A tortilla perfeita

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Olá, fiéis leitores. Ainda por aqui? Fico feliz em que não tenham se incomodado com as teias de aranha ali naquele canto. E neste. E neste outro também…

Como vocês sabem, Tio Óculos adora a cozinha mexicana – pra mim, uma das mais ricas do mundo. É, de fato, e perdão pela escatologia, a comida que faz a festa dos proctologistas. Mas estou me desviando do assunto…

Desde 2000, quando voltei do exterior, buscava a tortilla perfeita. Hoje consigo fazer Tacos e Fajitas muito bem, obrigado. A carne, já experimentada por um mexicano, fica muito boa, muito embora gostaria de provar o jeito autêntico de se fazer isso – um dia ainda vou ao México. Sábado uma amiga recém-chegada do México vai vir aqui em casa e provar a bagaça.

Mas a tortilla… Bom, em 2001, comprei um livro que ensinava a cozinhar pratos mexicanos. O livro ficou na Espanha, perdido entre as bagagens. Tempos depois, em 2002, consegui que me mandassem uma máquina para abrir a massa da tortilla. Fantástico. E consegui fazer tortillas.

Mas nunca ficavam como aquelas que se compram prontas (em Conquista tinha na Casa do Vinho, em Salvador na Perini). Ficavam amareladas, parecendo massa de pastel crua. Oleosas até dizer chega. Serviam para os tacos, mas só para eles. E todas as receitas eram muito parecidas. Até que hoje…

Encontrei essa receita nesse post.  Aí liguei pro Primo, marido da Prima, que me disse: “usa só água e farinha de trigo”. Eu, esnobe, quis tentar a receita gringa. Que, de fato, é fantástica. Mas a dele ganha pela simplicidade. Água e Farinha de trigo (e sal). E consegue-se uma tortilla que evita qualquer vazamento constrangedor do molho do recheio.

Enfim, as 2 melhores receitas de tortilla do mundo, e eu as tenho. Sábado promete! 😀

Autor: oculos

the guy that owns this thing... :D

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