<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comments on: Código da Vaidade</title>
	<atom:link href="http://maneblog.mgate.com.br/2008/11/06/codigo-da-vaidade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://maneblog.mgate.com.br/2008/11/06/codigo-da-vaidade/</link>
	<description>Onde a juripoca vai piar...</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Jul 2010 02:22:59 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
	<item>
		<title>By: oculos</title>
		<link>http://maneblog.mgate.com.br/2008/11/06/codigo-da-vaidade/comment-page-1/#comment-57733</link>
		<dc:creator>oculos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 16:48:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://maneblog.mgate.com.br/?p=1059#comment-57733</guid>
		<description>Elton, seu comentário me fez lembrar de outros casos de propaganda enganosa. Veja que o livro de Saulo Ramos, em sua capa, dá a entender que se trata quase que de uma obra de ficção, sem sequer fazer referência à natureza autobiográfica da obra.

Mas outro caso que me vem à mente é o livro &quot;Memória das Trevas&quot;, que promete ser uma &quot;devassa&quot; na vida de ACM. Pois bem: o título, bem como o mote do livro, é apenas usado para vendê-lo. O livro é, na verdade, uma lista de episódios da vida do autor que este considera ser do interesse do leitor, falhando miseravelmente em tal julgamento. Eu, por exemplo, não tenho menor interesse nas viagens que ele fez. Viajar por viajar, basta entrar em uma agência de turismo. Ora, bolas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Elton, seu comentário me fez lembrar de outros casos de propaganda enganosa. Veja que o livro de Saulo Ramos, em sua capa, dá a entender que se trata quase que de uma obra de ficção, sem sequer fazer referência à natureza autobiográfica da obra.</p>
<p>Mas outro caso que me vem à mente é o livro &#8220;Memória das Trevas&#8221;, que promete ser uma &#8220;devassa&#8221; na vida de ACM. Pois bem: o título, bem como o mote do livro, é apenas usado para vendê-lo. O livro é, na verdade, uma lista de episódios da vida do autor que este considera ser do interesse do leitor, falhando miseravelmente em tal julgamento. Eu, por exemplo, não tenho menor interesse nas viagens que ele fez. Viajar por viajar, basta entrar em uma agência de turismo. Ora, bolas&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Elton Becker</title>
		<link>http://maneblog.mgate.com.br/2008/11/06/codigo-da-vaidade/comment-page-1/#comment-57711</link>
		<dc:creator>Elton Becker</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 00:07:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://maneblog.mgate.com.br/?p=1059#comment-57711</guid>
		<description>O que mais me chama atenção, entre outras coisas, claro, é o seu comentário no último parágrafo: &quot;o propósito narcisista do autor&quot;. É justamente o que eu pensava enquanto lia, no avião de SSA para SP, o &quot;livro&quot;  DOUTOR MACHADO: O DIREITO NA VIDA E NA OBRA DE MACHADO DE ASSIS. O livro é, sem dúvida, da piores publicações sobre Machado e, creio sem medo de errar, que, ao fim e ao cabo, serve apenas para os propósitos narcísicos dos autores, os &quot;dôtores&quot; Miguel Matos e Cássio Schubsky.

Sem entrar no &quot;mérito&quot;, ou melhor da falta de quaisquer méritos teóricos, críticos e historiográficos, Francis, você não tem noção da &quot;ruindade&quot; do arrazoado dos nossos advogados. A melhor, quero dizer: a pior, parte fica por conta dos apelidos os quais eles criaram para se referir a Machado de Assis: dos quais Xaxá é o mais brilhante!

O curioso é que os caras desperdiçaram um bom mote para uma pesquisa séria. Porque há em todos os romances de Machado referências jurídicas e sempre há personagens bacharéis em Direito. Até o Bentinho era um deles. Mas, quando eu penso em advogados deste tipo, como os tais Miguel e Cássio, lembro-me do Brás Cubas, mais precisamente no Capítulo XX, &quot;Bacharelo-me&quot;. &quot;(...) era um acadêmico estroina, superﬁcial, tumultuário e petulante, dado às aventuras, fazendo romantismo prático e liberalismo teórico, vivendo na pura fé dos olhos pretos e das constituições escriptas. No dia em que a Universidade me atestou, em pergaminho, uma ciência que eu estava longe de trazer arraigada no cérebro, confesso que me achei de algum modo logrado, ainda que orgulhoso&quot;.

O livro é mesmo um (ma)logro. Cumprei-o num ímpeto ainda no Aeroporto Dois de Julho, sofri as penas de um ato rápido, não pensado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que mais me chama atenção, entre outras coisas, claro, é o seu comentário no último parágrafo: &#8220;o propósito narcisista do autor&#8221;. É justamente o que eu pensava enquanto lia, no avião de SSA para SP, o &#8220;livro&#8221;  DOUTOR MACHADO: O DIREITO NA VIDA E NA OBRA DE MACHADO DE ASSIS. O livro é, sem dúvida, da piores publicações sobre Machado e, creio sem medo de errar, que, ao fim e ao cabo, serve apenas para os propósitos narcísicos dos autores, os &#8220;dôtores&#8221; Miguel Matos e Cássio Schubsky.</p>
<p>Sem entrar no &#8220;mérito&#8221;, ou melhor da falta de quaisquer méritos teóricos, críticos e historiográficos, Francis, você não tem noção da &#8220;ruindade&#8221; do arrazoado dos nossos advogados. A melhor, quero dizer: a pior, parte fica por conta dos apelidos os quais eles criaram para se referir a Machado de Assis: dos quais Xaxá é o mais brilhante!</p>
<p>O curioso é que os caras desperdiçaram um bom mote para uma pesquisa séria. Porque há em todos os romances de Machado referências jurídicas e sempre há personagens bacharéis em Direito. Até o Bentinho era um deles. Mas, quando eu penso em advogados deste tipo, como os tais Miguel e Cássio, lembro-me do Brás Cubas, mais precisamente no Capítulo XX, &#8220;Bacharelo-me&#8221;. &#8220;(&#8230;) era um acadêmico estroina, superﬁcial, tumultuário e petulante, dado às aventuras, fazendo romantismo prático e liberalismo teórico, vivendo na pura fé dos olhos pretos e das constituições escriptas. No dia em que a Universidade me atestou, em pergaminho, uma ciência que eu estava longe de trazer arraigada no cérebro, confesso que me achei de algum modo logrado, ainda que orgulhoso&#8221;.</p>
<p>O livro é mesmo um (ma)logro. Cumprei-o num ímpeto ainda no Aeroporto Dois de Julho, sofri as penas de um ato rápido, não pensado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: oculos</title>
		<link>http://maneblog.mgate.com.br/2008/11/06/codigo-da-vaidade/comment-page-1/#comment-57572</link>
		<dc:creator>oculos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 20:23:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://maneblog.mgate.com.br/?p=1059#comment-57572</guid>
		<description>hahaah ah, vc... sempre foi boa em português... :D</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>hahaah ah, vc&#8230; sempre foi boa em português&#8230; <img src='http://maneblog.mgate.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Carla</title>
		<link>http://maneblog.mgate.com.br/2008/11/06/codigo-da-vaidade/comment-page-1/#comment-57571</link>
		<dc:creator>Carla</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 20:19:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://maneblog.mgate.com.br/?p=1059#comment-57571</guid>
		<description>&quot;com certeza não teria me dado ao trabalho de ler essa obra&quot; - Pelo visto, obra, aí, no sentido denotativo e conotativo, não? :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;com certeza não teria me dado ao trabalho de ler essa obra&#8221; &#8211; Pelo visto, obra, aí, no sentido denotativo e conotativo, não? <img src='http://maneblog.mgate.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
