site), etc.
Estou bem chateado com isso tudo. Pra mim, a razão principal do iPod é usá-lo para correr e fazer um log dos treinamentos, além de ter um aparelho portátil pra ouvir música. Mas a confiabilidade original foi embora, e parece que vou ter que desistir de fazer logs com ele. Pena, mesmo.
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Tags: Apple, Corrida, ipod, nike