Perdas e ganhos (ou perdas-e-perdas)

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Segunda-feira fétida. Na hora de sair de casa, fiquei quase 20 minutos à procura da chave do carro. Não achei. Lembrei, então, da chave reserva. Saí, tomei café, e voltei novamente para procurar a chave, que estava lindamente sobre a mesa, debaixo de um papel. Como, assim, pode um dia desses dar em algo que preste?

Pra completar a perda: hoje não achei o DUT do carro, que preciso transferir para o comprador. Aliás, perdas têm sido frequentes aqui. Por favor, alguém que interpreta esses fenômenos poderia tentar me consolar, dizendo que isso é algum sinal de sorte?

Senão vejamos: perdi nesse mês:

– a hélice da máquina de fazer pão;
– o filtro da cafeteira
– um fone de ouvido (tá, só aquela espuminha de um dos lados do fone)
– a chave da cozinha
– o DUT

Devo ter perdido mais coisa, mas só darei por falta adiante.

Quando fui procurador, um amigo disse que havia virado São Longuinho. Agora, mais do que nunca, ou São Longuinho me quebra o galho, ou a sanidade vai embora hora dessas.

E que venha a terça-feira, porque a segunda não disse a que veio.

Autor: oculos

the guy who writes here... :D

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