Filmes que vi: Amor Sem Escalas e The Blind Side

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Vamos começar uma campanha? Vamos juntar a maior quantidade de gente que não se sente imbecil e lançar um protesto para mudar o mundo. Aliás, mudar o mundo, não, que é fácil. Vamos, sim, fazer um desafio inversamente proporcional à nossa imbecilidade: convencer o mundo a não traduzir de forma idiota os nomes dos filmes para o português.

Se o mundo fosse do meu jeito, e já disse que sei que não é, deixaria o nome dos filmes em inglês e pronto. Mas, se tiver que traduzir, pqp, traduza para algo com sentido.

Tipo “Um Sonho Possível”, bom filme, fadado a ser exibido na Sessão da Tarde daqui a uns 2, 3 anos, com Sandra Bullock. Bom para assistir domingo a tardinha, com chuva, como me aconselharam. O título, em inglês, é “The Blind Side”, em referência à posição de um quarterback de time de futebol americano, que não teria visibilidade e por isso necessita de um outro jogador para auxiliá-lo.

Já “Amor Sem Escalas” pra “Up in The Air”? Que amor? Caramba… O filme é muito bacana, eu pelo menos gostei muito. Vale a pena. Mas com um título desses em português eu nem assistiria.

Falta-me inspiração para falar de outros títulos, como “Ferris Bueller’s Day off”, traduzido como “Curtindo a vida adoidado”. Mas, fazendo justiça, a tradução de “Central do Brasil” para “Central Station” faz a coisa perder um pouco da, hum, digamos, poesia, que o nome original traz.

Autor: oculos

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