Probleminha técnico
Mudanças no DNS do servidor tornaram esse pasquim virtual indisponível por algumas horas.
Parem a comemoração: voltamos ao ar.
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Ninguém aplaudiu! Pôôô...Mudanças no DNS do servidor tornaram esse pasquim virtual indisponível por algumas horas.
Parem a comemoração: voltamos ao ar.
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Ninguém aplaudiu! Pôôô...Parabéns pra você!
Quantos anos de Blog? Acho que já são 7 anos de blog… caramba!
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Ninguém aplaudiu! Pôôô...
Uma das coisas mais engraçadas e realistas que li nas últimas semanas. Vale a pena: 10 razões para evitar falar ao telefone
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Li o A Tarde, jornal que faz anos não leio. Aliás, torço para que o iPad venha logo – espero que meus hábitos de leitura melhorem com um tablete onde poderia ler de tudo, desde jornais a revistas e livros.
Falando em leitura, estou lendo uma biografia de Mao Tsé-Tung que custa a acabar – não que o livro seja ruim, muito pelo contrário, é excelente. É que é enorme – mais de 900 páginas. Mas estou gostando muito. O livro ainda não me demoveu do socialismo, mas sem dúvida alguma diminui um pouco da fé na humanidade.
…
Séries: vendo Lost e, agora, Caprica. Caprica, para quem não sabe, é uma série derivada de Battlestar Galactica, aquela que, na minha opinião, foi a melhor série de ficção científica já produzida. E Caprica mostra a sociedade do planeta do mesmo nome antes da guerra com os Cylons. Tá, explico: os Cylons são robôs inventados pelos humanos que, lá pelas tantas, revoltam-se e brigam com seus criadores. Mas sempre achei que o melhor de Battlestar Galactica (e agora em Caprica) não é exatamente o teor de ficção científica, mas sim dramas possíveis de sociedades em colapso. Imaginemos um planeta Terra destruído, cuja população esteja reduzida a uns 30, 40 mil seres humanos. Como recomeçar? Aliás, temos obrigação de recomeçar, de reconstruir? Nossos padrões de civilização ainda são válidos? Devemos olhar para trás para construir o futuro, ou não temos obrigação nenhuma, muito menos moral, em reerguer a humanidade? Enfim, as questões são sempre muito intrigantes, e por isso acho que vale a pena assistir Battlestar Galactica e, agora, Caprica.
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Eu não sei se isso acontece com o pessoal que usa Windows, mas, no Mac, há uma tradição no uso de programas tipo shareware – programas de baixo custo feito por pequenas empresas ou desenvolvedores independentes, e que quebram um galhão. E, de vez em quando, há promoções fantásticas desses programas. Agora mesmo está em curso o MacHeist NanoBundle. (www.macheist.com). Um pacote de 7 programas, entre eles este que estou a usar, chamado MacJournal. Excelente para se fazer um diário e, quando desejar, postar seu texto no blog. Não tenho paciência para escrever diários, mas, pelo menos, tenho uma ótima ferramenta agora para blogar.
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Nada no mundo pode ser melhor do que ficar em casa quando chove em Conquista, assistindo a podcasts, deixando a tv ligada na BBC World enquanto se lê alguma coisa na internet, ou simplesmente lendo.
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Preciso aprender com urgência:
- criar bancos de dados relacionais com o OpenOffice (sim, parece meio masoquista isso, considerando que o Bento e o Filemaker são muito melhores);
- aprender a fotografar direito, e melhorar no Photoshop;
- crimpar cabos de rede;
- francês e alemão;
- dar tiros ao correr ou fazer mais fartlek (tá, isso não se aprende, se treina, mas eu não consigo nem treinar);
- fazer frango cozido sem que tenha gosto de isopor salgado.
…
Bom domingo pra vocês.
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Ninguém aplaudiu! Pôôô...Eu não ouço FM desde que saí da faculdade, em Salvador. E, infelizmente, as FM’s de Conquista, quando voltei, só tocavam o mesmo tipo de música – axé, pagode, alguns hits internacionais e algo na linha sertanejo-meloso. Então, com a internet, sempre montei minhas listas de música.
Em casa, quando queria descobrir algo novo, fuçava a iTunes Store ou ouvia algumas rádios pela internet: Virgin Radio (UK), RauteMusik (Ale) e Club .977 Hitz Channel.
Hoje tive uma feliz surpresa: na Justiça do Trabalho os servidores estavam ouvindo uma rádio, e só passava música legal, de qualidade. E perguntei qual era a rádio, era a UESB FM.
Que coisa mais agradável foi saber que em Conquista não estamos mais reféns das rádios comerciais sem compromisso com a qualidade da música ou das rádios tipo comunitárias, que são segmentadas. A Universidade está de parabéns – agora não tenho vergonha de ouvir rádio.
Será que eles têm algum stream pela internet?
Bom, aos de Conquista que não conhecem, fica a dica: 97,5mhz – frequência que já foi da BAND FM aqui, quando ainda era Rádio Bandeirantes e tocavam coisas muito melhores.
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Esse artigo diz quase tudo, e merece ser lido pelos hipócritas que defendem a violência. Defende-na, porque as vítimas são pobres, negros e marginalizados. Defende-na porque não se entra na casa de rico pra matar “suspeito” (eufemismo de “pobre”). Defende-na porque não sabem a diferença entre pena prevista em lei, com devido processo legal, e vingança privada.
Na verdade, defendem-na porque são idiotas, cínicos e covardes.
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Um corajoso já se manifestou! Manifeste-se! Comente! Dê seu pitaco!
O blog do amigo Pedro Aniceto está a concorrer a um prêmio português de melhor blog na sua categoria. E isso é tudo que precisamos saber. Votem nele. Já. Agora! Já votaram?
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Mal acabei de redigir o post anterior, e veio a notícia que a Procuradoria Geral Eleitoral entrou com Representação Eleitoral pedindo a retirada do twitter do governador da Bahia, Jaques Wagner.
A coisa é absurda, e os nobres doutores são incapazes de pensar nas consequências de seus atos. Eu pergunto: em que um twitter fere a igualdade nas eleições? Acompanha um twitter quem quer. Tem um twitter quem quer. Mas a PGE quer impor censura, estimulada por uma lei feita por deputados que não entendem a internet.
Agora vejam a perversidade: Se o Geddel Vieira Lima começar a desancar o Jaques Wagner no twitter, aposto que ninguém fará nada, porque tratar-se-á de uso da liberdade de expressão, quando, na verdade, poderá ter a intenção de prejudicar outro candidato. A linha é tênue e de um subjetivismo que torna impossível a distinção. Mas uns superhomens acham que podem distinguir: O sr. Procurador Eleitoral disse que o julgamento é difícil, mas possível, como se pudesse agora a justiça decidir e arbitrar coisas tão subjetivas.
Aliás, o sr. Procurador Eleitoral disse também que a justiça deve analisar caso a caso, como se censora fosse, como se fosse normal haver a insegurança jurídica total, como se os candidatos tivessem que viver sob a corda bamba, sem saber se podem ou não fazer determinado pronunciamento.
Se eu disser aqui que sou candidato, arrisco a levar multa! Veja que absurdo!
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Li agora que a OAB resolveu apoiar o projeto da proibição de candidatos a cargos eletivos que tenham “ficha suja”, isto é, estejam com processos em tramitação perante a justiça eleitoral.
A coisa toda é ridícula, demagógica e sem pé nem cabeça, e a OAB, que deveria ser defensora de um Estado Democrático de Direito, parte para o casuísmo. Me refiro, claro, à OAB Federal.
Primeiro, não vou tomar o tempo do nobre leitor para repetir o princípio maior de um Estado Democrático de Direito, que é o princípio da presunção da inocência. Ninguém será considerado culpado até trânsito em julgado das decisões condenatórias. Se as decisões demoram, a culpa, por certo, é do próprio Estado e do aparelho judiciário. Aí vemos claramente o posicionamento demagógico: não se culpa a lentidão dos processos, mas sim ao candidato, que tem direito ao recurso. Ora, então porque não se acaba com o recurso e deixa tudo ao sabor dos juízes eleitorais, que quase sempre são inexperientes? Digo isso sem ofensa nenhuma aos juízes eleitorais: nós advogados também o somos, salvo alguns que vivem de Direito Eleitoral diuturnamente. É que a matéria eleitoral é cíclica, não dando aos juízes de primeiro grau a oportunidade de contato com a matéria com a frequência que deveriam, além do fato de acumularem as funções eleitorais com matérias distintas. A justiça é especializada, mas os juízes (e advogados, promotores, etc.) não.
Mas essa é apenas a ponta do iceberg. Quem já teve o mínimo de contato com a Justiça Eleitoral sabe como ela é pendular. Não é raro – pelo contrário, é frequente – que casos idênticos sejam tratados de forma diferenciada. O Direito Eleitoral, no Brasil, talvez seja a área jurídica mais influenciada pela jurisprudência, que muda a cada eleição. Advogados eleitorais se vêem loucos ao orientar seus clientes, porque o que antes era considerado liberdade de expressão, hoje é ofensa, e amanhã poderá não sê-lo. E cada juiz tem um ponto de vista diferente. Não é raro que um processo eleitoral tenha decisões díspares em cada instância responsável pelo seu julgamento/revisão.
E o pior: a lei eleitoral é draconiana. É, ao meu ver, incompatível com o Estado Democrático de Direito. Um cidadão que coloca um outdoor desejando Feliz Natal pode levar uma multa por propaganda antecipada, mesmo sem sequer ter havido qualquer anúncio de sua candidatura. Quer algo mais surreal e policialesco que isso? E é de uma igenuidade ou hipocrisia tal esse tipo de condenação, porque ignora-se que alguém pode fazer propaganda eleitoral antecipada ao inverso: imagine se eu sou jornalista e passo 4 anos falando mal de meu futuro opositor. Não há punição eleitoral para isso, e nem poderia haver! Não se pode olvidar da liberdade de expressão (com as suas consequências) quando se fala de matéria eleitoral – esta última tem que ser submissa àquela.
A coisa é tão subjetiva que imaginemos outra situação: já vi julgados de Tribunais Eleitorais que entenderam que a prática de conduta vedada a candidatos independe do seu consentimento/conhecimento. Basta que ocorra a infração. Por exemplo: propaganda de um candidato em transporte público. É ilegal. Sujeita o infrator a multa e, se for abuso de poder político/econômico, cassação da candidatura. Porém já soube de um candidato em uma cidade do Estado (ainda bem que não chegamos a esse ponto em Conquista) onde o candidato opositor colocou um cartaz do seu concorrente em um ônibus coletivo, tirou a foto, e processou seu concorrente! Não sei qual foi o desfecho, mas é bem possível que o candidato inocente tenha sido condenado!
Já vi casos de candidatos foram condenados nas duas instâncias com base em decisões anteriores tão draconianas e equivocadas que acabaram sendo revistas pelo tribunal superior. E já vi o contrário também. De forma que não, não confio na Justiça Eleitoral. Não acho que suas condenações ou absolvições sejam abono de conduta ou vaticínio do caráter do político. Se acho que as decisões deveriam ter efeitos limitados com trânsito em julgado, sem este último aí é que entendo ser impossível qualquer penalidade que venha a prejudicar o candidato.
Ou o Brasil faz a coisa certa e pára de procurar atalhos para resolver seus problemas, ou vai continuar a ser o país da demagogia.
Precisamos, sim, de uma Lei Eleitoral clara, menos subjetiva, cujas regras do jogo sejam óbvias. Eu já ia concluir, mas veio a mente outro exemplo: já viram o clima de medo que paira nas seções eleitorais nos dias de eleição? O evento, que era pra ser uma festa da democracia, virou um terror, parecendo que ainda vivemos sob ditadura. Cumprimentar alguém que tenha camisa de candidato pode ser considerado boca de urna! Duas pessoas que andavam com a camisa de um candidato podia ser considerado aglomeração! Aí o juiz-xerife ou alguma outra autoridade sedenta de respeito à sua posição ia lá e mandava prender. Acusação? Boca de urna! Aí sabe o que os doutores fizeram? Proibiram o uso de camisa de candidato! Sabe pra onde vamos? Daqui um dia, por exemplo, vão impedir que se use vermelho nas eleições, porque é a cor dos comunistas. Ou camisas listradas, porque era a estampa favorita de ACM. Há, nos dias de eleições, uma transmuração do Estado Brasileiro: tornamo-nos, naqueles domingos, um Estado Policial, cerceador de liberdades.
É o dia que consertamos as mazelas: pode-se comprar o voto o ano inteiro, mas naquele dia não se pode comprá-lo com uma camiseta…
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… para a Oi tentando restabelecer minha conexão de dados do celular, e nada… sistema inoperante, ou atendente idem.
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Um aplauso!Conquista é uma cidade curiosa. É uma cidade onde alguns empresários realmente surpreendem pelo modernismo, pela tecnologia, etc. Lembro-me que, quando morava em Salvador, entre 1994 e 1998, era difícil pedir sanduíche por telefone. Já naquela época, Conquista tinha bem uns 10 serviços de entrega de sanduíches.
Eu acho que às vezes só não avançamos mais por aqui porque pensamos pequeno demais. Ora, vamos ver: a Fainor. Trata-se de uma faculdade que começou com uma boa estrutura, com quadro de profissionais de alto nível, que apoiava a especialização dos seus quadros, etc. Muita coisa mudou, mas… Fico bobo de ver que uma das formas que a Fainor usa para realizar sua publicidade é… propaganda em paredes! Sim, em paredes! Uma faculdade, com ares de universidade, faz propaganda em muro de casas! Com slogans tipo “Seja Engenheiro!”. Só um pragmatismo enorme e uma falta de auto-estima levaria a uma quase-universidade daquele porte a fazer propaganda em parede.
Mas não é privilégio da Fainor: outras empresas do proprietário ou de sua família, como Colégio Opção, Cofet e Comercial Ramos, se utilizam da mesma forma de propaganda, misturando no mesmo bolo estudante, pedreiro, doutor e dona de casa.
Olhei o muro da Famec, em frente à AABB, que fica na avenida mais bonita da cidade. Deveria ter tirado uma foto. Que sujeira – propaganda de tudo no muro!
Conquista não é conhecida por ser exatamente uma bonita cidade – é uma cidade aprazível. E as pessoas não fazem nada para torná-la mais bonita. É costume dizer que pobre gosta de asfalto. Mas a frase diz muito mais do que isso: pobre, rico, enfim, todo mundo gosta é de se sentir incluído. Asfalto inclui. Pavimentação inclui. A boa estética inclui. As pessoas acabam se sentindo parte de um coletivo. Já quando tudo é descuidado, feito, todo mundo é dono de tudo, e a terra passa a ser de ninguém.
Vou até rever a atual lei de posturas e o código tributário do Município – sei que há previsão legal para a taxação de publicidade. Mas deveria haver era a proibição da propaganda que enfeia a cidade. Grafite artístico ou parede colorida é MUITO mais bonito do que monte de publicidade, como se isso aqui fosse uma vilazinha qualquer.
Conquista é uma cidade grande, e precisa se ver como tal. E isso não tem que partir só do Poder Público, mas de cada pessoa que pode contribuir com essa consciência.
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Poucas coisas são mais insuportáveis que e-mails com anexos do PowerPoint.
Tá. Eu sei. Eu devo ser mesmo muito rabugento: tudo eu reclamo! Mas eu explico as minhas razões:
1 – Uso Mac. No Mac, como no Linux, evita-se usar o que é da Microsoft, salvo quando não se tem jeito. Acho até que 90% dos que usam Mac, da Microsoft só usam o Word. No Mac, o Keynote é muito melhor.
O PowerPoint no Mac nem sempre abre os arquivos da forma que o Windows abre, e, por vezes, isso torna -os meio chatos.
2 – Existem quatro tipos de conteúdo, basicamente, enviados por PowerPoint:
a) mensagens de inspiração, com cunho religioso-filosófico ou de auto-ajuda, ou simplesmente fotos;
b) mensagens políticas;
c) fotos de mulher pelada;
d) testes, piadas ou pegadinhas.
As do tipo “a”, deleto sumariamente. Tenho minhas crenças, convicções, e, se precisar de alguma inspiração, motivação ou algo do gênero, sei onde procurar: nos amigos, em livros adequados, na internet, etc. Fotos maravilhosas, idem. Não preciso fazer o download de um arquivo chato, esperar o PowerPoint abrir para ouvir uma mensagem que parece interminável que começa com “Certa vez Buda disse que…”.
As do tipo “b” são geralmente preconceituosas, maliciosas e inconvenientes. Eu não faço brincadeira a respeito da escolaridade de ninguém, e acho ridículo e oportunista que as pessoas se prestem a disseminar mensagens, repito, preconceituosas a respeito do Lula. Não me lembro de que faziam o mesmo com outros ex-presidentes, não importa o quão duvidosa era a probidade dos mesmos. Tem um bocado de gente que usa a internet e que não tem sequer o bom-senso de disseminar o preconceito. Não importa se o governo do Lula foi bom ou ruim, importa é a ofensa pessoal quanto à escolaridade do mesmo. E, quando não se fala de sua escolaridade, inventam fatos, fofocas, e as pessoas disseminam isso sem checar os fatos.
Certa vez recebi vários e-mails encaminhados por colegas, alguns do exterior, pedindo que solicitássemos aos nossos deputados que não aprovassem determinada lei, que esta estaria autorizando o desmatamento da Amazônia. Fui pesquisar, e a Lei era apoiada até pelo Greenpeace, e tinha como objetivo proteger o meio-ambiente contra o desmatamento. Ninguém checou a informação, e toma-lhe “forward”.
Em suma: eu não encaminho nada com o que não concordo ou não conferi a veracidade, ou com brincadeiras de mau gosto sobre as pessoas, seja quem forem elas. A manipulação pela internet é bem possível. E discussão política é uma coisa, baixaria é outra.
As do tipo “c” são ótimas, maravilhosas, quem não as quer receber? Porém, pergunto: CUSTAVA ANEXAR AS FOTOS COMO JPG AO PRÓPRIO E-MAIL? Puxa vida, tenho que abrir um PowerPoint imenso para ver fotos? Com fundo musical horrível? Por qual razão mesmo tinham que criar um PowerPoint?
As do tipo “d” quase sempre descarto. Muitas são de mau-gosto (tipo mandar foto de uma mulher linda para, na última foto, revelarem que não era bem uma mulher… com prova do sexo e tudo mais… ECA!!!). Caramba, eu não tenho mais paciência pra isso!
3 – PowerPoint, pra mim, só serve (serviria, não fosse o Keynote) para fazer apresentações. E mais nada.
Enfim, o uso de e-mail, para muitos internautas, resume-se a ficar encaminhando coisas que receberam, o que é bom – gosto de receber coisas que os amigos me mandam. Mas coisas legais, enviadas pensando em mim, e não coisas mandadas a todo mundo, mesmo sabendo que cada pessoa tem um gosto diferente. E PowerPoint agrada a minha mãe, não a mim.
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Você, leitor, que gostaria de ter uma linha telefônica em outro país, a fim de poder receber ligações ou fazê-las como se em tal país estivesse, pode usar o serviço da empresa mydiver.com.
Tenho usado, e a qualidade é muito boa. As ligações são feitas e recebidas pela internet. Basta ter um aparelho voip ou um programa do tipo do Skype (mas não o próprio) e pronto.
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Todo ano é a mesma história: escrevo alguma coisa contra o carnaval ou contra micareta.
E sempre faço a mesma observação: eu não gosto de folia, não gosto de festa, sou bem da paz.
Mas me pergunto se merecemos festa. Não sou demagogo em dizer coisas do tipo “Mas o Governo gasta tanto com publicidade, gasta tanto com isso, gasta tanto com aquilo, porque não tira as crianças das ruas?”. Enfim, se o governo gasta dinheiro assim ou assado é porque houve um orçamento prévio aprovado por deputados/vereadores que o autorizou a gastar com X ou com Y. Ninguém votaria um orçamento determinando gastar 100% da verba com uma única despesa.
Mas, Carnaval? Festa? 5 dias de farra?
Vem cá: será que merecemos isso? Será que nossa saúde vai bem? Será que precisamos de catarse para esquecer o que se passa a nossa volta? Será que precisamos desesperadamente tentar nos convencer de que somos o povo mais feliz da terra, apesar das mazelas que colocamos debaixo do tapete?
Será que nossa falta de solidariedade com o próximo é tanta que quando os governantes falam em falta de dinheiro para a saúde, para a educação, seja lá para o que for, nunca nos lembramos dos milhões usados para a folia?
Sim, alguém vai sempre dizer que a festa gera empregos, movimenta a economia, traz turistas, gera impostos, etc. Mas, ainda que os números provem o contrário, eis aqui meu comentário rabugento sobre o assunto:
- é antiético jogar dinheiro público em festa para as pessoas se divertirem enquanto uma choldra padece condições de vida inaceitáveis;
- é antiético sair para uma festa na rua pulando, sendo observado por pessoas que não podem ostentar a mesma alegria;
- é antiético segregar o espaço público, loteando-o para empresários, e ainda fingir que a festa é democrática.
O carnaval deveria celebrar a vida. Deveria haver celebração de superação de nossa condição de país desigual. Festa porque todas as nossas crianças têm escola e comida em casa. E não um momento-entorpecente destinado à celebração da exclusão.
E olha que nem comecei a falar da música, algo que nos envergonha. Ou será que ao viajar para fora do país alguém vai pegar um CD que contenha a faixa “Rebolation” e dizer: “Veja, é do meu País! É a minha cultura! É a nossa música! Veja como é alegre!”.
Aos que gostam, aproveitem a festa. Divirtam-se. Na quarta-feira, o Brasil espera vocês de braços abertos. A pior ressaca é ver que a alegria de ser brasileiro não dura para sempre. Para alguns, dura 5 dias.
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8 aplausosOk. Todo livro que eu vier a ler, publicarei aqui a notícia dele.
Li, semana passada, o livro Q&A, de Vikas Swarup, político indiano. Trata-se do livro que deu origem ao filme “Slumdog Millionaire” (Quem quer ser milionário? – título em português).
Livro muito interessante, ainda que com uma narrativa meio ingênua, como parece ser típico dos indianos, embora ou isso é preconceito meu, ou burrice minha, já que o personagem-narrador teria 16 anos.
Enfim, vale a pena ler.
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Estive ausente durante a semana passada. Amigos de longa data chegaram, e fui acompanhá-los em uma pequena viagem a dois pontos turísticos da Bahia: Itacaré e Lençóis.
Fotos da viagem:
Itacaré: Praia da Concha e Tiririca.
Lençóis: Gruta Lapa Doce, Pratinha, Morro do Pai Inácio, Marimbus (Rio Santo Antônio e Roncador)
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Estive refletindo sobre a barbárie praticada pela polícia em Vitória da Conquista nos últimos dias. Para quem não é daqui, relato a questão:
Mataram um policial. Policiais, então, com as armas compradas com o dinheiro dos impostos que eu pago, com as viaturas compradas com os impostos que também pago, pagos eles mesmos com salários advindos dos tais impostos, invadiram casas e executaram membros da família do suposto assassino. É como se não houvesse lei, e como se voltássemos à época da vingança privada. Olho por olho, dente por dente. Não precisamos mais de judiciário, de advogados, de nada. Eles viraram a lei. Como eu já disse antes, a polícia virou uma galgue. O Estado não tem mais controle sobre os marginais que praticaram essa barbárie.
Mas acho que precisamos dizer mais sobre o tema. Por coincidência, dei carona a um policial militar no fim de semana, que, sobre a morte do policial, me disse o seguinte: “É uma pena, porque isso traz mais mortes”. Isso me fez relembrar toda cantilena que os marginais vestidos com fardas estatais começam a balbuciar toda vez que se ataca a conduta violenta que eles praticam.
O perfeito cretino que fala mal dos que defendem os direitos humanos normalmente faz algumas perguntas cínicas. Vamos a elas:
P: Você não mataria se isso tivesse acontecido com você/com seu filho(a)/com sua mãe/seu pai?
R: Sim. Mataria. Eu faria muitas coisas se tudo fosse como manda a minha vontade. Ocorre que o Estado tem leis, e a humanidade optou por não punir o criminoso com a sua conduta. Ou seja: desde há muito não se matam pessoas assassinas. Aliás, até se matam, mas sempre através do devido processo legal.
Assim como eu gostaria de ter muito dinheiro, de ter uma casa na praia, gostaria de punir quem me fez algum mal da mesma forma que a pessoa me prejudicou. Mas, felizmente, em um Estado Democrático de Direito, eu não escolho as penas – o Estado é quem o faz. E as penas são aplicadas através de um julgamento, que serve tanto para que se tenha razoável certeza da culpabilidade, como para provar que todos, em tese, são iguais perante a lei, e são julgados da mesma forma.
P: Você não entende nossas condições de trabalho. Você enfrentaria bandido alisando?
R: É a pergunta mais imbecil que existe. Ninguém está pedindo que policial algum se sacrifique para que um bandido escape. Mas não se pode conceber que a polícia seja composta de justiceiros, que matem para cumprir a própria agenda, para proteger os interesses corporativos. A polícia deve obediência ao Estado, deve agir em nome dele. Como eu disse, o Estado não paga a polícia para julgar – paga para que cumpram a lei. Se o policial é incapaz de fazê-lo, abandone a farda e vá vender picolé. O que não pode é fazer o que bem entende. Da mesma forma que eu, como advogado, não leso os meus clientes, não quero que o dinheiro que pago de impostos seja usado para financiar assassinatos.
P: Vocês defendem direitos humanos para bandidos. E para nós?
R: Quantas vezes o policial é vítima de abusos? Que eu saiba, não é tão comum assim. O que eu sei é que quando um policial mata alguém injustamente, como no caso de uma bala perdida, pedem desculpas e fica por isso mesmo. Já quando um policial é morto, como foi o caso relatado acima, acha-se a polícia na posição de fazer execuções ao seu próprio alvitre. Pergunto eu: a vida de um policial vale mais que a minha, ou do que a de uma vítima de bala perdida? Por que quando morre um cidadão de bem a polícia não sai por aí matando? A resposta é simples: comportam-se como uma gangue: o problema é que mataram um membro da gangue (e aqui falo de forma geral, e não especificamente do policial morto, a quem não conhecia e quem, decididamente, não merecia morrer dessa forma, assim como não deveriam morrer os menores “desaparecidos” após esse trágico assassinato).
Em suma: a polícia de Vitória da Conquista está acéfala. Não tem comando. Não há punição. Há endosso a essa conduta criminosa. Assim como houve endosso em relação aos policiais que prenderam advogados de forma arbitrária. Assim como houve endosso quando agrediram um cobrador de ônibus.
O comandante deveria, urgentemente, pedir a própria exoneração, já que incapaz de obter disciplina de um bando de delinqüentes que, com arma na mão, acha que está acima da lei à qual deveriam cumprir e fazer cumprir.
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Era só o que faltava:
”
C.FED – Terceiro que causar fim de casamento pode ter de pagar pensão Publicado em 29 de Janeiro de 2010 às 12h39 Tramita na Câmara o Projeto de Lei 6433/09, do deputado Paes de Lira (PTC-SP), que obriga terceiros responsáveis por injúria ou culpa que leve à separação de um casal a pagar pensão alimentícia à parte que necessitar do auxílio. O terceiro pagará pensão ao cônjuge infiel quando este não tiver condições financeiras de subsistência e tiver renunciado a alimentos para fugir à apuração litigiosa da culpa na separação.
O parlamentar afirma que a medida tem por objetivo atribuir responsabilidades a quem contribui para o fim dos matrimônios. Segundo ele, depois que o adultério deixou de ser crime, “terceiros aventuram-se despreocupadamente a se imiscuir em comunhões de vidas alheias, concorrendo impunemente para desgraçar lares e desestruturar famílias, sem qualquer obrigação legal”.
Pelo Código Civil Brasileiro (Lei 10.406/02), o cônjuge declarado culpado na separação perde o direito a alimentos.
Renúncia à pensão
O projeto também permite que o cônjuge renuncie ao direito de receber pensão. Hoje, essa possibilidade é vetada pela lei, e o titular pode apenas decidir não exercer esse direito.
De acordo com Paes de Lira, a renúncia ao direito de receber pensão alimentícia nos processos de separação ocorre normalmente no interesse da parte culpada, que quer evitar a exposição de sua imagem. No entanto, segundo ele, é comum que, mais tarde, quando a outra parte não tem mais condição de provar a injúria ou culpa, o renunciante entre na Justiça para requerer o pagamento do benefício.
Fonte: IOB
Foi a coisa mais esdrúxula que já li.
Eu não sou moralista de forma alguma, embora acho que temos vários Brasis – aquele, onde se mata em defesa da honra, e aquele que caminha para a despersonalização das relações afetivas – ou seja, a lei não teria que se meter nos relacionamentos, exceto no aspecto econômico da estabilidade de um relacionamento.
Agora, qualquer que seja a matiz valorativa, é o fim da picada que alguém que tem um caso com pessoa casada venha a ter que pagar pensão, como se tivesse colocado uma arma na cabeça dos outros. Como se a referência valorativa de um tivesse que ser imposta a outra pessoa.
Enfim, mais uma abobrinha vindo de Brasília.
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Bom, o que eu vou escrever é só especulação. Mas, enfim, se uma empresa como a Apple lança um produto e não diz tudo o que queríamos saber, só nos resta especular, não é?
Algo me preocupa com o iPad. A Apple, alegando diversas razões, exerce rígido controle sobre os aplicativos vendidos pela App Store. As justificativas são várias: qualidade do aplicativo, uso correto de API’s, precaução para não evitar travamentos ou consumo excessivo de recursos do aparelho, etc. Eu, particularmente, acho que a justificativa que importa para a Apple é, no fundo, a financeira: contratos com operadoras, contratos com fornecedores exclusivos de conteúdo (inclusive ela mesma uma fornecedora de conteúdo), etc.
Mas e os livros?
A coisa mais obscurantista que poderia acontecer seria a Apple começar a agir como censora de publicações. Imaginemos um livro sobre determinado assunto. Imaginemos um livro, por exemplo, com teor que puritanos considerariam erótico e artistas “modernos” considerariam arte. Como vai ficar a Apple?
A pergunta é pertinente: a Apple já censurou livros sobre o Steve Jobs, barrando-os da Apple Store. Já rejeitou aplicativos de livros que continham linguagem considerada obscena. A Apple agora vai virar uma espécie de árbitro do que é lícito ler ou não ler?
A partir do momento que se controla os meios de acesso à informação, há também controle sobre qual informação é ou não disponibilizada. Se com a web há quase irrestrito acesso à informação, se com os livros há liberdade de expressão, distribuição, etc., o mesmo não se pode dizer quando uma empresa controla o acesso à literatura.
Aliás, deveria até haver legislação a respeito: uma empresa não poderá restringir o livre acesso à informação nem violar a liberdade de expressão quando seu aparelho servir para, justamente, acessar informação!
A Apple deu um passo pra frente ao adotar o ePub, formato livre para a publicação de livros. Só nos resta saber se qualquer um vai poder acessar qualquer ePub via iPad, sem necessariamente passar pela iBook Store.
Isso é algo que devemos observar atentamente.
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Ninguém aplaudiu! Pôôô...Bom, eu quero sim.
Pra quem estava em Marte, o iPad é o novo produto da Apple. Uma espécie de iPod Touch maior, criado para preencher uma suposta lacuna existente entre os smartphones e os notebooks. Hoje, essa lacuna estaria sendo preenchida pelos netbooks, mas acho que estes só fazem a gente querer um notebook de volta. Nisso, a Apple acertou.
Eu, como glaucomatoso e míope, sempre quis um bom aparelho de leitura. Se nesse único quesito o iPad se safar, pra mim já valerá a pena.
Porém, eis as minhas decepções até agora:
- falta de câmera de videoconferência – Apple, HELLO?????????????? Esse dispositivo tende a ser fantástico em viagens, por quais razões não tem uma câmera de videoconferência?
- falta de multitarefa (multitasking) – Até agora ninguém falou se o trem ai permitir usar mais de um aplicativo simultaneamente. Puxa, espero que dêem um jeito nisso. Seria fantástico ler um livro e ver um twit, por exemeplo.
- falta de dicionários em Português – na primeira versão, sem dicionários em nosso idioma. Péssimo.
De resto, acho que é o produto ideal para se levar em viagens e deixar o notebook em casa, principalmente com esse acessório que tem um teclado. Para mim, substitui qualquer notebook, principalmente se a idéia for blogar, escrever e-mails, etc.
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A empresa Teleatlas é dona de boa parte dos mapas usados pelos fabricantes de GPS e outros fornecedores (Google, por exemplo).
Pois bem: 30km ao Sul de Feira de Santana-BA, até não sei onde, os mapas estão completamente impretaveis. Estão desalinhados, ou seja, sempre te mostram fora da estrada ou em rua paralela àquela onde você de fato está.
Isso sem contar que, alem de desalinhados, os mapas de Vitoria da Conquista e outras cidades do Sul e sudoeste da Bahia estão desatualizados em pelo menos 6 anos.
Tudo bem, não querem atualizar. Mas alinhem os mapas, caramba!
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Adquiri um certificado digital (AC OAB), a fim de poder enviar petições eletronicamente.
Pois bem: só se instala o diabo do certificado com Windows XP e Internet Explorer 6 ou 7!
Já não basta a falta de competência para forçar a nós, que usamos MacOS e Linux, instalarmos o certificado em alguma máquina Windows, ainda demonstram completa falta de cuidado com o produto que vendem, determinando que a instalação seja feita em software atrasado POR DUAS GERAÇÕES!
E o pior: o Mac (assim como o Linux) tem suporte nativo para certificados digitais. Instalei os certificados raiz rapidinho aqui. A leitora de smartcard nem de driver precisa no Mac. Mas, por pura preguiça ou incompetência, a Certisign só instala certificados via um burocrático processo que usa ActiveX, só compatível com o IE 6 e 7.
Agora perguntou eu: como uma empresa que oferece um produto que está na vanguarda do uso da informática pode ser tão acomodada assim?
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Não sei não, mas acho que, no futuro, vamos ter que contratar bandidos para a proteção da sociedade.
Esse artigo aqui diz tudo. Infelizmente, criou-se uma cultura e um pensamento único dentro das fileiras dos policiais: quem critica o trabalho da polícia, ou melhor, a violência por ela perpetrada, o chamado “pessoal dos Direitos Humanos” (acreditem, é assim que falam), é porque não entende os riscos que correm, é porque não foi vítima de bandido, etc. E com esse mantra vão batendo, espancando, apoiando uns aos outros em suas campanhas pessoais de violência e arbitrariedade.
O caso do Prof. Eduardo Viana diz tudo: o prof., advogado, ao tentar acompanhar um segurança vítima de agressão policial, foi também preso. E tudo por que? Porque um policial tentou entrar em uma festa sem pagar, tentou entrar armado, foi impedido de fazê-lo, entrou assim mesmo (deixando a arma de fora), embriagou-se, agrediu pessoas, foi impedido pelo segurança, chamou seus coleguinhas que deveriam estar cumprindo com seu dever e não fazerem papel de gang, e todos prenderam o segurança e o advogado. E a culpa é do “pessoal dos Direitos Humanos”. O policial, com o dinheiro dos nossos impostos, torna-se membro de uma gang. Em vez de protegerem a sociedade, protegem-se dela – protegem-se da transparência, da ética, do dever da farda. A farda não é mais o distintivo de um organismo público, mas de uma facção criminosa como outra qualquer.
E o Prof. Eduardo Viana, bem como o Pres. da OAB/VC, têm seus carros danificados por marginais. Duas vezes.
O trabalho policial é duro. Como é o de muita gente – desde um médico plantonista a um gari. No entanto, a proteção a colegas marginais, a suposta pretensão de “eu-sou-autoridade-portanto-saia-do-meu-caminho” ou “fique-quieto-ou-lhe-prendo-por-desacato”, falácias, mas motes dessas pessoas, são comuns e não questionadas pela sociedade. Até quando?
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Não me levem a mal: adoro o café feito com a máquina Nespresso. Sou absolutamente viciado em café.
Mas um texto de Dieke Helder, uma suíça, sobre a tal máquina, me fez refletir muito sobre o assunto. E o texto dela, em inglês, não publicado, faz todo o sentido:
Ela começa explicando que, pra ela (e, pra mim também, confesso), tomar café é um momento de relaxamento, que o aroma do café faz a gente se sentir bem-vindo, e que o tal aroma traz sempre alguma boa lembrança do passado. Verdade, verdade, verdade.
Continua ela dizendo que a mesma experiência (a do aroma) infelizmente não é sentida com o Nespresso, com suas cápsulas que cheiram a papelão. Depois disso, ela fala do barulho que a máquina faz. Bom, constrangido, tenho que concordar: se estou ao telefone, tenho que sair da cozinha para concluir a conversa. A Diete, como boa suiça, teve o cuidado de cronometrar o tempo: 38 segundos com aquele barulho horrível, POR XÍCARA! (o lungo deve durar ainda mais, presumo).
Agora, algo que ela disse que reflete 100% a minha experiência com a Nespresso é também muito interessante: se chega visita e você vai oferecer o tal café, começam a te perguntar qual das cápsulas devem escolher, e você não faz nenhuma idéia. Depois de superado isso, você faz 3, 4, 5 cafés, e o primeiro já está frio. E o café é quase sempre pouco (tomamos muito café, não?), então quase todo mundo repete, e você fica fazendo 10 cafés ao invés de participar da conversa!
Eu ainda acrescentaria que o café da Nespresso não é quente o suficiente, principalmente pra quem vem de uma família que gosta de café do tipo que provoca queimaduras.
Bom, vivendo sozinho, a Nespresso é uma mão na roda pra mim: não tenho que coar café, não tenho que lavar coador ou outros apetrechos, e o café é melhor do que em qualquer cafeteria. Mas, constrangido, devo dizer: a Dieke tem toda razão.
O que se perde com uma abordagem tão prática ao café é uma rica experiência de sentidos – aroma, sabor, congraçamento entre amigos e o silêncio do processo de preparo.
O melhor de dois mundos? Vire um barista – faça o seu próprio café bacana sem a Nespresso. E me avise como depois.
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Enfim, escreveu, tá na rede…
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Ninguém aplaudiu! Pôôô...Bueno, publiquei esse post aqui. Meu amigo Esaú Mendes republicou no blog dele. E depois ele saiu no Blog da Resenha Geral, lido por Conquista inteira.
Confesso que não fiquei muito feliz – nunca me senti à vontade com grande exposição, e não quero ter que pensar muito ao escrever aqui. Apesar de público, esse blog é meu, é meu espaço e meu lugar de dizer minhas coisas. Não quero, ao escrever aqui, ficar preocupado com a repercussão de tudo o que escrevo.
E é chato, porque trabalhei para a atual administração da cidade, e jamais diria algo com intenção de prejudicar a imagem dela. O post, assim, publicado fora desse espaço, parece destinado a criticar essa ou aquela administração, e não foi essa a minha intenção.
Por isso, mandei a seguinte mensagem ao blog do Herzem Gusmão:
“Caro Herzem,
Foi com surpresa que vi um comentário meu, feito em um blog pessoal, ser reproduzido aqui, via o blog do Esaú Mendes. Em razão do alto número de acessos ao seu Blog, bem como em razão da temática política do mesmo, sinto ser necessários alguns esclarecimentos, antes que meu comentário tenha uma interpretação deturpada:
1 – Minha crítica ao projeto do Centro Cultural Banco do Nordeste é uma crítica pontual em relação à escolha do local. É uma opinião contrária de alguém que, tendo feito parte da administração atual, continua de acordo com seus rumos, projetos e ações. Porém, obviamente, há sempre algo a se discordar, já que acho que todo cidadão pode e deve ter opinião própria.
2 – Não sou urbanista. Não conheço quase nada de urbanismo, exceto pelo que ouço de amigos que, estes sim, são excelentes pensadores. Portanto, trata-se de uma opinião muito particular, mas sem autoridade técnica. Tendo sido a matéria reproduzida fora do meu próprio blog, fica a impressão de que me meti a dar palpite fora da minha área, o Direito. Portanto, fica aqui esclarecido que se trata apenas de um desabafo pessoal e atécnico, sem pretensões outras, principalmente sem a pretensão de escrever artigo abalizador de qualquer posicionamento contra ou a favor de projeto urbanístico. O Direito já me dá bastante trabalho.
3 – Confesso que, por lealdade, ética, gratidão e admiração, nem gostaria que texto meu contrário a ato da atual administração fosse publicado em espaço alheio ao meu, porque detestaria ver o que quer que eu escreva ser interpretado como uma discordância com o projeto político hoje encabeçado por Dr. Guilherme (a quem admiro desde a infância), projeto ao qual tentei dar a minha contribuição.
4 – Por último, minha opinião não foi a de “Dr. Francis Medeiros”, mas sim do cidadão Francis, que tem lá suas opiniões.
As explicações acima são necessárias para que não se pense que eu resolvi agora falar mal da atual administração, o que seria um disparate, e não seria apropriado, depois de ser tão bem acolhido pelo Prefeito e por toda a equipe, a quem sigo admirando, ainda que de longe.
Um abraço,
Francis
P.S. – Aproveitando dos meus 15 minutos de fama, há que estamos falando de urbanismo: Será que não está na hora da cidade cobrar do Min. Geddel, do Gov. Wagner, ou de quem quer que seja, uma alteração dessa Ferrovia Leste-Oeste? Há alguma razão técnica para a ferrovia não passar por aqui? Desde o início do século uma ferrovia ligando ilhéus a Conquista foi planejada, e agora vão nos fazer engolir isso?”
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4 aplausosEu devo ser um desocupado pra ainda ligar pra esse povo.
Telefono para a Oi para contratar um pacote de dados. A atendente eletrônica diz que não identificou o meu número, e que a ligação está sendo transferida para um dos atendentes. O atendente, então, diz que tenho que ligar novamente, porque tenho que falar coma central do Oi Conta Total. Aí ligo novamente. “Desculpe, não identificamos o seu número…”. Já perceberam, né? Eu, de idiota, ligo umas 5 vezes, e não consigo falar com a central correta.
Gente, se existe justiça nesse mundo, que os culpados por isso sejam enrabados por corcéis árabes de grande porte. Ou por girafas. Ou rinocerontes. Ou hipopótamos.
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Um corajoso já se manifestou! Manifeste-se! Comente! Dê seu pitaco!
No site da Oi, existe uma propaganda enganosa. Ontem liguei 35 – trinta e cinco vezes – para tentar adquirir um iPhone 3GS. O atendimento não estava funcionando. Hoje liguei, e falei com a atendente. Ocorre que eles oferecem dois descontos, mas não informam que os dois descontos não são cumulativos. Vejamos aqui o que diz no site:
Caso você clique na tabela, verá que oferecem descontos na contratação do Oi Conta Total. E, logo abaixo, dizem “As promoções não param por aí.”, e oferecem crédito de até R$1.750,00 para a compra de um Blackberry ou de um iPhone.
O que eu fiz? Assinei o Oi Conta Total 3, e fui comprar o iPhone. Só que os descontos não são cumulativos! Ou um, ou outro. Se u camarada escolher comprar o iPhone, Blackberry ou outro smartphone, ele terá apenas os tais R$1.750 (ou menos, se o plano for inferior ao Oi Conta Total 4) de desconto sobre o valor cheio do plano, e não R$1.300,00 + R$1.750,00.
Segue, abaixo, o PDF da página inteira.
E aí, me digam: estou enganado, ou a propaganda é mesmo enganosa?Oi Conta Total. Se preferir, vá direto ao site, clicando aqui – nesta data est’igual ao PDF do link anterior.
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Ninguém aplaudiu! Pôôô...Pra que raios alguém comemora o fato de que sua rua finalmente ganhou um CEP pra chamar de seu, se NENHUMA empresa para qual ligo para alterar meu endereço tem o tal CEP nos seus sistemas?
Em suma: meu CEP é inútil.
Bosta.
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Ninguém aplaudiu! Pôôô...Soube que o tal Centro Cultural do Banco do Nordeste em Conquista vai ser construído na Praça Sá Barreto.
Já começo a lamentar.
Puxa vida, será que vão perder uma chance de revitalizar o centro da cidade, construindo o bendito centro onde foi planejado pela administração anterior? Será que vão continuar a deixar aquela área naquele estado-tipo-mercado-persa? E vão mexer na Praça Sá Barreto, uma das poucas praças da cidade? Sim, porque Conquista não tem lá tantas áreas abertas, tem?
Conquista precisa de um plano urbanístico urgente – mas um discutido com a sociedade. Já temos um plano diretor. Mas é estranho que, por exemplo, entre a Av. Siqueira Campos e Vivaldo Mendes, do Centro ao Bompreço, temos apenas 2 praças (e mesmo assim uma delas é a da Normal. Nosso Centro é típico de uma cidade que cresceu de forma desorganizada, então acredito eu que qualquer iniciativa para revitalizá-lo seria positiva. Agora, colocar um equipamento público em uma área que poderia, no futuro, abrigar uma praça mais bonita, sendo que esse equipamento poderia servir para embelezar uma área central, realmente, não entendo.
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