Vou na mudança
Vou na mudança, que a mudança veio. Agora é respirar, e ir em frente. Fazer coisas boas, devolver ao mundo o que ele fez por mim. E pegar outras coisas legais no caminho, que no final a gente aproveita. E tudo se aproveita, tudo serve. E que venha a chuva, que venha o sol: secos ou molhados, somos todos gente, irmãos ou filhos bastardos. E sim, se nos batem, doem. Mas se nos amam, amam a tudo, e tudo é de todos. É o caminho adiante, com suas curvas bonitas, com vento no rosto e a sensação de que nossa pele, agora, é dura, e nada nos derruba.
Ninguém aplaudiu! Pôôô...
Aplauda!
Vc andou correndo de novo, né? doido, doido de endorfinas…
Ou eu preciso correr, ou cortar os pulsos. Ou ler Pollyana mais uma vez.
E agora é sério: ou você vem pra cá, ou vou praí, mas vou canrando o passo do elefantinho até vc me expulsar da sua casa.
Beijo, saudade!
Uau… quiéque foi isso?