E o que fica são palavras ao vento…

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Sexta-feira. Faz frio. Muito frio. Os dedos estão gelados, à cata de algo que os esquente. Então escrevem, como se a escrita desesperada pudesse salvá-los do gelo. Movem-se, cuspindo palavras tímidas, tais como as primeiras cinzas de uma fogueira que começa a queimar, mas que ainda suscita dúvidas – será a madeira ainda verde, propícia às chamas? Será que precisa essa fogueira de álcool? E então, uma chama ali, outra aqui, explodem num crepitar mais vistoso, começando a devorar a lenha, emitindo calor e claridade, sem qualquer ordem, sem qualquer freio, e só acabarão quando as cinzas, ou as letras, saciarem-se e implodirem em um silêncio cinza e restos a pagar.

Dito isso, vamos à retrospectiva da semana:

2 dias em Jequié, torrando de calor, mas comendo o melhor peixe do mundo – Restaurante Delícias do Mar – procurem. Recomendo a cavala. O pirão que acompanha é MUITO bom.

Às voltas com a programação da viagem de outubro – deverei ir à Chapada e a Itacaré. Sugestões?

Formatando o Mac antigo para passá-lo ao novo dono. Migrando os dados do computador do escritório para um HD maior.

Correndo, muito. Voltei agora à rotina boa da corrida diária. Faltam 3 meses para a maratona de Curitiba! Passagens compradas, agora a tensão pré-maratona – será que termino essa?

Autor: oculos

the guy that owns this thing... :D

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