No velho mundo

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Estou no velho mundo desde hoje às 6 da manhã. E já tenho coisas pra contar:

1 – Mil atrasos de vôo. Atrasou o vôo da TAM, cheguei tarde em SP, tive que pagar taxi pra ir pra Cumbica. Em compensação, o vôo pra Madrid adiantou, e o que saia de Madrid atrasou. Resultado: era pra ficar 2 horas em Madrid, fiquei quase 5. Pior: sem um euro no bolso. Pior ainda: não havia UMA máquina de tirar dinheiro. Pior: eu estava, digamos, desarranjado intestinalmente com a porra da comida da porra da Ibéria, que além de me tratar mal, me roubou um sonho: o de um dia copular com uma aeromoça (ou comissária de bordo, como agora são chamdas). Vai contratar tanta baranga assim na casa do caralho… A propósito, se estou escrevendo palavrões demais é porque comprei no aeroporto de SP o livro “O Meu Pipi”, que contém os textos do melhor blog desde sempre… A versão brasileira, pasmem, não ficou ruim. Mas estou tegiversando…

2 – Em Madrid, sem dinheiro, sabendo que iria ficar mais tempo, quis sair da área de trânsito a fim de sacar algum money. Não deixaram. MERDA. Nunca tinha sido barrado antes pra fazer essas coisas. Me senti uma meleca.

3 – Zurique é um capítulo à parte: a imigração durou exatos 10 segundos. Cams estava lá, maravilhosa, me quebrando um galhão. Mas a porra da mala era muito pesada, e soltou rodinha, rasgou, o caralho… Aí na estação de trem eu não aguentava carregar a mala e, quando aguentava, ficava com vergonha com o metal que sustentava a rodinha raspando no chão, quase soltando faíscas. Cams ligou prum radiotaxi, já que aqui não tem taxi em todo o canto. Me veio um motorista que devia ser de algum lugar ou do golfo pérsico ou do paquistão, e não falava inglês. Era ele falendo alemão (Cams jura que, pelo telefone, o homem não falava alemão) e eu, tentando falar alemão e saindo norueguês, parecendo um débil mental. São coisas. Mas cheguei bem. E quero tanto um banho…

Autor: oculos

the guy who writes here... :D

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